Justin Timberlake + Michael Jackson

E não é que o tal do Justin Timberlake vem mostrando que é mesmo bom de pop? O ex-N’Sync (e é até sacanagem chamá-lo assim) fez uma parceria póstuma com o rei do Pop, Michael Jackson, que foi lançada na última quarta-feira (14/05). A música “Love Never Felt So Good” é o hit do, também póstumo, álbum de MJ, Xscape, que recebeu bastante críticas da imprensa. Mas como tudo que o menino JT toca, aparentemente, vira ouro, Justin deu, à baladinha pop de Michael, outra cara e um clipe delicioso de assistir.

Realmente não dá pra reclamar da falta de talento de Timberlake.

Os Hits dos meus 27 anos

Inspirada pela minha querida amiga Natália Mazoni, que fez uma deliciosa lista de 27 músicas para celebrar seu aniversário lá no Altamente Ácido, resolvi fazer também a minha lista, porém com uma regra diferente.

Consultando as listas de top 100 Hits da Billboard desde o ano em que nasci (1986) até o ano passado (2013) escolhi, dentre os hits de cada ano, a música que teria sido mais marcante para mim. O interessante é que, por ser uma lista de hits, é possível ver como a qualidade musical das minhas quase três décadas de vida foi caindo de acordo com a proximidade dos anos 2000. Deixo claro que, de maneira alguma, esta lista se refere a uma lista com minhas músicas favoritas: longe disto. Queria mesmo era ver o que é que influenciou a música nestes anos que já me passaram. Portanto, se você tem na faixa de 27 a 30 anos vai reconhecer muita coisa do que achei por aqui.

1986 – You Give Love A Bad Name – Bon Jovi

Para a minha felicidade nasci no final dos anos 80 e ainda pude aproveitar alguns clássicos desta década tão injustiçada. Bon Jovi é a escolha certa para os hits deste ano.

1987 – Bad – Michael Jackson

Michael era Deus já no meu primeiro ano de idade. Seria injusto não dar a ele um espaço nessa lista.

1988 – I’ve Got My Mind Set On You – George Harrison

E que alegria é poder colocar um Beatle nessa lista? Jorjão conseguiu emplacar um hit quase entrando na bizarra década de 90!

1989 – Batdance – The Artist

The Artist (ou vulgo Prince) fez talvez a melhor música que Batman já viu. Esta foi um clássico vivido e ouvindo repetidamente por mim, já na década de 90 (em 1989 eu estava mais preocupada em o que fazer com o fato de ter uma irmã mais nova).

1990 – Step By Step – New Kids On The Block

A década de 90 não poderia ter começado com um hit diferente. A primeira Boyband (depois de Beatles, é claro!) histericamente amada pelas menininhas.

1991 – I’ve Been Thinking about You – London Beat

O que seria da década de 90 sem o tecnotronic?

1992 – Baby Got Back – Sir Mix-A-Lot

Eu me surpreendi ao encontrar Sir Mix-A-Lot tão cedo nesta listagem (mesmo porque só fui conhecer ele por causa da Cameron Dias requebrando ao som deste Hit na primera versão moderna de Charlie’s Angels), mas ele não podia faltar!

1993 – Can’t Help Falling In Love – UB40

Quem é Elvis Presley na noite quando ouvimos a remixagem de UB40 deste clássico?

1994 – Hero – Mariah Carey

Falem o que quiser, mas Mariah foi a diva da década de 90.

1995 – Kiss from a Rose – Seal

Mais um clássico herdado do Batman, Seal romantizou o homem morcego com esta linda canção.

1996 – Un-Break My Heart – Toni Braxton

Como falar de amor na década de 90 sem falar de Tony Braxton? Clássico da dor de cotovelo!

1997 – Candle in The Wind – Elton John

No ano da trágica morte da princesa Diana nenhuma outra música poderia ser a eleita do ano.

1998 – All My Life – K-Ci & Jojo

No ano em que começaram a reinar as Boybands modernas K-Ci & Jojo fizeram um hit meloso inesquecível.

1999 – Unpretty  – TLC

As saudosas do TLC já começavam a adiantar a força do movimento hip-hop que tomaria conta da década de 2000.

2000 – Bent – Matchbox Twenty

Vitorioso em meio a tanta música eletrônica e hip-hop o Matchbox 20 conseguiu emplacar um dos poucos hits rock-pop do ano.

2001 – Lady Marmalade – Christina Aguilera, Lil’Kim, Mya & Pink

No ano do belíssimo filme Moulin Rouge (que mudou nossa maneira de ver cinema!) o hit destas vozes poderosas não deveria ficar para trás.

2002 – Always On Time – Ja Rule Featuring Ashanti

Já com total comando do hip-hop nas paradas, Ashanti e JaRule fizeram algo menos batido e mais harmonioso.

2003 – Crazy in Love – Beyonce feat Jay-Z

Os reis da década de 2000 já começavam a dar as caras neste ano, com o excelente hit “Crazy in Love” e um clipe megalomaníaco.

2004 – Hey Ya! – Outkast

Uma das minhas músicas favoritas da vida (e clipe também!) não podia faltar aqui.

