Vitrola Clássica:Jacob van Domselaer – Proeven van Stijlkunst e Piano Sonata No. 9

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Sob o signo de Mondrian, a Vitrola apresenta um compositor pouco conhecido, mas que deveria ser mais divulgado

Jakob van Domselaer (15/04/1890 – Nijkerk, Gelderland – Bergen 05 /01/1960) compositor holandês.

Domselaer nasceu em Nijkerk, Holanda. Em 1912, ele viajou para Paris, onde conheceu o pintor holandês Piet Mondrian (1872-1944), e acabou tomando parte do círculo artístico de Mondrian conhecido como “De Stijl”.  A suíte para piano Proeven van Stijlkunst de Domselaer (Experimentos no estilo artístico, 1913-1917) representou a primeira tentativa de aplicar os princípios do neoplasticismo na música ,e Mondrian afirmou que as peças foram criadas sob a influência das pinturas  que ele criou em torno do ano de 1915. Esta música austera, baseada na matemática, representa um importante mas ainda não reconhecido precedente do minimalismo e tem sido pouco executada ou gravada. Ele morreu em Bergen, Holanda.

 

Vitrola Clássica:Alban Berg Quartett – Ludwig van Beethoven String Quartet No.9 in E minor Op.59 No.3 ‘Rasumovsky’ 2. Andante con moto quasi allegretto (2011)-

O Alban Berg Quartett foi um quarteto de cordas fundado em Viena, Áustria, em 1970. Recebeu o nome em homenagem ao célebre compositor Alban Berg, e sua performance de estreia foi em 1971.

Os membros do quarteto decidiram desfazer o grupo em julho de 2008. Seu último concerto foi apresentado no Teatro Colón em Buenos Aires, Argentina.

 

Vitrola Clássica:Marianna Vasileva com Vadim Gladkov -“Carmen” Fantasie Brilliante de J.Hubay (2013)

Nascida em uma família de músicos, ela teve sua primeira aula de violino dada por seu pai na idade de 5 anos. Seus professores foram:  Vladimir Ovcharek, do  Conservatório de São Petersburgo, e Dora Schwarzberg na Musikhochschule de Viena. Desde 2007, a ela estuda na Musikhochschule de Colônia com  Zakhar Bron.


Marianna ganhou o primeiro prêmio em vários concursos Internacionais, Entre os quais Podemos destacar o Sion-Valais (Suíça, 2011), o Concurso Primavera de Praga (República Checa, 2010), o Wieniawski-Lublin (Polónia, 2009), um Glazunov – Paris (França, 2000) e o  Shostakovich-Hannover (Alemanha, 2000). Ela tem realizado apresentações na Rússia, Europa, EUA, Canadá e China, como solista, e com maestros como V. Ashkenazi, Y. Bashmet, A. Rudin e V. Ziva, entre outros.

Vitrola Clássica:John Adams: Short Ride in a Fast Machine -BBC Symphony Orchestra, conducted by Marin Alsop (2014)

John Adams completou Short Ride in a Fast Machine em 1986. Ele usou a descrição de uma fanfarra para orquestra para este seu trabalho e para o anterior   Tromba Lontana (1985).  Este trabalho é um exemplo icônico do estilo pós minimalista de Adams, que também é utilizado em outros trabalhos como  Phrygian Gates, Shaker Loops, e Nixon in China. Este estilo deriva do minimalismo definido nos trabalhos de derives from Steve Reich, Terry Riley, e Philip Glass, embora Adams faça uso das técnicas minimalistas em um contexto mais dramático.

Vitrola Clássica:Sarah Connolly – Händel: As with rosy steps the morn – Theodora (2015)

Sarah Patricia Connolly  (nascida 13/06/1963) é uma mezzo-soprano inglesa. Embora mais conhecida por seus trabalhos com o  baroco e classicos , Connolly tem um amplo repertório, que inclui desde obras de  Wagner até vários compositores do século XX. Connolly foi nomeada Commander of the Order of the British Empire (CBE) em 2010 .

Vitrola Clássica:Daniel Hope: Miklós Rózsa “El Cid”(2014)

Daniel Hope (nascido em 17/08/1973) é um violinista clássico britânico, que 2016 irá suceder  Sir Roger Norrington como  Diretor Musical da Zurich Chamber Orchestra (ZKO). Hope nasceu em Durban, na África do Sul e se mudou ainda quando criança para Londres. Seu violino é um Guarneri “ex-Lipinski“1737.Ele foi o vencedor do ECHO Klassik Prize por cinco vezes e em 2006 foi escolhodo o Músico Instrumental do Ano. Aqui ele interpreta o conhecido tema do filme El Cid.

Vitrola Clássica: Barbara Hannigan and Gothenburg Symphony Orchestra, conducted by Dima SloboneniouCHIN’S Le Silence des Sirènes

Não é fácil acompanhar esta apresentação extraordinária, mas fora do comum. Barbara Hannigan, soprano canadense, acompanhada da Orquestra Sinfônica de Gotemburgo, Suécia interpreta a dificílima Le Silence des Sirènes, da compositora coreana, baseada em Berlin  (sim, eles também estão na música clássica) Unsuk Chin, obra que ele compôs em 2014, para soprano e orquestra.

https://vimeo.com/142247260

Vitrola Clássica: David Garrett plays Paganini (2013)

David Garrett (nascido David Bongartz em 4 de setembro de 1980 em Aquisgrano, Alemanha ) é um violinista teuto-americano.Garrett nasceu em Aachen, filho de uma bailarina americana,Dove-Marie Garrett, e um advogado e leiloeiro alemão, Georg Peter Bongartz.

Quando Garrett completou quatro anos, seu pai comprou um violino para o irmão mais velho. David interessou-se pelo instrumento e logo aprendeu a tocar. Um ano depois ele participou numa competição e ganhou o primeiro lugar.Aos sete anos, David Garrett começou a tocar em público [e passou a estudar violino no Conservatório Lübeck. Já com oito anos, seus pais decidiram mudar seu nome, e ele começou a usar o sobrenome de solteira da mãe por ser mais fácil de pronunciar.

David Garrett começou a trabalhar com a violinista polaco-britânica Ida Haendel com doze anos, frequentemente viajando a Londres e outras cidades europeias para encontrá-la.Aos treze anos, Garrett se tornou o artista mais jovem a ter um contrato de exclusividade com a gravadora Deutsche Grammophon.

Em 1999, David Garrett se mudou para Nova York para estudar na Juilliard School, na sala de Itzhak Perlman, para aprofundar seus conhecimento do violino. Saiu formado de lá em 2004.Como David Garrett não tinha o apoio financeiro dos seus pais para estudar na Juilliard School, ele teve que custear seus estudos, e para isso trabalhou em um bar, em um café, na biblioteca da escola e também na Outfitters Urban Store, onde foi sondado para se tornar um modelo  e, assim, ganhando ao apelido de “Beckham do violino”.Garrett usa um  “Adolf Busch” Stradivarius, 1716.

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