Favoritos dos Sousa : Johnny Winter

O cantor e guitarrista de blues Johnny Winter, em foto de 19 de julho de 2008' (Foto: Diego Tucson/AFP)

John Dawson Winter III, mais conhecido como Johnny Winter (Beaumont, Texas, 23 de fevereiro de 1944, Zurique ,16 de julho de 2014) foi um guitarrista e cantor de blues norte-americano.

Johnny faleceu hoje, e com ele mais um pedacinho da história musical dos Sousa. Tinha eu, lá meus 15-16 anos, estudando para prestar o exame Vestibular, quando conheci o som de Johnny. Eu, pessoalmente já escutava um pouco de blues, com os raros discos que conseguíamos emprestados, de amigos que os traziam do exterior. Lembro que tinha gravado alguma coisa de Muddy Waters, Freddy King ,B.B. King e Robert Johnson, mas de repente fomos apresentados a um blues diferente . Os anteriores eram o que poderíamos chamar, oriundos do “blues de raiz”- todos negros, puros, maravilhosos guitarristas e músicos, mas faziam parte do mainstream do blues. Aliás, nesta época, o blues estava sendo resgatado dos guetos onde esteve confinado por muitos anos, via lançamentos de blues por artistas britânicos como John Mayall, Eric Clapton ou os Rolling Stones. Mas este blues, trazido pelos britânicos, embora também fosse ótimo, não passava de uma releitura dos clássicos americanos, apimentada com um pouco de rock. E de repente, eis que escuto Johnny Winter. Uma voz rouca, vinda do fundo da alma, como a dos negros, mas com um timbre diferente, temas diferentes, mais rock, quase branca, mas diferente. E eis que surge o dono da voz, um texano, completamente alpino, elétrico e transgressor. Foi amor à primeira vista. Escutar Johnny passou a ser um diferencial musical – Beatles, Rolling Stones, disco music, e até MPB todo mundo escutava, mas Johnny não, era para poucos.

Johnny começou muito jovem com seu irmão Edgar Winter, que, assim como ele, é albino. Seu primeiro disco, School Day Blues foi lançado quando Winter tinha 15 anos de idade. Em 1968 ele começou a tocar em um trio com o baixista Tommy Shannon e o baterista Uncle John Turner. O álbum Johnny Winter foi lançado no final do ano. Em 1969 o trio se apresentou em vários festivais, incluindo Woodstock. Foi a partir de Woodstock que ele chamou a atenção do mundo.Em 1988 ele foi incluído no “Hall da Fama do Blues” e em 2012, foi considerado o 63º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Tive o prazer de assisti-lo ao vivo em 2011, ao vivo, aqui em Belo Horizonte, em um show memorável. Johnny, já com evidentes limitações físicas, nos brindou com cerca de duas horas do mais fino blues texano. A Johnny Winter , um dos favoritos especiais dos Sousa, nossa saudade e agradecimentos por ter nos proporcionado momentos tão marcantes.

Discografia

  • Johnny Winter (1968)
  • The Progressive Blues Experiment (1969)
  • Second Winter (1969)
  • The Johnny Winter Story (1969)
  • Johnny Winter And (1970)
  • About Blues (1970)
  • Early Times (1970)
  • Before The Storm (1970)
  • Johnny Winter And Live (1971)
  • Still Alive And Well (1973)
  • Saints And Sinners (1974)
  • Austin, TX (1974)
  • John Dawson Winter III (1974)
  • Captured Live! (1976)
  • Together (1976), with Edgar Winter
  • Nothin’ But The Blues (1977)
  • White Hot And Blue (1978)
  • Raisin’ Cain (1980)
  • Ready For Winter (1981)
  • Guitar Slinger (1984)
  • Serious Business (1985)
  • Third Degree (1986)
  • The Winter Of ’88 (1988)
  • Let Me In (1991)
  • Jack Daniels Kind Of Day (1992)
  • Hey, Where’s Your Brother? (1992)
  • Live In NYC ’97 (1998)
  • Back In Beaumont (2000)
  • I’m A Bluesman (2004)
  • Roots (2011)
  • Step Back (previsto para setembro de 2014)

 

Favoritos dos Sousa: Bobby Womack

Bobby Womack – (Robert Dwayne “Bobby” Womack (Cleveland, EUA, 4 de março de 1944 – 27 de junho de 2014)

 

Foi um cantor, compositor e músico norte-americano. Ativo desde o início dos anos 1960, quando ele começou sua carreira como vocalista da banda de sua família chamado The Valentinos, e como um guitarrista que acompanhou Sam Cooke. A carreira de Womack foi desenvolvida durante mais de 40 anos e gerou um repertório em estilos como R&B, soul, doo-wop, gospel, country, funk. Womack foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame, em 2009. Pois Bobby morreu nesta sexta (27), aos 70 anos. Um representante de sua gravadora, a XL Recordings, confirmou a morte à revista “Rolling Stone”, mas disse que a causa ainda não é conhecida.O cantor já havia sido hospitalizado por um longo período em decorrência de um câncer e chegou a ficar em estado de coma, mas se recuperou e voltou aos palcos. seu último disco, “The bravest man in the universe” (2012), foi escolhido como um dos melhores do ano pela Vitrola dos Sousa. Ele deixa ainda um disco inédito, “The best is yet to come”, que tinha lançamento previsto para este ano, sem data definida. Com dez músicas, o álbum foi gravado nos dois últimos anos, com participações de Gerald Levert e Teena Marie, Rod Stewart, Damon Albarn, Stevie Wonder, Ronald Isley and Snoop Dogg.

