Faces: Beto Só

O brasiliense Beto Só está lançando seu terceiro disco depois de  Lançando Sinais (2005) e Dias mais tranquilos (2008) , a parceria com a Senhor F Discos e com o produtor Philippe Seabra (Plebe Rude) é mantida em Ferro-velho de boas intenções. Beto conta o que o acompanhou durante o processo de criação: reflexões políticas, cinema, literatura e o melhor da tradição “singer/songwriter” (Elliot Smith, Nick Drake, Neil Young).(disponível no Trama Virtual e no Raras Músicas). A Vitrola recomenda fortemente.

Dicas: Músicas do Espinhaço

Músicos:

Bernardo Puhler: Bernardo Puhler é a pedra fundamental do projeto Músicas do Espinhaço. Este cantor, multinstrumentista e fotógrafo mineiro assina a maioria das canções do grupo e tem relação tão profunda com a Serra do Espinhaço que alguns lhe apelidaram do próprio nome da serra. Antes de formar o projeto em questão Bernardo estudou brevemente piano no conservatório da UFMG, harmonia com Clóvis Aguiar e tocou repertório de música popular brasileira em diversas casas da noite belo horizontina. Bernardo canta, toca violão, piano e flauta transversal nas gravações.

Eloy D´Paula: Formado em baixo acústico pela Universidade Federal de Minas Gerais Eloy D´Paula é um músico de sofisticação apurada. Em seu currículo constam apresentações em festivais de jazz na França, Itália e América do Sul. No Músicas do Espinhaço ele responde pela integração entre o corpo percussivo e a harmonia. Acompanha também o músico Jorge Bonfá, vencedor do prêmio BDMG instrumental em 2008.

Gustavo Campos : Bernardo convidou Gustavo Campos para uma travessia de 4 dias pelas montanhas do alto Jequitinhonha. Entre Felício dos Santos e o Parque Estadual do Rio Preto se deu a iniciação deste antropólogo no Músicas do Espinhaço. Gustavo é percussionista com experiências valiosas adquiridas em oficinas e workshops com alguns dos mais importantes músicos do Brasil como Marcos Suzano e Djalma Corrêa. Também deve seu aprendizado aos percussionistas mineiros Bruno Santos e Mateus Bahiense, às manifestações da cultura popular e aos grupos dos quais fez e faz parte. Dentre eles estão as bandas Veredas e Preto Serenata além da Roda de Djembes, grupo de estudos dedicado à musicalidade africana.

Matheus Félix: Violinista e bandolinista Matheus Félix é conhecido pelo diversificado universo musical que transita em Minas. Formado pela UEMG no curso de Bacharelado em violino, Félix acompanha o Músicas do Espinhaço desde o início de 2010 tendo participado das gravações de “Espinhaço III” e “Pedra do Elefante” no livroCD “O Encontro das Cordilheiras”. Além do trabalho com o grupo possui o duo com Rodrigo Lana (Banda Diapasão) e o Quarteto 16 Cordas. Também é regente, professor de violino e bandolim em projetos, escolas de música e particular.

Rafael Furst: Bateria, percussões, violoncello, violão, baixo e canto são alguns dos instrumentos que esse músico se habilita durante as apresentações do Músicas do Espinhaço. Rafa é um pulso de intensidade rítmica e esta força está também presente em seu trabalho como fotógrafo profissional. Passou muitos anos se apresentando em bares de belo horizonte onde no início de 2001 conheceu Bernardo Puhler. De lá pra cá é o parceiro mais freqüente deste, tendo assinado com ele diversas canções.

Conheça outros músicos ligados ao projeto:

Uma amostrinha da boa música destes artistas:

Mais dos Músicos do Espinhaço : No BlogRaras Músicas ou no site dos artistas: Músicos do Espinhaço que estão agora lançando seu terceiro CD Jardim do Mundo

Divulgação: Nômade — Festival Internacional de Diversidade Cultural

 

Baseado no conceito de festivais internacionais, o Nômade — Festival Internacional de Diversidade Cultural — pretente trazer ao público de Belo Horizonte, gratuitamente no Parque Municipal, o espírito dos eventos de celebração da diversidade cultural humana e da consciência planetária.Em comemoração dos 20 anos do programa Nômade nas ondas das rádios brasileiras, a curadoria artística sera realizada pelo produtor cultural francês radicado no Brasil Paco Pigalle, reconhecido por suas ações culturais que promovem e perpassam pela diversidade cultural mundial.O festival contemplará apresentações artísticas dos quatro cantos do mundo para toda a família.

