Lançamento: Fernanda Takai – Será Que Você Vai Acreditar ?

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Fernanda está de volta. Aproveitando a pausa da quarentena está lançando “Será que Você Vai Acreditar ?” No repertório boas surpresas:  Não creio em mais nada de Paulo Sérgio, tida como brega na década de 1970, ganha aqui uma linda versão. Há faixas originais como Terra Plana (John Ulhoa) , Não esqueça (Nico Nicolaiewsky), O Que Ninguém Diz (Climério Pereira), releituras, One Day in Your Life, eternizada na voz de Michael Jackson e Love is a Losing Game, de Amy Winehouse e participações especiais de fora do Brasil:  japonesa Maki Nomiya, vocalista do Pizzicato Five, em Love Song e a franco-brasileira Virginie Boutaud, ex-vocalista da banda Metrô, na faixa Amor nos Tempos do Cólera. Tudo embalado pela voz doc e afinada de Fernanda Takai.

Homenagem: Ennio Morricone

Ennio Morricone (Roma, 10 de novembro de 1928 – Roma, 6 de julho de 2020)

Faleceu na segunda-feira, 6, aos 91 anos, em Roma o grande compositor Ennio Morricone, autor de trilhas sonoras de importantes filmes. Ennio Morricone morreu, segundo a família, de complicações decorrentes de uma queda.

TRILHAS:

Por um Punhado de Dólares” (1964), de Sergio Leone;  “Por uns Dólares a Mais” (1965), de Sergio Leone; “Três Homens em Conflito” (1966), de Sergio Leone; “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo; “Teorema” (1968), de Pier Paolo Pasolini; “Era uma Vez no Oeste” (1968), de Sergio Leone; “Os Sicilianos” (1969), de Henri Verneuil; “O Pássaro das Plumas de Cristal” (1970), de Dario Argento; “Quando Explode a Vingança” (1971), de Sergio Leone; “Decameron” (1971), de Pier Paolo Pasolini; “A Classe Operária vai para o Paraíso” (1971), de Elio Petri; “Sacco e Vanzetti” (1971), de Guiliano Montaldo; “Medo sobre a Cidade” (1974), de Henri Verneuil; “Saló ou os 120 Dias de Sodoma” (1975), de Pier Paolo Pasolini; “1900” (1976), de Bernardo Bertolucci; “Cinzas no Paraíso” (1978), de Terrence Malick; “A Gaiola das Loucas” (1978), de Edouard Molinaro; “O Profissional” (1981), de Georges Lautner; “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone; “A Missão” (1986), de Roland Joffé; “Os Intocáveis” (1987), de Brian de Palma; “Busca Fenética” (1987), de Roman Polanski; “Cinema Paradiso” (1989), de Giuseppe Tornatore; “Ata-me!” (1989), de Pedro Almodóvar; “Pecados de Guerra” (1989), de Brian de Palma; “Bugsy” (1991), de Barry Levinson; “A Cidade da Esperança” (1992), de Roland Joffé; “A Lenda do Pianista do Mar” (1998), de Giuseppe Tornatore; “Vatel, um Banquete para o Rei” (2000), de Roland Joffé; “Missão: Marte” (2000), de Brian de Palma“Os Oito Odiados” (2015), de Quentin Tarantino

 

Homenagem : Evaldo Gouveia

Evaldo Gouveia comemora 60 anos de carreira em show no BNB Clube

Evaldo Gouveia de Oliveira (Orós, 8 de agosto de 1928 — Fortaleza, 29 de maio de 2020)

Nossa homenagem ao criador de sucessos imortais: Alguém me disse, Canção para ninar gente grande, Sentimental demiais, O Conde, Tango para Tereza, O trovador entre outras