Discografia

1968: Fly Me to the Moon (Minit) – US No. 174, R&B No. 34
1969: My Prescription (Minit) – R&B No. 44
1971: Communication (United Artists) – US No. 83, R&B No. 7, Jazz No. 20
1972: Understanding (United Artists) – US No. 43, R&B No. 7
1972: Across 110th Street (United Artists) – US No. 50, R&B No. 6
1972: Your Navy Presents (United States Naval Recruitment Dept.,) – 12 track promotion album issued as part of a recruitment campaign and sent to forces radio.
1973: Facts of Life (United Artists) – US No. 37, R&B No. 6
1974: Lookin’ for a Love Again (United Artists) – US No. 85, R&B No. 5
1975: I Don’t Know What the World Is Coming To (United Artists) – US No. 126, R&B No. 20
1975: Safety Zone (United Artists) – US No. 147, R&B No. 40
1976: BW Goes C&W (United Artists)
1976: Home Is Where the Heart Is (Columbia)
1978: Pieces (Columbia) – US No. 205
1979: Roads of Life (Arista) – US No. 206, R&B No. 55
1981: The Poet (Beverly Glen) – US No. 29, R&B No. 1
1984: The Poet II (Beverly Glen) – US No. 60, R&B No. 5, UK No. 31
1985: So Many Rivers (MCA) – US No. 66, R&B No. 5, UK No. 28
1985: Someday We’ll All Be Free (Beverly Glen) – US No. 207, R&B No. 59
1986: Womagic (MCA) – R&B No. 68
1987: Last Soul Man (MCA)
1989: Save The Children (Solar)
1994: Soul Seduction Supreme (Castle)
1994: Resurrection (Continuum) – R&B No. 91
1999: Back to My Roots (Capitol) – Gospel No. 27
1999: Traditions (Capitol)
2000: Christmas Album (Indigo)[3][18]
2012: The Bravest Man in the Universe (XL Recordings)[9] UK No. 49, US No. 181
2014: The Best is Yet to Come (XL Recordings)[19]

Live albums

1970: The Womack “Live” (United Artists) – US No. 188, R&B No. 13
1998: Soul Sensation Live (Sequel)

Compilation albums

1975: Greatest Hits (United Artists) – US No. 142, R&B No. 30
1975: I Can Understand It (United Artists) – same tracks as on Greatest Hits
1986: Check it Out (Stateside) – UK SSL 6013
1993: Midnight Mover – The Bobby Womack Collection (EMI USA)
1998: Red Hot + Rhapsody
1999: Traditions (Capitol)
2003: Lookin’ For a Love: The Best of 1968–1976 (Stateside Records)[20]
2004: Fly Me to the Moon/My Prescription on one CD (Stateside Records)[20]
2004: Understanding/Communication (Stateside Records)[20]
2004: Womack Live/The Safety Zone (Stateside Records)[20]
2004: Lookin’ For A Love Again/BW Goes CW (Stateside Records)[20]
2004: Facts of Life/I Don’t Know What the World Is Coming To (Stateside Records)[20]

As a featured artist

2001:Sleepwalking with Rae & Christian (Studio K7)[20]
2010: Plastic Beach with Gorillaz (Parlophone)[20]
2011: The Fall with Gorillaz (Parlophone)[20]
2014: Maybach Music V with Rick Ross (Maybach Music Group, Slip-n-Slide Records, Def Jam Recordings)

Um gostinho da genialidade de Womack:

Favoritos dos Sousa: Jair Rodrigues – Homenagem

O nosso Favorito homenageado desta vez não poderia deixar de ser Jair Rodrigues.

Jair Rodrigues de Oliveira

6/2/1939 Igarapava, SP

+ 8/5/2014 Cotia, SP

 

 

 

 

 

 

 

 

Jair iniciou sua carreira como crooner , cantando em casas noturnas, inicialmente no interior de São Paulo. Em 1960 ganhou um programa de calouros:  Programa de Cláudio de Luna” (Rádio Cultura) e foi contratado para gravar seu primeiro disco, um 78 rpm, em 1962. Curiosamente, este disco tinha duas músicas gravadas para a Copa de de 1962: “Brasil sensacional” e “Marechal da vitória”, sendo que a última fez bastante sucesso em São Paulo. Depois de outros 78 rpm, lançou seu primeiro LP em 1964: “Vou de samba com você” e logo a seguir o segundo “O samba como ele é”, também em 1964. Foi nessa época em que ele emplacou outro grande sucesso “Deixa isso pra lá” (Alberto Paz e Edson Meneses), em que ele meio que misturava uma série de gestos, com as palmas das mãos , com trechos praticamente falados. Por causa desta música, Jair foi considerado uma espécie de precursor do rap brasileiro. Em 1965, Baden Powell estava deixando um show que fazia regularmente no Teatro Paramount, em São Paulo e Jair foi convidado para substituí-lo. Foi lá que nasceu a sua famosa parceria com Elis Regina, uma estreante e que rendeu um outro LP de estrondoso sucesso: “Dois na bossa”, gravado ao vivo, logo seguido pelo lançamento de um programa de TV: “O fino da bossa”, produzido pela TV Record (SP), que teve estreia dia 19 de maio de 1965, marcando definitivamente seu lugar entre as grandes estrelas da MPB. Jair se distinguiu ainda nos anos sessenta por suas participações em festivais  musicais, uma febre na época. São de festivais suas memorável interpretação para Disparada” (Geraldo Vandré e Teo de Barros), dividindo o primeiro lugar com “A banda” (Chico Buarque), no Festival da Record de 1966. Sua popularidade extrapolou o Brasil e ele se apresentou com frequência no exterior, em países como Portugal, Alemanha, França, Suíça, Itália, Estados Unidos e Japão. Apresentou-se com Elis Regina e o Zimbo Trio no Cassino Estoril, em Portugal, no Teatro Famoso, na Argentina, e no Cine Ávis, em Angola, ao lado do grupo Os Originais do Samba, no Midem, em Cannes, entre outros espaços. Desde então Jair foi uma referência de sambista, de elegância, educação, bom  humor e sobretudo musicalidade. Hoje sua voz se calou, devido a um infarto, sofrido enquanto fazia uma sauna em sua casa. O cantor era casado com Clodine Mello, com quem tinha os filhos Jair Oliveira e Luciana Mello, também cantores.O Vitrola do Sousa não poderia deixar de prestar esta justa homenagem e colocá-lo em nossa galeria dos Favoritos do Sousa. Que Jair permaneça para sempre em nossa memória musical e afetiva.