Programação:

13 de Agosto: Haoussa (Marrocos) + Eddie Campbell (EUA)
14 de Agosto: Ray Lema (Congo) e Chico César (Brasil) + Sol Alac (Argentina)
Roda de samba com Copo Lagoinha.

 Conheça os artistas:

Haoussa: Marrocos- 13/08/11

O grupo foi criado em  2002 e depois reconfigurado em 2007.  Haoussa são os precursores do punk marroquino, mas também de uma nova forma de poesia urbana. O som do  Haoussa, mistura a inspiração do  punk rock, com a tradição musical marroquina, e as sonoridades norte africanas, reforçada por iscas de eletro-rock, ska, reggae e hardcore. O espírito do Haoussa é punk, e por sí só contestador, e para isto sua  música se utiliza da dança e da reflexão, assim sendo seus espetáculos são uma mistura de música, projeção de vídeo e teatro.  (Texto original no My Space)

Eddie Campbell: USA – 13/08/11

Eddie Campbell é um bluesman com pedigree. Nascido em  Duncan, Mississippi, em 1939, Eddie C Campbell cresceu no  West Side de  Chicago’s ,convivendo e tocando com lendas como  Magic Sam, Willie Dixon, Little Walter e outros.  Hoje ele é tido como um dos grandes nomes vivos do Blues. Campbell tem  um estilo próprio, um ritmo alegre e irresistivelmente dançante que conquista plateias por todo mundo. (Saiba mais )


 

Ray Lema (Congo) e  Chico Cesar (Brasil): 14/08/11

Ray Lema: (Raymond Lema A’nsi Nzinga), Conhecido como ‘Ray Lema’, é um artista nascido no Congo no dia 30 de Março  de  1946 em  Lufu-Toto, Província Central do Congo . Lema é pianista, guitarista,e compositor. A parceria surgiu em 98 quando Ray Lema e Chico Cesar se encontraram pela primeira vez no Brasil. Estava formada uma amizade baseada no amor pela música e pautada pela criatividade, resultando em um trabalho diferente e original, longe dos clichês musicais que existem por aí.

Chico Cesar: Francisco César Gonçalves (Catolé do Rocha, 26 de janeiro de 1964) é um cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro. Muito conhecido por seus sucessos e desde janeiro 2010 é Secretário de Cultura do Estado da Paraiba.


Sol Alac (Argentina) – 14/08/11



Sol Alac é uma cantora argentina, nascida em Bahia Blanca, província de Buenos Aires. Estreando em palcos brasileiros, neste ano, lançou o DVD “La Luz de Mis Ojos”, gravado na capital mineira.No repertório, uma seleção de tangos, boleros e bossas. Entre eles, “Nostalgias”, “Vete de Mi”, “Volver” e “Grisel” que se destacam entre os clássicos do cancioneiro latino-americano interpretada por Sol.

Copo Lagoinha (Brasil) – 13 e 14 /08/11

O COPO LAGOINHA nasceu a 16 anos em Belo Horizonte após a reunião de diversos sambistas da época.Diversas formações se sucederam ao grupo até que em 2004 o LAGOINHA passou a apresentar um repertório renovado de releituras do samba e composições do grupo, passando pelo maxixado de Sinhô, samba de breque, exaltação, samba de breque de Moreira da Silva, partido alto, o samba de quadra, o samba canção e o samba-enredo. Entre 2002 e 2009 o LAGOINHA participou de diversos projetos do samba acompanhado por ícones como Nelson Sargento, Monarco, Délcio Carvalho, Mauro Diniz, Nei Lopes, João Nogueira, Armando Marçal, Ataulfo Alves Jr; Gabrielzinho do Irajá, Velha Guarda da Mangueira e Seu Jorge. Em 2010 o Lagoinha encerrou a edição 2010 do “Comida de Buteco” dividindo o palco com a cantora Mart´nália para um público de 18 mil pessoas.