Obra

A noite e a prece (c/ Almeida Rego)/ Alguém me disse (c/ Jair Amorim)/Amo-te (c/ Jair Amorim)/Ave Maria os namorados (c/ Jair Amorim)/Baião macumbá (c/ Julinho do Acordeom)/Baiãozinho bom (c/ Julinho do Acordeom)/Beija-me depois (c/ Jair Amorim)/Bloco da solidão (c/ Jair Amorim)/Brigas (c/ Jair Amorim)/Canção para ninar gente grande (c/ Antônio Maria)/Cantiga de quem está só (c/ Jair Amorim)/Conversa (c/ Jair Amorim)/Deixe que ela se vá (c/ Gilberto Ferraz)/E a vida continua (c/ Jair Amorim)/Eu e Deus (c/ Pedro Caetano)/Eu e tu (c/ Jair Amorim)/Falso (c/ Jair Amorim)/Faz de conta (c/ Jair Amorim)/Garota moderna (c/ Jair Amorim)/Há meia hora apenas (c/ Jair Amorim)/Hora eu, hora você (c/ Jair Amorim)/Maldade (c/ Jair Amorim)/Maldito (c/ Jair Amorim)/Não (c/ Marino Pinto)/Ninguém chora por mim (c/ Jair Amorim)/Nosso cantinho (c/ Jair Amorim)/O bilhete (c/ Jair Amorim)/O conde (c/ Jair Amorim)/O mundo melhor de Pixinguinha (c/ Jair Amorim)/O trovador (c/ Jair Amorim)/Onde estarás (c/ Jair Amorim)/Perdão senhorita (c/ Jair Amorim)/Pior pra você (c/ Almeida Rego)/Pitota (c/ Paulo gilvan e Edson França)/Poema do olhar (c/ Jair Amorim)/Pra lá de bom (c/ Almeida Rego)/Quando existe Deus (c/ Jair Amorim)/Que Deus me dê (c/ Jair Amorim)/Quem tudo quer nada tem (c/ Jair Amorim)/Samba sem pim-pom (c/ Jair Amorim)/Se alguém telefonar (c/ Jair Amorim)/Se eu pudesse (c/ Jair Amorim)/Sentimental demais (c/ Jair Amorim)/Serenata da chuva (c/ Jair Amorim)/Só Deus (c/ Jair Amorim)/Tango pra Tereza (c/ Jair Amorim)/Tudo de mim (c/ Jair Amorim)/Um dia em Portugal (c/ Jair Amorim)/Um punhadinho de estrelas (c/ Almeida Rego)/Uma vez mais (c/ Jair Amorim)/Vou fazer um samba (c/ Almeida Rego)

Homenagem: Little Richards

Prayers for Richard

Richard Wayne Penniman (Macon, 5 de dezembro de 1932 – 9 de maio de 2020)

Este ano de 2020 nos levou mais mais uma lenda do rock. Faleceu em Nashville, Little Richards, aos 87 anos. Nos últimos 65 anos, quem não dançou, cantou ou namorou ao som de hits como Tutti Frutti, Long Tall Sally , Slippin’ and Slidin, Jenny, Jenny, Keep a Knockin, Good Golly, Miss Molly ou era ruim da cabeça, doente do pé ou surdo.

Pense em Elton John, Fred Mercury, George Michael, assumidamente extravagantes, alternativos no modo de vida, desregrados e geniais. Que seria deles se não tivesse existido este fenômeno chamado Little Richards?

Excelente cantor e pianista de “jump blues”, energético e assumidamente gay, já naquela época, podemos considera-lo como ponto de partida para o que iria definir o rock’n’roll como o conhecemos hoje. Nossa homenagem a este grande artista.

Discografia

  • 1957: Here’s Little Richard (Specialty); 1959Little Richard (Specialty); 1959The Fabulous Little Richard (Specialty); 1960Pray Along with Little Richard, Volume 1 (End); 1960Pray Along with Little Richard, Volume 2 (End); 1962The King of the Gospel Singers (Mercury); 1964Little Richard Is Back (And There’s A Whole Lotta Shakin’ Goin’ On!) (Vee-Jay); 1965Little Richard’s Greatest Hits (Vee-Jay); 1967The Incredible Little Richard Sings His Greatest Hits – Live! (Modern); 1967The Wild and Frantic Little Richard (Modern); 1967The Explosive Little Richard (Okeh); 1967Little Richard’s Greatest Hits: Recorded Live! (Okeh); 1970The Rill Thing (Reprise); 1971Mr. Big (Joy); 1971: The King of Rock and Roll (Reprise); 1972The Second Coming (Reprise); 1974: Right Now! (United); 1974: Talkin’ ‘bout Soul (Dynasty); 1976: Little Richard Live (K-Tel) ;1979God’s Beautiful City (Word) ;1986: Lifetime Friend (WEA Records) ;1992Shake It All About (Disney) 2005Southern Child (gravado em 1972) (Reprise)

Homenagem: Aldir Blanc

Aldir Blanc: veja trechos de obras do compositor e escritor | Pop ...

Aldir Blanc Mendes (Rio de Janeiro, 2 de setembro de 1946 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 2020)

 

Mais uma perda importante para a música popular brasileira. Faleceu Aldir Blanc, médico, compositor e escritor brasileiro. Um dos responsáveis pela renovação do nosso cancioneiro popular durante os anos 1980-90. Formou uma das parcerias mais geniais de nossa música, nos legando clássicos inesquecíveis, que vão ser lembrados para sempre. A minha geração em especial adotou como seu hino de liberdade uma composição da dupla O Bêbado e O Equilibrista, para saudar a anistia e o fim da ditadura militar.

Um pouquinho de Aldir por ele mesmo:

Radio Cultura AM 860: Depoimento

Como usar depoimentos para sensibilizar e gratificar voluntários ...

