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Vitrola dos Sousa

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Pop

Faces: Peter Doherty & The Puta Madres – Paradise Is Under Your Nose (2019)

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Na sua escuta diária do vos lançamentos, o Vitrola ouviu Peter Doherty & Puta Madres, uma banda multinacional, formada por Pete Doherty (vocais, guitarra rítmica) ex-Libertines e Babyshambles. O primeiro álbum da banda, é chamado Peter Doherty e The Puta Madres, foi lançado em 26 de abril de 2019.] Em 28 de janeiro, eles lançaram seu single de estréia, “Who’s Been Being You Over“, seguido de “Paradise is Under Your Nose” em 5 de abril. O som da banda é muito gostoso e me remeteu a Dexy’s Midnight Rangers. Muito bom. Curtam: 

Membros:
  • Pete Doherty – vocais, guitarra ritmica, sitara, letras (2016–presente)
  • Jack Jones –  guitarra líder (2016–presente)
  • Katia De Vidas – piano, teclados (2016–presente)
  • Miki Beavis – violino (2016–presente)
  • Miggles – baixo (2017–presente)
  • Rafa – bateria (2016–presente)

Escute o álbum: 

 

Música da Noite: Bruce Hornsby – Cast-Off (Live at The Current) – 2019

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Bruce Hornsby está enfim de disco novo: “Absolute Zero”, em um excelente trabalho.

Deste álbum ele executa: Cast-Off , belamente ao piano

 

Lançamento: Paul Weller : Other Aspects, Live at the Royal Festival Hall (2019)

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Quem está de disco novo é Paul Weller, a cabeça pensante atrás de dois grandes projetos da música inglesa : The Jam (1976-1982) e Style Council (1983-1989), após o que ele partiu para uma sólida carreira solo. O álbum se chama  “Other Aspects, Live at the Royal Festival Hall”. Weller canta como nunca , as cordas e os metais são lindamente concebidos e todo o show é uma visão sucinta e muitas vezes desafiadora de um dos cantores e compositores mais consistentes e criativos do Reino Unido. O melhor disco que escutei neste ano, até agora. Para quem quiser escutar no Spotfy o link está abaixo:

 

Homenagem: Dean Ford

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Dean Ford (* Thomas McAleese; 5/09/ 1946 –  + 31/12/2018)

Dean Ford, vocalista de uma banda escocesa que marcou minha geração,   the Marmalade, com a canção  “Reflections of My Life,” faleceu aos 72 anos, em Los Angeles dia 31 de dezembro, provavelmente devido a complicações de Doença de Parkinson.

The world is a bad place, a bad place, a terrible place to live,” cantava Dean Ford, que  escreveu a famosa canção com seu companheiro de banda  Junior Campbell. “Oh, but I don’t want to die.”

A canção chegou ao top 10 da Billboard’s Top 10 em maio de 1970 após já ter alcançado grande sucesso na Grã-Bretanha. No meio dos anos 70 Ford abandonou o grupo e passou a lutar contra o alcoolismo. Nos anos oitenta ele teve que ganhar a vida como motorista de celebridades como Jane Wyman, Michael Jackson e Bob Dylan.(Segundo ele, ele nunca se identificou como uma antiga celebridade para estes seus famosos clientes).

Sua música continuou amada e seu vídeo de 2014 (abaixo) contava 2.187.658 visualizações no You Tube até hoje. Seu último trabalho foi “This Scottish Heart,” no ano passado.

The Marmalade – Reflections Of My Life

Letra
The changing of sunlight to moonlight
Reflections of my life
Oh, how they fill my eyes
The greetings of people in trouble
Reflections of my life
Oh, how they fill my eyes
Oh, my sorrows
Sad tomorrows
Take me back to my own home
Oh, my crying (Oh, my crying)
Feel I’m dying, dying
Take me back to my own home
I’m changing, arranging
I’m changing
I’m changing everything
Everything around me
The world is
A bad place
A bad place
A terrible place to live
Oh, but I don’t want to die
Oh, my sorrows
Sad tomorrows
Take me back to my own home
Oh, my crying (Oh, my crying)
Feel I’m dying, dying
Take me back to my own home
Oh, my sorrows
Sad tomorrows
Take me back to my own home

Álbuns do Mês: Chvrches – Love Is Dead

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** e 3/4

E a banda pop escocesa, queridinha da internet e da crítica chega ao seu terceiro álbum de estúdio. O clima é uma mistura de música New Wave, Synthpop e Eletrônica agradável, mas enjoativo. A música remete a década de 1980  quando The Bangles comandavam a parada.  Destaques para os singles Get Out, Miracle, My Enemy (ponto alto do álbum com os vocais de Matt Berninger do The National) e Never Say Die . Bom para festinhas descompromissadas.

 

Paradas: Os 5 artistas mais ouvidos no ano no Spotfy

Apple's EarPods headphones are seen in front of a logo of online music streaming service Spotify in this February 18, 2014 illustration picture. (Reuters Photo)

Hoje o Spotfy revelou quais os artistas com maior número de audições neste ano, até agora. Em primeiro ficou Ed Sheran, com nada mais, nada menos que 6,3 bilhões de execuções. Apenas sua canção indicada ao Grammy Awards “Shape of You” foi ouvida 1,4 bilhões de vezes !

Os cinco primeiros:

  1. Ed Sheeran
  2. Drake
  3. The Weeknd
  4. Kendick Lamar
  5. The Chainsmokers

As cinco bandas mais ouvidas:

  1. Coldplay
  2. Imagine Dragons
  3. Maroon 5
  4. Linkin Park
  5. Migos

As cinco cantoras mais ouvidas:

  1. Rhianna
  2. Taylor Swift
  3. Selena Gomez
  4. Ariana Grande
  5. Sia

Uma seleção destes artistas no You Tube:

E no SPOTFY:

Homenagem:Leonard Cohen.

Resultado de imagem para leonard cohenLeonard Norman Cohen (Montreal, 21 de setembro de 1934 – Los Angeles,10 de novembro de 2016)

Mais uma grande perda para a música mundial: faleceu Leonard Cohen, cantor, compositor e escritor canadense, um dos mais talentosos e influentes de sua geração.

Você acha que não conhece a obra de Cohen ? Para você a BBC lembrou 10 músicas inesquecíveis do canadense, ciente de que a lista poderia ser muito maior.

O texto é da BBC

1. ‘Hallelujah’ (1984)
Leonard Cohen contou que a primeira reação do presidente da gravadora CBS, Walter Yetnikoff, ao ouvir pela primeira vez esta canção foi considerá-la uma abominação: “O que é isso? Isso não é música pop, não vamos lançar. É um desastre …”

Para Cohen, no entanto, Hallelujah tinha algo muito especial e lhe consumiu muito tempo. Obcecado com cada palavra, descartou mais de 80 rascunhos antes de terminá-la.

O “desastre” previsto pelo presidente da gravadora se tornou um dos maiores sucessos de Cohen, gravada por inúmeros artistas dos mais variados gêneros, de Jeff Buckley e Nick Cave a Bon Jovi e Sandy (com o irmão Junior e o marido, Lucas Lima).

2. ‘Suzanne’ (1967)
“Para você que tocou o corpo perfeito dela com sua mente”, diz uma das canções mais marcantes da primeira fase da carreira de Cohen, que começou escrevendo poesias nos anos 1960 e migrou para a música depois de visitar Nova York, onde conheceu a cantora folk Judy Collins.

Suzanne Verdal, a musa que dá nome a música, é uma mulher que conheceu em um café em Montreal – e que estava com o namorado.

A música está no álbum de estréia de Cohen.

3. ‘Bird on a wire’ (1969)
No final dos anos 1960, Cohen estava deprimido, “dando um tempo” na ilha grega de Hydra. Havia se mudado para lá depois de se formar na Universidade McGill e de comprar uma casa na ilha, por US$ 1.500, dinheiro herdado do pai.

No início dos anos 70, Cohen já fazia ucesso também como compositor

Um dia, observou um pássaro que passava o tempo sobre um fio.

Esta imagem foi suficiente para ele compor uma de suas mais belas canções.

4. ‘I’m your man’ (1988)
“Se quer um amante, farei qualquer coisa que você quiser. E se você quiser outro tipo de amor, usarei uma máscara para você”

Esta canção de amor – explícita – veio num momento em que carreira de Cohen estava com a popularidade em baixa e tornou-se um grande sucesso.

5. ‘First qe take Manhattan’ (1988)
Foi originalmente gravada por Jennifer Warnes em 1987 para o álbum Famous Blue Raincoat, um tributo a Cohen, que gravaria a música no álbum I’m Your Man, lançado no ano seguinte.

“Primeiro a gente assume Manhattan; em seguida, a gente assume Berlim”, diz o refrão da música.

6. ‘Everybody knows’ (1988)
Os críticos consideram essa uma das canções mais pessimistas de Cohen.

Diz que os pobres continuam pobres enquanto os ricos ficam cada vez mais ricos, e que “todo mundo sabe que a praga está chegando/ todo mundo sabe que está se movendo rápido”.

7. ‘So long, Marianne’ (1967)
Marianne Jensen foi a musa dessa música. Eles se conheceram na Grécia, em Hydra, e mantiveram uma relação de 7 anos.

Cohen mais de uma vez contou que Marianne foi a mulher mais bonita que conheceu. Ela morreu em julho passado.

Ao saber que estava doente, Cohen mandou-lhe uma carta para que pudesse lê-la antes de sua morte.

8. Ain’t no cure for love’ (1988)
Também parte do disco de Jennifer Warnes, de 1987, ainda que as versões cantadas por ela e por Cohen sejam ligeiramente diferentes.

“Médicos trabalhando dia e noite. Mas nunca encontrarão a cura; a cura para o amor”, diz a letra.

Cohen começou escrevendo livros; lançou a coleção de poesias “Flowers for Hitler” (1964) e, em seguida, os romances “The favorite game” (1963) e “Beautiful losers” (1966)

9. ‘Sisters of mercy’ (1967)
Esta música também é do álbum de estréia de Cohen, no qual também aparecem os sucessos “Suzanne” e “So long, Marianne”.

Foi composta na cidade canadense de Edmonton, durante um nevasca.

“Havia duas jovens viajantes, Barbara e Lorraine, que não tinham para onde ir. Lhes dei refúgio no meu quarto de hotel, onde imediatamente adormeceram e as observei de uma cadeira”, contou Cohen sobre como compôs a canção.

“Quando acordaram, tinha terminado a canção e a toquei para elas”.

10. ‘Dance me to the end of love’ (1984)
Embora tenha a estrutura de uma música de amor, essa canção foi inspirada no Holocausto.

Cohen disse certa vez que “é curioso como surgem as canções, porque a origem de cada uma tem um grão ou uma semente que alguém lhe entrega…O processo de escrever uma canção é misterioso”.

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