DISCOGRAFIA:

  • (2014) Samba Mesmo – Volume 1 e 2 (I Tunes)
  • (2009) Festa Para Um Rei Negro (CD e DVD)
  • (2006) Jair Rodrigues – Programa Ensaio – Brasil 1991 • Trama • CD
  • (2005) Alma negra • Trama • CD
  • (2004) A nova bossa • Trama • CD
  • (2002) Intérprete • Trama • CD
  • (2000) 500 anos de folia vol. 2 • Trama • CD
  • (1999) 500 anos de folia-100% ao vivo • Trama • CD
  • (1998) De todas as bossas • Som Livre • CD
  • (1996) Eu sou… Jair Rodrigues • Movieplay • CD
  • (1994) Viva meu samba • Movieplay • CD
  • (1991) Lamento sertanejo • Copacabana • LP
  • (1988) Jair Rodrigues • Copacabana • LP
  • (1985) Jair Rodrigues • Copacabana • LP
  • (1984) Luzes do prazer • PolyGram • LP
  • (1983) Carinhoso • PolyGram • LP
  • (1982) Jair Rodrigues de Oliveira • PolyGram • LP
  • (1981) Antologia da seresta nº 2 • PolyGram • LP
  • (1981) Alegria de um povo • PolyGram • LP
  • (1980) Estou lhe devendo um sorriso • PolyGram • LP
  • (1979) Antologia da seresta • PolyGram • LP
  • (1979) Couro comendo • PolyGram • LP
  • (1978) Pisei chão • Phonogram • LP
  • (1977) Estou com o samba e não abro • Phonogram • LP
  • (1976) Minha hora e vez • Phonogram • LP
  • (1975) Ao vivo no Olympia de Paris • LP
  • (1975) Eu sou o samba • Phonogram • LP
  • (1974) Abra um sorriso novamente • Phonogram • LP
  • (1974) Jair Rodrigues dez anos depois • Phonogram • LP
  • (1973) Orgulho de um sambista • Phonogram • LP
  • (1972) Com a corda toda • Phonogram • LP
  • (1971) É isso aí • Phonogram • LP
  • (1971) Festa para um rei negro • Philips • LP
  • (1970) Talento e bossa de Jair Rodrigues • Philips • LP
  • (1969) Jair de todos os sambas • Philips • LP
  • (1969) Jair de todos os sambas nº 2 • Philips • LP
  • (1968) Menino rei da alegria • Philips • LP
  • (1967) Dois na bossa nº 3. Elis Regina e Jair Rodrigues • Philips
  • (1967) Jair • Philips • LP
  • (1966) O sorriso do Jair • Philips • LP
  • (1966) Dois na bossa nº 2 . Elis Regina e Jair Rodrigues • Philips
  • (1965) Dois na bossa. Elis Regina e Jair Rodrigues • Philips
  • (1964) Vou de samba com você • Philips • LP
  • (1964) O samba como ele é • Philips • LP

Favoritos dos Sousa : David Gilmour

Hoje é aniversário de David Gilmour – um de nossos favoritos – e talvez a melhor combinação guitarra/voz , que tenha marcado nossa geração setentista. Longa vida David !

David Jon Gilmour, CBE (Cambridge, 6 de Março de 1946)1 é um guitarrista e cantor britânico, vocalista da banda inglesa Pink Floyd, tendo também editado álbuns a solo bem como colaborado com outros artistas. Depois da saída de Roger Waters a meio da década de 1980 tornou-se a principal figura da banda. Foi considerado o 14º melhor guitarrista do mundo pela revista norte-americana Rolling Stone.

