Lançamento: Jair Naves – Trovões a me Atingir (2015) – Crítica

COTAÇÃO : *** 1/2

Jair Naves, ex-Ludovic chega ao seu segundo disco solo com um forte apelo anos oitenta e ao praticamente falar as suas músicas ao invés de cantá-las ecoa Leonard Coehn e Gil Scott-Heron .  Resvala tem influência dos Titãs em sua fase mais romântica, já 5/4 (Trovões vêm me atingir) lembra Legião Urbana e poderia ser cantada por Renato Russo – o clima permanece na gostosa  Incêndios (O clarão de bombas a explodir), e na romântica B., com Bárbara Eugênia nos vocais,. Prece atendida, Em concreto, Deixe/ Force, No meu encalço mantêm o bom nível. O disco fecha com a bela Um trem descarrilhado, mas a impressão que fica é que a carreira de Jair está é entrando nos trilhos. Destaque para os convidados Guizado no trompete, Caio e Igor Bologna na percussão, Raphael Evangelista no violoncelo e dos brasilienses Camila Zamith do ‘Sexy Fi’ e Beto Mejia dos ‘Móveis Coloniais de Acaju’, que acrescentam alta qualidade instrumental.

Mais Jair Naves, inclusive Download gratuito do disco em Raras Músicas

Os Melhores de 2012: #16. Jair Naves – E você se sente numa cela escura, planejando a sua fuga, cavando o chão com as próprias unhas

Ícone da cena independente paulistana, Jair Naves lançou nesta semana um dos melhores discos do ano. Com o quilométrico título “E você se sente numa cela escura, planejando a sua fuga, cavando o chão com as próprias unhas”, o álbum amplia as fronteiras do pós-punk para exaltar a vida ao som de violões, piano e acordeon, falando sobre preconceito, solidão, morte e angústia em versos como “O desespero me invade / um choro em meu rosto arde / mas eu não posso me deixar abater”.

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