Com licença de Ana Paula, filha de Jorge Márcio, reproduzo aqui seu depoimento sobre seu pai:

Eu era pré-adolescente nos anos 80 e acompanhei de perto, enquanto menina curiosa, ao intenso movimento que tinha em minha casa, à revolução que meu pai fazia no rádio e em seu entorno. No bairro, nas festas, na escola, no ônibus, na igreja. Todos sempre nos lembravam quem era nosso pai. Eu sentia orgulho e às vezes desprezava, pois eu queria um pai presente e o nosso era o mais menino, o mais jovem, o mais rebelde da casa. Nossa vida era o rádio e nosso pai sempre foi um rebelde cheio de surpresas e contradições. Era amado, admirado e também odiado.

Sim, eu lamentava ser a mãe do meu pai, a filha que queria colocá-lo no eixo das famílias tradicionais. Seu Jorge nunca seria enquadrado nos bons costumes. Na verdade eu o admirava exatamente porque ele era diferente. Foi o pai mais amoroso do mundo. Quando esteve presente. Ele era o rei do lar. Eu, feminista sem saber que era, me transformei na maior contestadora do Seu Jorge. Mas fui a filha que escolheu a sua profissão por paixão. Ao acompanhar a evolução do post Radio Cultura no grupo Fotos Antigas de Belo Horizonte revivi e descobri novas travessuras de seu Jorge Márcio e companhia. Quero reunir cada depoimento e gravar um documentário.

Será imensa a alegria de registrar todos os depoimentos de quem conviveu com a turma da Cultura e do rádio, como ouvinte ou como locutor, produtor, enfim. Vamos reviver. Quem sabe, agora com análise madura e menos rebelde de minha parte, aqueles anos 80 de rock, cultura, rebeldia e resistência reinundem minha alma com a esperança que sempre a direcionou? Eu não sabia, mas ser filha do meu pai me deu o melhor que há em mim.”

Post dia 23 de abril às 10:21hs no Facebook. https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10219051443251760&id=1075792341

#radiocultura #radio #anos80 #recordareviver

https://m.facebook.com/groups/211578045863114view=permalink&id=1097400377280872

Homenagem: Moraes Moreira

Moraes Moreira - Cifras, Letras e Músicas - MPB PUBLICAÇÕES

Antônio Carlos Moreira Pires
 8/7/1947 Ituaçu, BA
 13/4/2020 Rio de Janeiro, RJ

 

O meu primeiro contato com a música de Moraes Moreira foi, como o de quase todo mundo, através dos Novos Baianos.

Em 1968, juntamente com Paulinho Boca de Cantor, Luis Galvão, Pepeu Gomes e Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil), formou o grupo Os Novos Baianos, que fez sua estréia com o show “Desembarque dos bichos depois do dilúvio“, em Salvador.

Pelo menos dois discos dos baianos marcaram a minha geração. Em 1972, após incorporar o baixista carioca Dadi e os percussionistas Jorginho Gomes, Baixinho e Luis Bolacha, o conjunto gravou, pela Som Livre, o LP “Acabou Chorare“. “Mistério do planeta”, “A menina dança”, “Um bilhete pra Didi”, “Tinindo trincando” e “Preta, Pretinha” e  “Brasil pandeiro” (Assis Valente), nos impressionaram profundamente.

Em 1973, ainda com o grupo, lançou o LP “Novos Baianos Futebol Clube“. Neste disco, “Besta é tu” (c/ Pepeu e Galvão), “Sorrir e cantar como Bahia” e “Só se não for brasileiro e uma releitura de “Samba da minha terra” (Dorival Caymmi), mantiveram o encanto.

Saiu em carreira solo no ano de 1975, e desde então lançou mais de 20 discos. Desde então Moraes sempre apresentou uma grande técnica e muita alegria em suas músicas e gravações. Ele faleceu hoje, provavelmente vitimado por um infarto do miocárdio aos 72 anos de idade.

 

 

 

Homenagem: Riachão

Lugar de malandro é em pé", diz sambista Riachão aos 97 anos | A ...

Clementino Rodrigues,(Salvador14 de novembro de 1921 – Salvador, 30 de março de 2020),

Importante sambista, mais conhecido pelo apelido de Riachão  , ao lado de Nelson Sargento, Dona Ivone Lara e mais alguns outros da velha guarda, reconhecido como uma das raízes do moderno samba brasileiro. . Era um verdadeiro “cronista musical”, trazendo para suas músicas o dia a dia da capital baiana. Tem vário sambas irreverentes, tais como “Retrato da Bahia” e “Bochechuda e Papuda“, o tornaram ganhador do “Troféu Gonzaga.

Riachão teve várias das suas músicas interpretadas por cantores nacionais, uma das mais conhecidas foi “Vá Morar com o Diabo“, cantada por Cássia Eller. Também é de sua autoria a famosa música “Cada Macaco no Seu Galho“, escolhida por Caetano Veloso e Gilberto Gil, em 1972, para marcar seus retornos ao Brasil depois de exílio político durante o regime militar no Brasil e que gravaram posteriormente. (Wikipedia)

Aos 98 anos,músico morreu enquanto dormia, em Salvador.

 

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