Discografia

Álbuns a solo

  • David Gilmour (1978)
  • About Face (1984)
  • On an Island (2006)
  • Live in Gdańsk (2008)

Com o Pink Floyd

Gilmour está presente na discografia do grupo entre 1968 e 2001, a saber:

  • A Saucerful of Secrets (1968)
  • Music from the Film More (1969)
  • Ummagumma (1969)
  • Atom Heart Mother (1970)
  • Meddle (1971)
  • Obscured by Clouds (1972)
  • The Dark Side of the Moon (1973)
  • Wish You Were Here (1975)
  • Animals (1977)
  • The Wall (1979)
  • A Collection Of Great Dance Songs (1981)
  • The Final Cut (1983)
  • A Momentary Lapse of Reason (1987)
  • Delicate Sound Of Thunder (1988)
  • The Division Bell (1994)
  • P•U•L•S•E (1995)
  • Is There Anybody Out There ? (2000)
  • Echoes (2001)

Outros’

  • Metallic Spheres (2010), colaboração com a banda The Orb

Filmografia

  • Live At Pompeii (1972)
  • Live At Hammersmith Odeon (1984)
  • David Gilmour in Concert (2002)
  • Remember That Night (2007)
  • Live In Gdansk (2008) (Kit Edition)

 

Comemore ouvindo:

Favoritos dos Sousa: Lou Reed

lou

Lou Reed (Brooklyn, Nova Iorque, 2 de março de 1942 — Long Island, Nova Iorque, 27 de outubro de 2013)

Infelizmente, de maneira póstuma, voltamos a falar sobre nossos favoritos. Lou Reed foi cantor, guitarrista e compositor norte-americano. Foi considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Foi um dos vocais do The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie. Mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Admirador de Edgar Allan Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask.

Em maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em julho com um quadro de desidratação severa, vindo a morrer em 27 de outubro do mesmo ano.

 

Discografia

 

Com The Velvet Underground

  • The Velvet Underground and Nico (1967)
  • White Light/White Heat (1968)
  • The Velvet Underground (1969)
  • Loaded (1970)
  • Live at Max’s Kansas City (1972, gravado em 1970)
  • 1969: The Velvet Underground Live (1974, gravado em 1969)
  • VU (1985, gravado entre 1968-1969)
  • Another View (1986, gravado entre 1967-1969)
  • Live MCMXCIII (1993)
  • Peel Slowly and See (boxset de 1995 box set, gravado entre 1965-1970)
  • Bootleg Series Volume 1: The Quine Tapes (2001, gravado ao vivo em 1969)
  • The Very Best of the Velvet Underground (2003, gravado entre 1966-1970)

Solo

Álbuns de estúdio

  • 1972 – Lou Reed
  • 1972 – Transformer
  • 1973 – Berlin
  • 1974 – Sally Can’t Dance
  • 1975 – Metal Machine Music
  • 1976 – Coney Island Baby
  • 1976 – Rock ‘n’ Roll Heart
  • 1978 – Street Hassle
  • 1979 – The Bells
  • 1980 – Growing Up in Public
  • 1982 – The Blue Mask
  • 1983 – Legendary Hearts
  • 1984 – New Sensations
  • 1986 – Mistrial
  • 1989 – New York
  • 1992 – Magic and Loss
  • 1996 – Set the Twilight Reeling
  • 2000 – Ecstacy
  • 2003 – The Raven

Álbuns ao vivo

  • 1974 – Rock ‘n’ Roll Animal
  • 1975 – Lou Reed Live
  • 1978 – Live: Take No Prisoners
  • 1984 – Live in Italy
  • 1997 – Live in Concert
  • 1998 – Perfect Night: Live in London
  • 2001 – American Poet
  • 2004 – Animal Serenade

Colaborações

  • 1990 – Songs for Drella, com John Cale
  • 2004 – Le Bataclan ’72, com John Cale e Nico
  • 2007 – Tranquilize, com The Killers
  • 2010 – Some Kind Of Nature, com Gorillaz
  • 2011 – Lulu, com Metallica
  • 2012 – The Wanderlust, com Metric

Os Favoritos dos Sousa: The Archies

Estes dias acompanhei uma acarolada troca de lembranças entre vários integrantes da família sobre a música Sugar,Sugar dos The Archies. Por isto o Vitrola, resolveu relembrar alguma coisa sobre esta banda.

The Archie Show (no Brasil, A Turma do Archie) foi uma série de desenho animado estadunidense, produzida pela Filmation entre 1968 e 1969 e exibida primeiramente pela CBS. Os personagens da série foram criados por John L. Goldwater e o roteiro escrito por Bob Ogle, baseado em uma revista de histórias em quadrinhos da Archie Comics. A direção coube a Hal Sutherland.A série contou com 17 episódios no total e foi sucesso em todo o mundo, criando uma Archiemania, semelhante ao que acontece hoje com Justin Bieber ou One Direction. Só que havia um detalhe, a banda não existia de verdade. Todos seus integrantes eram personagens do desenho animado. assim:

Os componentes e seus instrumentos eram:

  • Archie – guitarra principal

  • Reggie – baixo

  • Jughead – bateria

  • Betty – tamborim / percussão / guitarra (ocasionalmente)

  • Veronica – órgão / teclado

  • Hot Dog – mascote

Há certa dúvida sobre o instrumento de Reggie. Na maioria dos desenhos sua guitarra é idêntica à de Archie; porém, na maioria das músicas há a necessidade de um baixo, o que cria dúvidas sobre o instrumento. Uma inusitada maneira de distribuição para a música deles eram cifras no verso de caixas de cereal matinal.

