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MPB: Samba inédito de Gonzaguinha é lançado. Meu País (1973/2018)

A tecnologia meio “Black Mirror” de hoje aprontou outra das suas. Uma canção escrita por Gonzaguinha e censurada, em 1973, pelo governo militar (tinha destas coisas naquela época, acreditam ?), chamada Céu Pais foi lançada só agora. Meio tétrico é o fato de Gonzaguinha ter falecido em 1991 e nunca gravado esta música. Mais, ela foi lançada com a sua própria voz e postada no You Tube, como parte de ima campanha publicitária.

Os produtores realizaram uma mistura de técnicas a partir da reconstrução da voz do próprio cantor. Para isso, recortaram palavra por palavra de materiais gravados em vida, como entrevistas, áudios e outros originais. Depois, a voz dele foi refeita com o suporte de outro cantor, que possui tom bem próximo.  Confira o resultado:

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Conhecendo a MPB de qualidade – destaques 2017: 1. Juçara Marçal

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Juçara Marçal (27 de Janeiro de 1962, Rio de Janeiro) é uma cantora e professora brasileira, conhecida tanto pelo seu trabalho nos grupos Vésper Vocal, A Barca e Metá Metá e também por parcerias com Kiko Dinucci , tem importante  carreira solo.

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Homenagem: Almir Guineto

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Almir de Souza Serra (Rio de Janeiro, 12 de julho de 1946 – Rio de Janeiro, 5 de maio de 2017)

O samba hoje está mais triste: faleceu Almir Guineto, fundador do Grupo Fundo de Quintal. Não poderíamos ficar sem prestar a nossa homenagem.

 

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Carnaval :Benito Di Paula, Xande De Pilares – Retalhos De Cetim

Pelo menos um post de Carnaval, nem que seja no último dia.

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Vitrola no Samba: Becudus do Motta

 

Ontem o Vitrola foi escutar samba. Uma tarde-noite deliciosa com o Becudus Motta no Jarbas Botequim. Recomendo !

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Noite Instrumental Brasileira: Wilson das Neves – Zazueira (Jorge Ben Jor)

Talvez meu baterista, sambista predileto – o abominável homem das Neves – Wilson das Neves dá mais um show de percussão aqui neste tema de Jorge Benjor. destaque para o acompanhamento:

Wilson Das Neves – Bateria
Armando Marçal – Percussão
André Tandeta – Percussão
Diogo Gomes – Trompete
Itamar Assieri – Piano
Jessé Sadoc – Trompete
Zé Trambique – Percussão
Zé Carlos Santos – Guitarra
Zé Carlos “Bigorna” – Saxofone/flauta
Zero Telles – Percussão
Rômulo Gomes – Contrabaixo
Marcelo Martins – Saxofone
Serginho do Trombone – Trombone

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Crítica: Samba, Amor & Malandragem – Musical – Teatro da Cidade – Belo Horizonte – 28/02/15

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COTAÇÃO: *** 1/2

Já há alguns anos em cartaz, o musical produzido por Pedro Paulo Cava e dirigido por Kalluh Araújo cumpre bem o seu papel. Diverte e distrai a plateia com boa música (todos os sambas cantados, ou tocados, são lindos clássicos do gênero), enquanto, usando como pano de fundo uma história que já faz parte do imaginário coletivo brasileiro, Dona Flor e seus Dois Maridos, de Jorge Amado, apresenta o samba como um legítimo porta voz da vida nas comunidades. Fica fácil de entender como os sambistas usam e usaram o samba como uma crônica da vida nas favelas. É verdade que hoje a trilha sonora das comunidades é o rap e o funk, mas cada época tem a música que merece, e Samba, Amor & Malandragem, não nos deixa esquecer que o samba já cumpriu, e ainda cumpre este papel com uma ironia crítica e elegante que talvez esteja em falta nos dias de hoje. No elenco atual: Dirlean Loyolla, Kalluh Araújo,Kátia Kouto, Gerson Marques, Luiz Gomide, Jai Baptista,Jefferson de Medeiros, Tiago Colombini e Júlia Borges são os responsáveis por todos os personagens e canções, enquanto nos instrumentos o violão suave e ritmado de Evaldo Nogueira, a percursão de Márcio Batista e Júlia Borges e o cavaquinho de Gerson marques dão o tom. Um bom espetáculo. Não percam. Na atual temporada até o final de semana que vem.

 

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