Arquivo do mês: maio 2018

O Som Independente do Brasil – Panorama – vol 1

Quem disse que a música brasileira se limita a funk carioca, axé e sertanejo está muito enganado. O Vitrola, com auxílio do excelente trabalho realizado pelo blog Eu Ovo, traz para seus ouvintes um panorama (do que foi disponibilizado gratuitamente para download). É uma amostra impressionante de ritmos, talentos, rumos novos, revisões. Esta primeira seleção traz 30 artistas de todo Brasil:

  1. Rodrigo Campos, Juçara Amaral e Gui Amabis
  2. Criolo
  3. Fabio Tris
  4. Alberto salgado
  5. Soledad
  6. Luiz Gabriel Lopes
  7. Cesar Lacerda
  8. Rafael Ops
  9. Seu Pereira e Coletivo 401
  10. Muntchako
  11. Amaro Freitas
  12. Nathalia Lima
  13. Túlio Boges
  14. Meia Dúzia de 3 ou 4
  15. Alzira E
  16. Kiko Dinucci
  17. OQuadro
  18. Sofia Freire
  19. Emicida, Rael, Capicua,Valete
  20. Gustavo Telles & Os Escolhidos
  21. Gustavito & Delbi
  22. Rincon Sapiência
  23. Luiza Lian
  24. Trupe de Chá de Boldo
  25. Giovani Cidreira
  26. Luisa eos Alquimistas
  27. Zé Bigode Orquestra
  28. Cris Braun e Dinho Zampier
  29. Homobono
  30. Boi Luzeiro

 

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Conhecendo a MPB de qualidade – destaques 2017: 4. Cesar Lacerda

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César Lacerda (Diamantina, 5 de maio de 1987) é cantor, músico e compositor. Mineiro da cidade de Diamantina, passou a sua adolescência em Belo Horizonte, viveu por oito anos na cidade do Rio de Janeiro, e desde agosto de 2015 mora em São Paulo.

Lançou em 2013 o seu primeiro disco, “Porquê da Voz” (produção musical de Elisio Freitas). Em agosto de 2015, o artista lançou o seu segundo álbum, “Paralelos & Infinitos“, com produção musical de Pedro Carneiro. Na gravação do disco, o multi-instrumentista executa quase todos os instrumentos.Em 2017, César Lacerda lançou o seu quarto álbum, “tudo tudo tudo tudo”, também pelas gravadoras YB Music e Circus.

César tem parcerias musicais com artistas como Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Romulo Fróes, Matheus Nachtergaele, Eucanaã Ferraz e Roberta Campos. Já teve canções suas gravadas em mais de vinte discos de artistas como Filipe Catto, Marcia Castro, Aíla, Duda Brack, Julia Bosco, Graveola e o Lixo Polifônico, entre outros.

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Conhecendo a MPB de qualidade – destaques 2017: 3. Soledad

Nadja Kouchi

Nascida em Fortaleza, Soledad desenvolve um trabalho híbrido, que vai da composição à interpretação, dos palcos de teatro à militância feminista. Representante da nova safra da música brasileira, a cantora busca descobrir e resgatar com liberdade, estilos musicais distintos, como num laboratório de experimentos sonoros, onde as influências e sonoridades são diluídas com muita sutileza e elegância. (Site da Cantora).

 

 

 

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Conhecendo a MPB de qualidade – destaques 2017: 2. Alberto Salgado

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Multi-instrumentista, Salgado é músico, intérprete, compositor, arranjador e
professor de violão. Há 18 anos, o brasiliense exala música com ricas harmonias, diferentes melodias e ritmos brasileiros. E tempera a MPB com sua voz, violão, percussão e berimbau, em versos que tratam de ecologia, cotidiano, amores e pequenas histórias com certa pitada de humor. O músico mistura, na mesma panela, ritmos percussivos com elementos da nova MPB, usando e abusando da sua maneira de tocar violão: a mão direita é responsável pelas divisões rítmicas. É comum perceber em suas músicas, compassos compostos e alternados com influências rítmicas da bossa-nova, samba, afro-samba e sons mantras-percussivos. Dos ritmos da capoeira aos clássicos e contemporâneos. (Site do artista)

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Conhecendo a MPB de qualidade – destaques 2017: 1. Juçara Marçal

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Juçara Marçal (27 de Janeiro de 1962, Rio de Janeiro) é uma cantora e professora brasileira, conhecida tanto pelo seu trabalho nos grupos Vésper Vocal, A Barca e Metá Metá e também por parcerias com Kiko Dinucci , tem importante  carreira solo.

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Faces: Harmonia do Sampler – Mal Acostumado (2018)

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Uma versão bem divertida dos brasilienses do Harmonia do Sampler. “Harmonia do Sampler é a síntese do espaço-tempo contemporâneo que estabiliza a frequência das estrelas”. (Caetano Veloso).

Do sertanejo ao drumandbass, do axé ao house, do brega ao funkmelody, do pagodão ao trap, a cultura de massa brasileira misturada as várias vertentes da dancemusic é a matéria prima utilizada para de divertirem no conceito da fuleragem hype. (Sua Música)

Harmonia do Sampler’, formado por Caê Maia nos vocais, Rafael Ops nas programações eletrônicas e Cleber Machado na produção executiva.

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Ouvir Jazz: Post 5 – Ragtime

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Contemporâneo do blues, o ragtime influiu intensamente no desenvolvimento do  jazz inicial. Às vezes fica difícil separar jazz do ragtime, mas existem diferenças significativas.

“ As semelhanças entre os dois estilos relacionam-se principalmente às técnicas de teclado. No rag a mão esquerda faz o baixo pesado, enquanto a direita repete sincopações.”  (Ted Gioia)

O jazz se apropriou tanto das estruturas feitas com a mão direita no piano, quanto das usadas pela mão esquerda. Este modo de tocar influenciou toda uma geração de pianistas de jazz, sendo chamado de ragging ou ragged time.

 

Considera-se  como a primeira obra de ragtime publicada  “Mississippi Rag” (1897), composta por William Krell. Mais tarde, no mesmo ano, Tom Turpin se tornou o primeiro compositor negro a publicar uma composição de ragtime com seu trabalho “Harlem Rag“.

” St Louis Rag ” (1903) composed by TOM TURPIN, on a piano roll

O ragtime se tornou tão popular na virada do século (como o choro no Brasil), que os críticos musicais resolveram ataca-lo.  Na época, a  revista Metronome declarou: “Lamentamos pensar que alguém possa imaginar que o ragtime tenha a menor importância musical. É uma onda popular na direção errada”.

 

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Em meio a essa rápida disseminação de um novo estilo musical, o termo “rag” invariavelmente tornou-se usado em demasia, mal aplicado, muitas vezes sendo empregado para denotar uma ampla gama de expressões musicais afro-americanas. Muitas peças desse período usam a palavra “rag” em seu título, embora tenham pouca semelhança com o que veio a ser conhecido como estilo de rag “clássico”, assim como muitas das chamadas composições de “blues” se desviaram, consideravelmente, do padrão original.

 

Assim como o blues rural floresceu no Delta do Mississipi e o jazz em Nova Orleans, o ragtime chegou ao auge no Missouri, especialmente em Sedalia (capital do estado), Cartago e St.Louis.O movimento se deu largamente em torno de Scott Joplin que reuniu em torno de si um grupo de pianistas promissores, incluindo Scott Hayden e Arthur Marshall. Os três acabaram se mudando para St.Louis e junto com os compositores locais como Louis Chauvin, Tom Turpin e Artie Matthews fixaram o estilo.

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