O grupo real

Músicos de estúdio foram contratados por Don Kirshner, em 1968, para tocar várias canções. A mais famosa delas, “Sugar, Sugar”, foi escrita por Jeff Barry e Andy Kim, e chegou ao topo das paradas pops em 1969, dando ao grupo um disco de ouro (na verdade, no Top 100 da revista Billboard ela foi a nº1, sendo a única canção de uma banda ficcional a entrar neste ranking). Outras canções de sucesso gravadas pelos Archies foram , “Bang-Shang-A-Lang” e “Jingle Jangle”.Os vocais masculinos dos Archies fictícios eram de Ron Dante, o líder da banda Cugg Links. Já os duetos femininos eram feitos por Toni Wine. Wine foi substituída em 1970 por Donna Marie, que foi depois substituída nas gravações finais por Merle Miller. A única canção que não foi cantada por Ron Dante foi Love Is Living in You, cantada em 1971 por Richie Adams. O último single foi lançado em 1972, e era chamado “Strangers in the Morning”, e no lado B, estava “Plum Crazy”.Jeff Barry, Andy Kim, Susan Morse, Joey Levine, Maeretha Stewart, Ellie Greenwich, Bobby Bloom e Leslie Miller contribuíram para os vocais de apoio diversas vezes, com a contribuição de Barry para a voz de baixo (dublando Jughead no desenho). Os músicos dos Archies eram o guitarrista Hugh McCracken, os baixistas Chuck Rainey e Joey Macho, o tecladista Ron Frangipane e os bateristas Buddy Saltzman e Gary Chester.As canções foram produzidas e escritas por Jeff Barry, porém algumas também foram escritas por Jackie Mills.

 

Discografia

Music from the show was not only released on LP, but also sometimes on the backs of cereal boxes. (Note: There are also many songs which were released only as part of broadcasts of their numerous TV series—not on singles or albums.The style of music from series to series tended to evolve as popular music tastes changed.)

Albums

The Archies (1968)
Archie’s Theme (Everything’s Archie) / Boys & Girls / Time for Love / You Make Me Wanna Dance / Hey La Dee Do Down Down / Truck Driver / Catching Up on Fun / I’m in Love / Seventeen Ain’t Young / Ride, Ride, Ride / Hide & Seek / Bang-Shang-A-Lang
Everything’s Archie (1969)
Feelin’ So Good (S.K.O.O.B.Y.-D.O.O.) / Melody Hill / Rock ‘n’ Roll Music / Kissin’ / Don’t Touch My Guitar / Circle of Blue / Sugar, Sugar / You Little Angel, You / Bicycles, Roller Skates and You / Hot Dog / Inside Out – Upside Down / Love Light
Jingle Jangle (1969)
Jingle Jangle / Everything’s Alright / She’s Putting Me Thru Changes / Justine / Whoopee Tie Ai A / Nursery Rhyme / Get on the Line / You Know I Love You / Senorita Rita / Look Before You Leap / Sugar and Spice / Archie’s Party
Sunshine (1970)
Sunshine / Who’s Gonna Love Me / Mr. Factory / Love and Rock and Roll Music / Over and Over / Waldo P. Emerson Jones / A Summer Prayer for Peace / Dance Dance Dance / Comes the Sun / Suddenly Susan / One Big Family / It’s the Summertime
The Archies Greatest Hits (1970)
Sugar, Sugar / Jingle Jangle / Get on the Line / Sunshine / Bang-Shang-A-Lang / Who’s Your Baby? / Feelin’ So Good (S.K.O.O.B.Y. D.O.O.) / Over and Over / Seventeen Ain’t Young / Waldo P. Emerson Jones / Everything’s Alright
This Is Love (1971)
This is Love / Don’t Need No Bad Girl / Should Anybody Ask / Easy Guy / Maybe I’m Wrong / What Goes On / Carousel Man / Hold On to Lovin’ / This is the Night / Little Green Jacket / Together We Two / Throw a Little Love My Way
The Archies Christmas Album (2008)
Here Comes Santa Claus / Up on the Housetop / Rockin’ Around the Christmas Tree / Holly Jolly Christmas / Jingle Bell Rock / I Saw Mommy Kissing Santa Claus / Run Rudolph Run / Santa Claus is Coming to Town / Have Yourself a Merry Little Christmas / Sleigh Ride / Archies Christmas Party / Christmas in Riverdale
The Archies (1977 RCA Special Products DVL 2-0221 / Laurie House LH-8016)
A: Archie’s Theme (Everything’s Archie) / Sugar, Sugar / Sunshine / Bicycles, Roller Skates and You / Ride, Ride, Ride
B: Jingle Jangle / Don’t Touch My Guitar / Kissin’ / Who’s Your Baby? / Everything’s Alright
C: Sugar and Spice / Archie’s Party / You Make Me Wanna Dance / Feelin’ So Good ( S.K.O.O.B.Y.D.O.O.) / Rock & Roll Music
D: Bang-Shang-A-Lang / Boys and Girls / Senorita Rita / Seventeen Ain’t Young / Waldo P. Emerson Jones

Singles

  • “Bang-Shang-a-Lang” / “Truck Driver” (1968)
  • “Feelin’ so Good (S.k.o.o.b.y-D.o.o.)” / “Love Light” (1968)
  • “Sugar, Sugar” / “Melody Hill” (1969)
  • “Jingle Jangle” / “Justine” (1969)
  • “Who’s Your Baby?” / “Senorita Rita” (1970)
  • “Sunshine” / “Over and Over” (1970)
  • “Together We Are Two” / “Everything’s Alright” (1971)
  • “This Is Love” / “Throw a Little Love My Way” (1971)
  • “A Summer Prayer for Peace” / “Maybe I’m Wrong” (1971)
  • “Love Is Living In You” / “Hold on to Lovin'” (1971)
  • “Strangers in the Morning” / “Plum Crazy” (1972)

Os vídeos originais do desenho animado são reproduzidos abaixo:

Homenagem /Favorito dos Sousa : Paulinho da Viola

Hoje Paulinho está fazendo 70 anos e o Vitrola não poderia deixar passar em branco – assim ele se enquadra em duas categorias ao mesmo tempo : Homenagem e Favoritos.