2005 – Hollaback Girl – Gwen Stefani

A partir deste ano as escolhas foram ficando mais difíceis. O destaque para Gwen Stefani foi pelo mérito em conseguir aparecer com seu estilo pop-rock.

2006 – Sexy Back – Justin Timberlake

Um dos artistas pop mais importante da história nasceu neste ano. Justin mal sabia que ia fazer história.

2007 – Umbrella  – Rihanna Feat Jay-Z

Hit mais chato e chiclete da história. Rihanna fez por merecer o destaque de 2007.

2008 – Viva La Vida – Coldplay

Por mais que não sejam meus favoritos, Coldplay trouxe de volta a esperança do pop-rock para nossa geração.

2009 – Empire State Of Mind – Jay-Z+ Alicia Keys

O maravilhoso hit sobre NYC mostrou que Jay-Z não somente tem mãos de ouro, mas que é um excelente produtor musical.

2010 – California Gurls – Katy Perry

Mais um hit chiclete, mostrando a fraqueza musical da década.

2011 – Rolling In The Deep – Adele

Em 2011 Deus nos deu Adele (que eu já maravilhosamente conhecia desde 2009). Amém!

2012 – Somebody That I Used To Know – Gotye

A segunda década dos anos 2000 começou com uma busca dos jovens em parecer diferentes, descolados, irreverentes. Foi isso que trouxe Goyte pro hit do ano.

2013 – Get Lucky – Daft Punk

Para fechar a lista, nada melhor do que a melhor música de 2013 e talvez da 2ª década dos anos 2000 até o momento. Daft Punk veio fazer história.

O que nos aguarda para 2014 e os anos que vem pela frente é um mistério. Nesta lista foi possível ver que saímos do Rock farofa dos anos 80, passando pela bizarrice da década de 90, o forte movimento hip-hop de 2000 e voltando agora para uma miscelânea de ritmos. O que você apostaria para esta década que está só começando?

TOP TOP – Músicas para Guitarristas

guitarra

Demorou mas o TOP TOP voltou, e com as melhores músicas para aqueles que são a alma da banda. Sem querer menosprezar os outros músicos, mas o guitarrista é o cara da banda. Ele que é, geralmente, a marca do grupo, o dono dos riffs. É difícil escolher cinco músicas, por isto abri exceção para 10. Mas também é difícil escolher 10 músicas, por isto você, caro leitor, pode achar que tem muita coisa faltando aqui. E vou concordar que tem mesmo.

10 – Black Magic Woman – Santana

Não podemos negar a importância do Santana na história da guitarra. O cara toca de uma maneira única, praticamente inimitável. A guitarra mais latina que já ouvi. Black Magic Woman é um clássico, latina, sexy, música de guitarrista. Tanto que a parte cantada da música é um mero detalhe; o importante é ouvir Santana solar.

9 – Are You Gonna Be My Girl – Jet

O guitarrista com certeza gosta muito de solos, mas ele também gosta de embalar uma música. Você deve estar pensando que esta é uma banda relativamente nova para merecer estar no TOP TOP de guitarras. “Mas logo o de guitarras Marina?” vocês me diriam. E eu respondo: “pois é”. “Are You Gonna Be My Girl” é aquela música que você quer dançar e tocar, sempre. Sabe aquele estilo dançando com air guitar? Esse mesmo. E eu duvido que você escute ela e não faça.

8 – Back in Black – AC/DC

Finalmente um clássico né? É dos riffs mais fortes da história do rock. Eu ando começando a admirar mais o AD/DC de uns tempos pra cá, e “Back to Black” é música essencial para qualquer guitarrista. Se você não sabe tocar (ou se nem ao menos tentou) pode largar sua guitarra de canto e troca logo de instrumento.

7 – Paranoid  – Black Sabbath

Eu não gosto de Black Sabbath, nunca gostei e acho o Ozzy um velho babão. Mas muito antes de ele ser esse velho babão ele e seu Black Sabbath fizeram esse clássico, indispensável para qualquer lista de guitarrista. O Black Sabbath foi o precursor do Heavy Metal, e Paranoid é a bandeira deste início.

6 – Crossroads – Cream

O que seria de uma lista de guitarristas sem o Deus, Eric Clapton? Pois é, o God, antes de ser Deus, fez maravilhas no Cream, e Crossroads é a melhor de todas (na minha opinião). O Eric, assim como o Santana lá em cima, criou um estilo único de tocar guitarra, e este rock bluzeiro desta música é de fazer chorar os ouvidos de qualquer guitarrista.

5- Smells like teen spirit – Nirvana

Não tem um guitarrista que não reconheça a importância deste riff na história do rock. O Nirvana colocou Seattle (e o Grunge) no mundo do rock. Nada de complexo, extremamente simples, mas eficientemente marcante. Número cinco sem dúvidas na minha lista.

4- Smoke on The Water – Deep Purple

Eu acho o Deep Purple uma banda de rock injustiçada. Smoke on the Water é só uma das várias excelentes músicas desta banda para guitarristas. Escolhi esta porque é talvez o primeiro riff de guitarra ensinado por qualquer professor de escola de música. Até meus primos nascidos nos anos 90 conhecem Smoke. É aquela música que dá até pra cantarolar o riff, de tão gostosa que é.