Lançamento: Stevie Nicks: In Your Dreams

O Vitrola dos Sousa tem uma nova dica – olha quem está de volta: Stevie Nicks, (Stephanie Lynn Nicks), (Phoenix, Estados Unidos, 26 de maio de 1948) é uma cantora e compositora norte-americana, mais conhecida como cantora da banda Fleetwood Mac.

Seu novo CD, o primeiro em 10 anos é “In Your Dreams” , que tem impressionado muito bem a crítica americana. O Vitrola foi conferir e gostou. É muito bom voltar a ouvir Stevie Nicks  cantando bem como antigamente:

E para matar a saudade, num sucesso antigo…

25 best albums of 2011 so far

A revista inglesa New Musical Express (NME) indicou em sua edição eletrônica os 25 melhores CDs do ano até agora

1 . James Blake, ‘James Blake’

2. Wild Beasts, ‘Smother’

3. LCD Soundsystem, ‘The London Sessions’

4. Gorillaz, ‘The Fall’

5 . Lykke Li, ‘Wounded Rhymes’

 

os outros 20 indicados:

  1. Motorhead, ‘The World Is Yours’
  2. Noah & The Whale, ‘Last Night On Earth’
  3. Mogwai, ‘Hardcore Will Never Die, But You Will’
  4. Suuns, ‘Zeroes QC’
  5. The Naked And Famous, ‘Passive Me, Aggressive You’
  6. Yuck, ‘Yuck’
  7. The Streets, ‘Computers And Blues.’
  8. The Vaccines, ‘What Did You Expect From The Vaccines?’
  9. Beady Eye, ‘Different Gear, Still Speeding’
  10. Diddy – Dirty Money, ‘Last Train To Paris’
  11. Esben And The Witch, ‘Violet Cries’
  12. Frankie & The Heartstrings, ‘Hunger’
  13. Anna Calvi, ‘Anna Calvi’
  14. Glasvegas, ‘Euphoric /// Heartbreak ‘
  15. Elbow, ‘Build A Rocket Boys!’
  16. Iron & Wine, ‘Kiss Each Other Clean’
  17. The Joy Formidable, ‘The Big Roar’
  18. Bright Eyes, ‘The People’s Key’
  19. Kurt Vile, ‘Smoke Ring For My Halo’
  20. PJ Harvey, ‘Let England Shake’

 




Dica : Orelha Negra

Você é daqueles que pensa que Música Portuguesa se restringe ao Fado ? Surpresa…

Olhe que vídeo lindo, que música interessante a do Orelha Negra

A propósito:

VHILS é o artista de rua português Alexandre Farto, cujo trabalho é mostrado neste vídeo. Sua técnica consiste em criar obras de arte a partir de explosões controladas – este vídeo mostra em câmera lenta, o trabalho de VHILS

Quer ver mais clipes do Orelha Negra? Veja ao lado no Toca-Vídeos da Vitrola dos Sousa

Dica: Quarteto Cobra Coral

Quatro artistas mineiros  :  Flávio Henrique, Kadu Vianna, Mariana Nunes e Pedro Morais, embora tenham sólida  carreira individual resolveram se unir executando canções próprias , parcerias e músicas que gostam. Eles preferiram uma formação de quarteto vocal, que privilegia um lado mais intimista e elaborado e o resultado tem feito muito sucesso na cena cultural mineira.A formação foi batizada em homenagem à parceria de Caetano Veloso e Wally Salomão, Cobra Coral.

O formato acústico de três violões e quatro vozes é perfeito para a compreensão dos ricos arranjos vocais que o grupo preparou. No repertório canções como “E o que for já é “ (Kadu Vianna e Pedro Morais), “Tristesse” (Milton Nascimento e Telo Borges), “A Rede”(Lenine), “Cobra Coral” (Caetano Veloso e Wally Salomão), Falso Milagre do Amor (Ed Motta) e Pássaro Pênsil (Flávio Henrique e Carlos Rennó). (Texto de BH Eventos)

 

 

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: