Discoteca dos Sousa: Paul McCartney – Ram (1971)

Ram é o segundo álbum solo lançado pelo ex-beatle Paul McCartney em 1971, mas foi  primeiro solo de Paul  que eu prestei a atenção. Hoje tenho o disco em vinil, , guardado em minha discoteca, com muito carinho. O álbum marca algumas das primeiras parcerias entre  Paul e sua mulher Linda McCartney, numa espécie de contraponto à parceria  John Lennon / Yoko Ono.

Depois do lançamento de seu primeiro álbum solo, depois da separação dos Beatles, em 1970 (o álbum chamado McCartney), ele e a mulher foram passar férias em sua fazenda na Escócia. Foi neste período que eles trabalharam na composições das músicas para o álbum seguinte.O álbum foi gravado em Nova York e contou com a participação de Denny Seiwell na bateria e Dave Spinozza e Hugh McCracken nas guitarras. Denny Seiwell posteriormente seria chamado por Paul para fazer parte de sua nova banda, os Wings.

Em fevereiro no mesmo ano, Paul lançou o compacto com a música “Another Day”. A música não fez parte do álbum Ram lançado em maio, mas se tornou um grande sucesso.A música de maior sucesso do álbum foi “Uncle Albert”, que atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. O álbum atingiu o primeiro lugar na Inglaterra e segundo nos Estados Unidos. (Fonte: Wikipedia). Eu ainda cito como um hit de menor impacto, nas que tocou muito em minha vitrola “Monkberry Moon Delight” .

Uma curiosidade : outro grande sucesso do álbum foi “Too Many People” , uma das três canções escritas por McCartney, que John Lennon tomou com dirigidas a ele. As outras foram  “Dear Boy” e “The Back Seat Of My Car”  que deram origem a alguns revides por parte de John, sendo a mais agressiva “How do you sleep“, gravada no álbum Imagine, lançado no mesmo ano.

Melhores de 2013: # 95. Paul McCartney – New

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É muito bom ver sir Paul, o velho Macca, aparecer em nossa lista como um dos melhores do ano. Quando muita gente podia apostar em acomodação, não é que o ex-Beatle mais queido do planeta apresenta um álbum delicioso. Nele Paul ora soa como Beatle, como em “Queenie Eye”, ora como Wings em “Aligator“, ora melódico como em “On my way to work“. Há ainda momentos de nostalgia, como a faixa título, na qual Paul faz uma homenagem a swinging Londres dos anos sessenta. Paul se mostra conectado com a música do século 21 ao trabalhar com  produtores jovens, que dão um ar de frescura ao seu novo trabalho – “Save Us“tem o dedo de Paul Epworth, produtor de Adele e Foster the People, “Appreciate“o de Giles Martin, filho do lendário George Martin. Em fim um grande disco que não para de tocar na nossa Vitrola.

Top Top: 10 Músicas que Paul McCartney não tocou

Aproveitando a vinda de McCartney a BH, e mesmo reconhecendo que não dava para ele tocar todas as músicas que queríamos ouvir, ou o show duraria mais de 4 horas, o Top Top “reclama”a ausência de algumas músicas que poderiam ter sido executadas ao vivo. Agora que ele pagou ao menos algumas dívida comigo tocando ao vivo Another Day,Lovely Rita ,Let Me Roll It,Maybe I’m Amazed,Hope of Deliverance, Junior Farm e Being For The Benefit Of Mr. Kite” tocada pela primeira vez ao vivo desde sua gravação, porque não pedir mais ?

10 . My Love

Começamos de uma óbvia, que fazia parte do repertório dos outros shows e foi retiradadepois do novo casamento de Sir Paul. Tudo bem, mas que faz falta, faz.

9 . C Moon

Sucesso da época dos Wings, deliciosa e divertida, faria sucesso ao vivo

8 . Pipes of Peace

Linda canção pacifista de Paul, poderia ser ilustrada com imagens impactantes

7 . No More Lonely Nights

Outro clássico esquecido de Paul McCartney. Para os momentos românticos

6 . Heart Of The Country

E que tal a ótima Heart of the Country, do album Ram ?

5 .  Monkberry Moon Delight

Outra pouca conhecida, também de Ram , o meu disco favorito de Paul

4 .  Give Ireland Back To The Irish

Outra música protesto, da época dos Wings, talvez um pouco sem sentido hoje, mas os ingleses ainda não devolveram a Irlanda para os irlandeses. Vamos cantar de novo Paul ?

3 .  Back To The Egg” Medley

Que tal o belíssimo medley Back to the Egg , album pouco pretigiado de 1979 ?

2 .  Young Boy

Outra canção menosprezada na discografia de Paul, mas que não fica a dver nada às suas congêneres, Esta é do álbum Flaming Pie dec1997

Top Top

1 .   Uncle Albert/Admiral Halsey

Outra de Ram, que também perdeu o sentido político, mas não a beleza musical.

Crítica: Paul McCartney – Turnê “Out There”

Eu não imaginaria estar escrevendo esta crítica aqui hoje, mas estou. Sim ele veio falar “uai”. Sir Paul McCartney, em carne, osso e muita simpatia, como sempre, abençoou finalmente esta terra carente de megashows que é Belo Horizonte. Finalmente provamos, após grande força popular (e mérito da petição no facebook chamada “Paul Vem Falar Uai”) que nossa BH está entrando para a rota da música mundial.

O que vi ontem foi uma cidade em frisson, mas também quem não ficaria? É o Paul meu povo! É o que temos de mais próximo aos Beatles hoje (com meu TOTAL respeito a Ringo Starr que também faz shows extraordinários, mas não segue a linha histórica de Paul).

Lamento muito ainda a falta de estrutura da “Toca 3″‘ (foi mal atleticanos, a casa ainda é só nossa) e a falta de preparo da produtora para receber tamanho evento. A toda hora eu podia ouvir o clássico comentário “este é o país da copa”, pois eram filas intermináveis, comidas e bebidas caras, instrutores que não instruiam nada e por ai vai. O meu setor, a cadeira inferior roxa, tinha somente um local de entrada e saída…imaginem o caos? Ouvi falar que até a pista premium teve seus perrengues por ai. Mas ninguém desistiu afinal, pelo sir Macca, vale tudo, até confusão num sábado a noite.

Paul entrou pontualmente (como todas as outras vezes) às 21:30. E eu amo essa pontualidade britânica, é só mais um charme de Sir Paul. E entrou logo chutando tudo com a clássica “Eight Days a Week”, um presente para os Beatlemaniacos presentes no local (eu diria 90% do público presente). Apesar de um começo morno, pois logo depois ele emendou “Junior Farm” que não era de grande conhecimento do público belorizontino, ele levantou a platéia com “All My Loving”, logo resgatando bons tempos do ié ié ié e mexendo todo o Mineirão.  Brincou muito, eram várias frases em português e mineirês como “Trêm bão demais” e o esperado “Uai”…espero mesmo que tenham contado a ele o porque de falarmos tanto “uai’, afinal nada mais inglês que esta expressão mineira.  Um momento mais introspectivo se prolongou após “Listen to What The Man Said”, “Let Me Roll It” (grande fase de Macca com Wings), “Paperback Writer”, “My Valentine” (do belíssimo Kisses on The Botton, um presente para os casais apaixonados e com direito a Jonnhy Deep e Natalie Portman no vídeo), “The Long and Winding Road”  e a inesperadíssima ‘Maybe I’m Amazed”, em homenagem eterna a sua Linda (que dessa vez só não foi mais homenageada em respeito a atual mulher de McCartney).

A partir dai, após ter ganhado os corações da platéia (afinal como não chorar com Maybe I’m amazed?) ele trouxe “Hope of Deliverance” (mais uma novidade da turnê), “We Can Work It Out” e, pasmem “Another Day”. Esta música do album “Ram” é um lado B que fez muito sucesso no Brasil na década de 70, mas nunca deixou de ser um lado B, por isto era totalmente inesperada. Para minha alegria, da minha irmã e do meu pai (que é apaixonado com essa música), Paul permitiu que curtíssemos juntos (mas separados apenas por sentarmos em locais diferentes) esse clássico. Depois dela ainda ganhamos de presente “And I love Her”, levando muitos ao choro, a belíssima obra prima de Paul “Blackbird” e “Here Today”, em homenagem a John Lennon (linda letra, mas particularmente não uma de minhas favoritas).

Mas mais surpresas estavam reservadas para os mineiros nesta noite. Ao entoar “Your Mother Should Know”, outro clássico lado B só que da época de Beatles, Paul homenageou mulheres e mães, passando em seu telão imagens de mães famosas com seus filhos (inclusive de Lady Di com os principes ainda pequenos, que foi a que mais me marcou), já emendada com “Lady Madonna” que voltou a agitar a platéia que parecia desconhecer a música anterior. Melhor ainda foi a presença de “All Together Now”, onde era possível ver todos dançando de maneiras mais diferentes e mais desajeitadas possíveis, o que tornou a música ainda mais divertida. “Eleanor Rigby” também foi cantada a plenos pulmões por todo o estádio, “Mr Vanderbilt” com seu coro “OH HEY OH” também me fez arrepiar e ai recebemos mais um pequeno presentinho de Sir Paul: “Being For The Benefit Of Mr. Kite” tocada pela primeira vez ao vivo desde sua gravação. Era possível perceber que muitos presentes entenderam aquilo como uma nova música e não como um lado MUITO B da época de Beatles. Os beatlemaníacos (como eu) foram ao delírio. Ah Paul, você sabe mesmo ser demais.

Com o Ukelelê ele novamente homenageou George Harrisson com a lindíssima “Something” e seu guitarrista fez arrepiar até meus fios de cabelo ao entrar com o solo de George e mostrar a falta que ele faz a música mundial. “Obladi Obladá”, “Band on The Run”, “Hi Hi Hi” e “Back at The URSS” mantiveram o pique do showzaço que estavamos presenciando, até novamente sermos surpreendidos com talvez a cena mais bonita de todo o show: em “Let it Be” todo o Minerão foi iluminado por câmeras, celulares, isqueiros e o que mais tinha de luminoso e criou um belíssimo céu estrelado na terra. Não podia ser mais adequado. Chorei de emoção, e olha que nem gosto de “Let It Be”. Nesta hora fomos nós mineiros que demos o show, e até Macca reconheceu isto.

Let It Be

“Live and Let Die” foi a próxima com aquele show de pirotecnia que encanta, sem contar os jogos de luz e de câmera no telão, faz até a gente esquecer que só uma música pra um filme do 007. Depois ele fechava o show (antes dos dois bis) com “Hey Jude” para mais uma participação das luzes da platéia. Pra quem foi embora essa hora, nada a reclamar, mas ainda perderam um dos pontos altos do show. Paul voltou ao palco para a dancante “Day Tripper” já avisando que havia mais para dar, “Lovely Rita” foi outra agradabilissima surpresa para os beatlemaníacos seguida para a inconstestável “Get Back”, uma das melhores músicas do quarteto londrino, fechando o bis número 1. Para o retorno, fazendo graça com bandeiras do Brasil e Grã-Bretanha, Paul comandou o coro para “Yesterday”, radicalizou com Helter Skelter (levando sua voz ao grau máximo de esforço) e fechou o show com o MARAVILHOSO medley”Golden Slumbers-Carry That Weight-The End”. Precisava de mais? Para os fãs, sempre, mas para quem foi ver ou conhecer a lenda, Paul mostrou porque foi e ainda é o maior músico pop/rock em atividade no mundo. Showman como ele ainda não encontramos. Sorte de quem esteve no Mineirão ontem como eu.

Live and Let Die

Para nós, cruzeirenses, atleticanos, americanos, mineiros e brasileiros presentes fica só o desejo de quero mais e nosso humilde agradecimento expressado através de milhares plaquinhas de Thank you durante o “Hey Jude”. Obrigada por uma noite inesquecível Paul.

Novidade: Paul McCartney lança novo CD

Paul McCartney lançará novo CD em fevereiro. Para ir aumentando as espectativas, Paul já divulgou o primeiro single:

My Valentine

What if it rained?
We didn’t care
She said that someday soon
The sun was gonna shine.
And she was right,
This love of mine,
My valentine

As days and nights,
Would pass me by
I tell myself that I was waiting for a sign
Then she appeared,
A love so fine,
My valentine

And I will love her for life
And I will never let a day go by
Without remembering the reasons why
She makes me certain
That I can fly

And so I do,
Without a care
I know that someday soon the sun is gonna shine
And she’ll be there
This love of mine
My valentine

(instrumental)

What if it rained?
We didn’t care.
She said that someday soon
The sun was gonna shine
And she was right
This love of mine,
My valentine

TOP TOP Músicas Românticas Internacionais

amor

Aproveitando o clima namoro/noivado/casamento, e escutando a trilha sonora romântica do almoço do domingo passado promovida pelo meu pai, resolvi resgatar o TOP-TOP (que estava sumido há tempos, concordo) e fazer um de músicas românticas, afinal todo mundo já teve um amor, uma dor de cotovelo, um filme tragédia favorito, e é claro que a música romântica faz parte destes momentos, correto? Como a maioria das músicas fala de amor eu vou selecionar somente internacionais neste post, para facilitar o meu trabalho e evitar as polêmicas. Vamos lá?

5. Wicked Game – Chris Isaac
Eu arrepio quando escuto essa música. Juro. Não sei se é o impacto “Ross and Rachel” que ela me causa (porque nossa, nada mais triste do que aquela cena da Rachel na janela após brigar com o Ross), mas eu acho ela impactante. É tão impactante que chega a ser baranga. E é tão baranga que chega a ser extremamente romântica. E o clipe? Dispensa comentários, assim como o agudo estendido de Chris Isaac no refrão: “no IIIIIIIIIIIIIIIII don’t wanna fall in love…”. Aliás, dúvida para o Guru do site, Mauro Kleber, Chris Isaac teve outro sucesso?

No clima desta dúvida, do agudo sensacional e do “We were on a Break” de Ross and Rachel “Wicked Game” é nosso 5º lugar!

4. Book of Love – Peter Gabriel
Quem já viu “Shall We Dance” (ou Dança Comigo em bom português)? Aposto que a maioria das mulheres já viu e se derreteu com a cena do Richard Gere subindo as escadas rolantes trazendo uma rosa para sua esposa, a Susan Sarandon, inclusive eu! Uma das responsáveis pela cena ser tão romântica é a música, Book of Love. A voz de Peter Gabriel é roucamente suave e linda, e eu acho que encaixa perfeitamente em uma música romântica. E a letra? “But I love it when you give me things, and you ought to give me weeding rings”. Lindo!

Por ser a trilha do “Shall We Dance”, pela letra e pela voz rouca de Peter Gabriel, “Book of Love” é nosso 4º lugar!

3. My Love – Paul McCartney
O amor entre Paul e Linda era muito grande. Era tão grande que o Paul até ignorava a falta de talento musical de sua esposa para deixar ela cantar e tocar em sua banda pós Beatles, o Wings. Mas Paul fez uma de suas músicas mais bonitas nesta época, que não envolvia a participação de Linda, mas que foi feita pra ela. “My Love” é simples, como todas as músicas do Paul, e quando você escuta até parece que você já conhece ela de algum outro lugar, por ser tão romântica. A letra é quase inteira baseada em my love, mas a frase campeã clichê do romance é “And when I go away, I know my heart can stay with my love, It’s understood”. Clássico.

Por ter a frase campeã clichê do romance e por ser o Paul “My Love” é o 3º lugar!

2- Last Goodbye – Jeff Buckley
Jeff Buckley é um romântico injustiçado. Suas músicas eram tão tristes que todos esqueciam que ele só queria falar de amor, e não importa se fosse uma música com desfecho infeliz como Last Goodbye, o importante era falar de amor. Nesta música o “eu-lírico” se despede de sua paixão propondo um último encontro, um último adeus. Junto com a voz suave de Jeff eu considero esta uma das músicas mais românticas que já ouvi, até arrepio!

Por ser um romântico injustiçado, Last Goodbye é nosso 2º lugar!

1- Wonderfull Tonight – Eric Clapton
Ok. Wonderfull Tonight é clich mas, se pensarmos racionalmente, é uma das músicas mais românticas já produzidas. Eric escreveu a letra em uma sentada, enquanto esperava sua namorada Pattie Boyd se arrumar, para irem a uma festa na casa de Paul e Linda McCartney. A letra é simples e descreve o que ele sentia enquanto esperava, e é nítido o tamanho da paixão de Eric por Pattie (já descrito inclusive em autobiografias e biografias não autorizadas do cantor) que foi transcrita para essa música. E a Pattie não é fraca não, além de inspirar Eric Clapton ela também foi a motivação para músicas como “Something” (que também merecia este primeiro lugar!), “I Need You” e “For You Blue” de George Harrisson, “Layla” também de Eric Clapton, além de também ter despertado o interesse de Mick Jagger e John Lennon. É mole?

Por ser uma música feita em uma sentada ao admirar a maior musa dos roqueiros da década de 70, “Wonderfull Tonight” é nosso 1º lugar!

Paul McCartney no Morumbi

Nosso queridissimo ex-beatle e dono de uma carreira solo de sucesso, Sir Paul McCartney, esteve no Morumbi, em SP, no final de semana, como dissemos em alguns posts atrás. A turma dos Sousas esteve por lá, e vou deixar aqui algumas de minhas impressões (que acho que batem com a dos meus familiares).

Paul não é só um ex-beatle de sucesso. Paul é um “showman”, e mais do que isto, é um “showman” que sabe o que faz e que ama o que faz. É incrível como para ele ser um popstar é sinônimo de prazer (e isto desde a época dos beatles). Paul sempre gostou dos holofotes, e vamos concordar, os holofotes sempre gostaram dele.

Esbanjando simpatia Paul fez um show para qualquer beatlemaníaco (como nós sousas somos) não botar defeito, e para aqueles que foram somente apreciar a vinda de uma estrela ao Brasil, estes também sairam satisfeitos. Ele viajou entre músicas dos Beatles (seus grandes hits, dando também espaço a “Something” de George Harrison – com direito a ukelelê e tudo – e de “A Day In Life” -um dos grandes sucessos Lennon/McCartney- e “Give Peace a Chance” de John Lennon), hits da época de Wings (como “Jet”, cantada em coro pela plateia) e hits da carreira solo.

Paul ainda veio acompanhado de uma banda a sua altura, que vem em turnê com ele há 10 anos. O baterista Abe Laboriel Jr além de brincar com a plateia (dançando no fundo ao som de Dance Tonight) deu um show a parte em uma de minhas favoritas de Paul na época dos Beatles, a música “The End”. Aquele é um solo de bateria para ninguém botar defeito (e para contestar aqueles que acham Ringo um péssimo músico). Os outros não ficaram atrás: Paul Wickens no teclado, Brain Ray no baixo e guitarra e Rusty Anderson na guitarra (este também mostrando sua boa atuação em “Live and Let Die” e “Helter Skelter”).

Falando em “Live and Let Die”,  talvez este tenha sido o momento em que mais me surpreendi no show. Eu sabia dos jogos de fogos de artificio, chamas saindo do palco e imagens rápidas no telão, mas devo assumir que foi realmente impressionante. Paul transformou a música, que não é lá estas coisas, em um mega hit, digno de qualquer superstar da música pop.

Portanto para celebrar o momento deixo com vocês uma mostrinha do show com, é claro, um trecho de “Live and Let Die”:

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