Paulo César Batista de Faria, mais conhecido como Paulinho da Viola, (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1942) é um cantor, compositor e violonista brasileiro, filho do violonista César Faria (do conjunto de choro Época de Ouro).

Filho de Benedito César Ramos de Faria, violonista do conjunto Época de Ouro.Desde criança conviveu com músicos como Pixinguinha e Jacob do Bandolim, que freqüentavam sua casa. Embora seu pai quisesse que o filho seguisse outra carreira que não a de músico, começou a estudar violão sozinho, aperfeiçoando-se, mais tarde, com o amigo Zé Maria.Em Jacarepaguá, onde costumava passar os fins de semana na casa de uma tia, ajudou a organizar o Bloco Carnavalesco Foliões de Anália Franco, para a qual compôs seu primeiro samba. Logo depois, com alguns amigos deste bloco, formou um conjunto no qual tocava violão. Compôs seu segundo samba em 1962, “Pode ser ilusão”, quando integrava a Ala dos Compositores da Escola de Samba União de Jacarepaguá.Em 1963, seu tio Oscar Bigode, diretor de bateria da Portela, convidou-o a ingressar nessa escola. Nessa época, estudava contabilidade e trabalhava numa agência bancária.

Ficheiro:Paulinho da Viola.jpg

Teve sete filhos, dos quais quatro são com Lila Rabello, irmã de Raphael, grande nome do violão brasileiro, Luciana e Amélia Rabello. Seu filho João Rabello é músico (violonista) e sua filha Eliane Faria é cantora e compositora, integrante da Ala de Compositores da Portela e ex-puxadora de samba da Escola Paraíso do Tuiuti.Em 2002 o jornalista João Máximo lançou a biografia de Paulinho da Viola: “Paulinho da Viola – sambista e chorão, pela série “Perfis do Rio”.No ano de 2006 os pesquisadores André e Juliana Diniz publicaram uma biografia direcionada ao público infantil, lançada pela coleção infanto-juvenil “Mestres da Música do Brasil”, da Editora Moderna.Em 2012 o jornalista Ruy Fabiano deu início à biografia do compositor intitulada “A filosofia do samba”.

Discografia

  • (2011) 100 anos de Música Popular Brasileira – Box (vários) • Selo Discobertas/Selo ICCA • CD
  • (2007) Paulinho da Viola – Acústico MTV
  • (2006) Paulo César Baptista de Faria • Trama • DVD
  • (2005) Amorágio • Selo SescRio.Som • CD
  • (2004) Meu tempo é hoje • Biscoito Fino • CD
  • (2002) A música de Paulinho da Viola • Deck Disc • CD
  • (2000) A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes – Paulinho da Viola e os Quatro Crioulos • SESC-SP • CD
  • (2000) Ala de Compositores da Portela • CD
  • (1999) Sinal aberto – ao vivo • CD
  • (1998) Brasil são outros 500 • Som Livre • CD
  • (1997) Bebadachama – ao vivo • BMG • CD
  • (1997) Álbum musical – Francis Hime • WEA • CD
  • (1997) Agô Pixinguinha – 100 Anos • Som Livre • CD
  • (1996) Bebadosamba • BMG • CD
  • (1996) Tal pai, tal filho • CID • CD
  • (1996) Pérolas negras – Leo Gandelman • Polygram Verve • CD
  • (1996) 50 anos – Aldir Blanc • Selo Alma • CD
  • (1995) Songbook Ary Barroso – Volume 1 • Lumiar Discos • CD
  • (1995) Clara Nunes Com Vida • EMI • CD
  • (1995) O Samba nas regras da arte – Familia Roitman • Warner • CD
  • (1994) As Flores em Vida – Nelson Cavaquinho • Eldorado • CD
  • (1994) Homenagem a Mauro Duarte • Saci • CD
  • (1994) João Batista do Vale • RCA • CD
  • (1993) Rosa de ouro – volumes I e II • Odeon • CD
  • (1993) Paulinho da Viola & Ensemble-samba e choro Negro • WDR (Coleção World Network, nº 17, Frankfurt/Main) • CD
  • (1992) Gilberto Gil – Songbook Volume 3 • Lumiar Discos • CD
  • (1991) No Tom da Mangueira • Saci • CD
  • (1991) Rio Show Festival – Os Melhores Momentos • Som Livre • CD
  • (1989) Eu canto samba • RCA • LP
  • (1989) Amiga de Verdade – Alaide Costa • Movie Play • LP
  • (1988) Noites Cariocas • Kuarup • LP
  • (1988) Cartola – Bate Outra Vez… • Som Livre • LP
  • (1985) Malandro – Chico Buarque apresenta • Phillips • LP
  • (1985) Carlinhos Vergueiro • Saci • LP
  • (1984) Juntos – Ivan Lins • Phillips • LP
  • (1983) Prisma luminoso • Atlantic/WEA Music • LP
  • (1983) Delirios & Delicias – Simone • CBS • LP
  • (1982) A toda hora rola uma história • Atlantic/WEA Music • LP
  • (1981) Paulinho da Viola • Atlantic/Wea Music • LP
  • (1981) Vinicius de Moraes – A Arca de Noe II • Polygram • LP
  • (1979) Miudinho • EMI/Odeon • LP
  • (1979) Zumbido • EMI/Odeon • LP
  • (1979) Bandalhismo – João Bosco • RCA • LP
  • (1978) Paulinho da Viola • EMI/Odeon • LP
  • (1976) Memórias cantando • EMI/Odeon • LP
  • (1976) Memórias chorando • Odeon • LP
  • (1976) Paulinho da Viola – dez anos • EMI/Odeon • LP
  • (1975) Paulinho da Viola • Odeon • LP
  • (1975) Pecado Capital • (vários) • LP
  • (1974) Direitos Humanos no Banquete dos Mendigos • RCA • LP
  • (1973) Nervos de aço • Odeon • LP
  • (1972) A dança da solidão • Odeon • LP
  • (1972) Nova Bossa Nova • Copacabana • LP
  • (1972) Rádio Jornal do Brasil • Continental Discos • LP
  • (1971) Paulinho da Viola • Odeon • LP
  • (1971) Paulinho da Viola (II) • Odeon • LP
  • (1971) Paulinho da Viola – Música Popular Brasileira • RCA/Abril Cultural
  • (1970) Foi um rio que passou em minha vida • Odeon • LP
  • (1970) Portela, passado de glória • RGE • LP
  • (1969) Foi um rio que passou em minha vida • Odeon • Compacto Duplo
  • (1968) Brasil – Do Guarani ao Guaraná – Sidney Miller • Elenco • LP
  • (1968) Samba na madrugada • RGE • LP
  • (1968) Paulinho da Viola • Odeon • LP
  • (1967) Os sambistas • Musidisc • LP
  • (1967) Rosa de ouro • Odeon • LP
  • (1966) Viva o Festival da Música Popular Brasileira • Artistas Unidos • LP
  • (1966) Roda de samba 2 • Musidisc • LP
  • (1965) Rosa de ouro • Odeon • LP
  • (1965) Elizete sobe o morro • Copacabana • LP
  • (1965) Roda de samba • Musidisc • LP

Página oficial http://www.paulinhodaviola.com.br

Favoritos dos Sousa: Anita O’Day

Anita O'Day 1958 Newport Jazz.png

Anita Belle Colton, conhecida por Anita O’Day (18 de Outubro de 1919 – Los Angeles, 23 de Novembro de 2006), foi uma cantora de jazz americana

Hoje eu estava escutando o CD, lançado pela Folha de São Paulo, na coleção Grandes Vozese não pude deixar de me reencantar com esta magnífica cantora. Para os que acham Amy Winehouse “avançadinha”, saibam que Anita fez tudo ou muito que Amy, e soube viver até os 87 anos.Devido a ter problemas com o uso de drogas (heroína) e álcool, era também conhecida por Jezebel do Jazz.

O’Day foi uma das vozes mais respeitadas do jazz nas décadas de 40 e 50 com suas chamativas e atrevidas interpretações de canções como “Honeysuckle Rose” e “Sweet Georgia Brown”. Alguns especialistas a situam ao lado de Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Billie Holiday.De origem humilde, sua paixão pela música surgiu dos discos de Mildred Bailey e Billie Holiday. No início de sua carreira foi rejeitada pelo clarinetista Benny Goodman, que não a quis em sua orquestra, preferindo Peggy Lee. Sua oportunidade chegou quando foi contratada pelo baterista Gene Krupa como vocalista de sua orquestra em 1941. Naquele mesmo ano, a canção “Let me off Uptown” a levou ao estrelato.Seu trabalho com Gene Krupa lhe deu celebridade e fama, mas em 1943 a orquestra se dissolveu quando ele foi detido por posse de maconha. A cantora acabou passando para a orquestra de Stan Kenton, na qual trabalhou à espera de que seu antigo chefe abandonasse a prisão.Com Krupa em liberdade, Anita O’Day voltou a trabalhar com ele em 1945. Depois de dois anos, deu início a uma carreira solo, na qual conseguiu gravar alguns discos para pequenas gravadoras.Após uma fase crítica, na qual também foi viciada em drogas, Norman Granz a contratou em 1952 para seus selos, e com ele viveu a etapa mais frutífera de sua carreira.Seu grande sucesso ocorreu em 1957, quando gravou junto ao trio do pianista Oscar Peterson o álbum “Anita sings the most”, no qual demonstrou sua capacidade de improvisação. Ao vivo, O’Day começou a tocar em  festivais e concertos com músicos como Louis Armstrong, Oscar Peterson, Dinah Washington, George Shearing, Cal Tjader, e Thelonious Monk. Ela aparaceu e fez sucesso no documentário Jazz on a Summer’s Day, filmado no Newport Jazz Festival de 1958 , cantando de modo descontraído, o que aumentou a sua popularidade. Mais tarde ela admitiu estar sob efeito de altas doses de heroina, durante o concerto. Aliás seus problemas com as drogas foram constantes e ela chegou a ser declarada morta em uma de suas overdoses.

Em 1958, gravou “Anita O’Day sings the winners”, alternando o canto com a orquestra de Russ Garcia e com a de Marty Patch. Em 1962 fez, com Krupa, o disco “Drummer man” e após romper sua relação com a casa Verve se dedicou às atuações e às excursões por todo o mundo com seu trio.Posteriormente, ficou oito anos sem gravar e sua volta, em 1970, levou à gravação de um disco ao vivo no Festival de Jazz de Berlim. O êxito daquele show ao vivo animou a estrela branca do jazz a gravar outros em Tóquio e em San Francisco (Califórnia). Seu último disco foi “Indescructible!”, produzido em 2006.Morreu aos 87 anos enquanto dormia em um hospital de West Hollywood devido a complicações provocadas por uma pneumonia.

 

Advance, Clef, Coral, Norgran Records: 1951–1956

Ano Album
1951 Anita O’Day Specials
1953 Singin’ and Swingin’
1953 Anita O’Day Collates
1954 Songs By Anita O’Day
1955 Anita O’Day
1956 An Evening with Anita O’Day

Verve Records: 1956–1964

Ano Album
1956 This Is Anita
1957 Pick Yourself Up with Anita O’Day
1957 The Lady Is a Tramp
1958 Anita O’Day at Mister Kelly’s (live)
1958 Anita Sings the Most
1958 Anita Sings the Winners
1959 Anita O’Day Swings Cole Porter with Billy May
1959 Cool Heat
1960 Anita O’Day and Billy May Swing Rodgers and Hart
1960 Waiter, Make Mine Blues
1960 Trav’lin’ Light
1962 All the Sad Young Men
1962 Time for Two (with Cal Tjader)
1963 Anita O’Day and the Three Sounds
1964 Incomparable!
2007 Live in Tokyo ’63
( Released Posthumously )
(Live)

MPS Records: 1970

Ano Album
1970 Recorded Live at the Berlin Jazz Festival (Live)

Emily Records, Kayo Stereophonics: 1975–2006

Ano Album
1975 I Get a Kick Out of You
1975 My Ship
1976 Live at Mingo’s (Live)
1978 Mello’ Day
1978 Skylark – Live at Club Sometime (Live)
1978 Angel Eyes
1979 Anita O’Day Live at the City (Live)
1989 In a Mellow Tone
1991 At Vine St. Live (Live)
1993 Live in Person (Live)
1993 Rules of the Road
1993 Wave: Live at Ronnie Scott’s (Live)
2006 Indestructible!

Dobre Records

Ano Album
1970’s Anita O’Day
1970’s There’s Only One

Favoritos dos Sousa: Altamiro Carrilho

Após um longo período o Vitrola volta às suas atividades. Para comemorar , nada como prestar ima homenagem a um dos nossos favoritos, que nos deixou recentemente.

Altamiro Carrilho

Altamiro Aquino Carrilho (Santo Antônio de Pádua, 21 de dezembro de 1924 – Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2012) foi um músico, compositor e flautista brasileiro.

Altamiro gravou mais de cem discos, compôs cerca de duzentas canções, tendo se apresentado em mais de quarenta países difundindo o Choro brasileiro.É o flautista com maior número de gravações registradas na história do disco no Brasil,além de ser considerado por críticos e especialistas da área, como um dos maiores flautistas da história do instrumento.Era considerado pelo flautista francês Jean Pierre Rampal o melhor flautista do mundo. Foi através de um LP de Altamiro, lá pelos idos de de 1974-75, já na Escola de Medicina, quando se vivia, como forma de protesto e nacionalismo, um “revival”da música popular brasileira tradicional, que eu conhecí numa das muitas noitadas de festa no Diretório Acadêmico o som de Altamiro e a força do chorinho. Foi paixão imediata. Sentiremos saudade de Altamiro e sua doce flauta brasileira…

DISCOGRAFIA:

  • Juntos (2002) (participação/Dois no Choro, EUA)
  • Millenium (2000)
  • Flauta Maravilhosa (1996)
  • Brasil Musical – Série Música Viva – Altamiro Carrilho e Artur Moreira Lima (1996)
  • Instrumental No CCBB- Altamiro Carrilho e Ulisses Rocha (1993)
  • Cinqüenta anos de Chorinho (1990)
  • Bem Brasil (1983)
  • Clássicos em Choro Vol. 2 (1980)
  • Clássicos em Choro (1979)
  • Altamiro Carrilho (1978)
  • Antologia da Flauta (1977)
  • Antologia do Chorinho Vol. 2 (1977)
  • Antologia da Canção Junina (1976)
  • Antologia do Chorinho (1975)
  • Pixinguinha, de Novo – Altamiro Carrilho e Carlos Poyares (1975)
  • A flauta de prata e o bandolim de ouro – Altamiro Carrilho e Niquinho (1972)
  • A furiosa ataca o sucesso (1972)
  • Dois bicudos (1966)
  • Altamiro Carrilho e sua bandinha no Largo da Matriz (1966)
  • A banda é o sucesso (1966)
  • Choros imortais nº 2 (1965)
  • Uma flauta em serenata (1965)
  • Altamiro Carrilho e sua bandinha nas Festas Juninas (1964)
  • No mundo encantado das flautas de Altamiro Carrilho (1964)
  • Choros imortais (1964)
  • Recordar é Viver Nº 2(1963)
  • Bossa Nova in Rio (1963)
  • Recordar é Viver nº 3 (1963)
  • A Bandinha viaja pelo Norte (1962)
  • Vai Da Valsa (1961)
  • Desfile de Sucessos (1961)
  • O melhor para dançar – Flauta e Órgão (1961)
  • Era só o que flautava (1960)
  • A bordo do Vera Cruz (1960)
  • Parada de Sucessos (1960)
  • Chorinhos em desfile (1959)
  • Dobrados em desfile (1959)
  • Boleros em desfile nº 2 (1959)
  • Altamiro Carrilho e sua bandinha na TV – nº 2 (1958)
  • Homenagem ao Rei Momo (1958)
  • Boleros em Desfile (1958)
  • Enquanto houver amor (1958)
  • Recordar é viver (1958)
  • Revivendo Pattápio (1957)
  • Altamiro Carrilho e sua flauta azul (1957)
  • Ouvindo Altamiro Carrilho (1957)
  • Natal (1957)
  • Altamiro Carrilho e sua bandinha na TV (1957)

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