3- Pride and Joy – Stevie Ray Vaughan

Para tudo. Se você é guitarrista e nunca escutou Stevie Ray Vaughan faça o dever de casa. E se você nunca escutou “Pride and Joy” pode voltar pra escola, baixar a música no computador, ouvir no youtube, sei lá. Se vira, mas escuta. Esta música é uma obra prima (Ok, eu gosto muito de blues). A maneira como Stevie faz com que a guitarra cante a música sozinha é encantador. É de ouvir quatro, cinco, seis vezes em seguida. E pra tocar de manhã, de tarde, de noite, de madrugada.

2- Purple Haze – Jimi Hendrix

Ah Jimi. Eu fiquei muito em dúvida se colocaria esta música em primeiro. Jimi talvez tenha sido um dos maiores guitarristas da história do rock (se não o maior, mas vou deixar isto para vocês decidirem). O que Purple Haze foi para a época de seu lançamento, em 1967, ela mantém até hoje: aquela sensação de nunca ter ouvido nada igual. Jimi era único, era incrível e era intenso como suas músicas e sua guitarra…talvez por isso tenha partido tão cedo.

1 – Jonnhy Be Good – Chuck Berry

Este cara é a única razão de Jimi não ser o primeiro da lista. Chuck Berry é o primeiro simplesmente por inspirar praticamente todos estes acima nesta lista. E “Jonnhy Be Good” é um clássico. O solo inicial da música embala qualquer festa, qualquer roqueiro, qualquer pessoa. Isto é rock até hoje, e é sim a música mais essencial para um guitarrista. Não sabe tocar “Jonnhy Be Good”? Me faz um favor e vai logo tocar piano vai.

E para vocês leitores? Qual é o TOP 10 de vocês?

Crítica: Paul McCartney – Turnê “Out There”

Eu não imaginaria estar escrevendo esta crítica aqui hoje, mas estou. Sim ele veio falar “uai”. Sir Paul McCartney, em carne, osso e muita simpatia, como sempre, abençoou finalmente esta terra carente de megashows que é Belo Horizonte. Finalmente provamos, após grande força popular (e mérito da petição no facebook chamada “Paul Vem Falar Uai”) que nossa BH está entrando para a rota da música mundial.

O que vi ontem foi uma cidade em frisson, mas também quem não ficaria? É o Paul meu povo! É o que temos de mais próximo aos Beatles hoje (com meu TOTAL respeito a Ringo Starr que também faz shows extraordinários, mas não segue a linha histórica de Paul).

Lamento muito ainda a falta de estrutura da “Toca 3″‘ (foi mal atleticanos, a casa ainda é só nossa) e a falta de preparo da produtora para receber tamanho evento. A toda hora eu podia ouvir o clássico comentário “este é o país da copa”, pois eram filas intermináveis, comidas e bebidas caras, instrutores que não instruiam nada e por ai vai. O meu setor, a cadeira inferior roxa, tinha somente um local de entrada e saída…imaginem o caos? Ouvi falar que até a pista premium teve seus perrengues por ai. Mas ninguém desistiu afinal, pelo sir Macca, vale tudo, até confusão num sábado a noite.

Paul entrou pontualmente (como todas as outras vezes) às 21:30. E eu amo essa pontualidade britânica, é só mais um charme de Sir Paul. E entrou logo chutando tudo com a clássica “Eight Days a Week”, um presente para os Beatlemaniacos presentes no local (eu diria 90% do público presente). Apesar de um começo morno, pois logo depois ele emendou “Junior Farm” que não era de grande conhecimento do público belorizontino, ele levantou a platéia com “All My Loving”, logo resgatando bons tempos do ié ié ié e mexendo todo o Mineirão.  Brincou muito, eram várias frases em português e mineirês como “Trêm bão demais” e o esperado “Uai”…espero mesmo que tenham contado a ele o porque de falarmos tanto “uai’, afinal nada mais inglês que esta expressão mineira.  Um momento mais introspectivo se prolongou após “Listen to What The Man Said”, “Let Me Roll It” (grande fase de Macca com Wings), “Paperback Writer”, “My Valentine” (do belíssimo Kisses on The Botton, um presente para os casais apaixonados e com direito a Jonnhy Deep e Natalie Portman no vídeo), “The Long and Winding Road”  e a inesperadíssima ‘Maybe I’m Amazed”, em homenagem eterna a sua Linda (que dessa vez só não foi mais homenageada em respeito a atual mulher de McCartney).

A partir dai, após ter ganhado os corações da platéia (afinal como não chorar com Maybe I’m amazed?) ele trouxe “Hope of Deliverance” (mais uma novidade da turnê), “We Can Work It Out” e, pasmem “Another Day”. Esta música do album “Ram” é um lado B que fez muito sucesso no Brasil na década de 70, mas nunca deixou de ser um lado B, por isto era totalmente inesperada. Para minha alegria, da minha irmã e do meu pai (que é apaixonado com essa música), Paul permitiu que curtíssemos juntos (mas separados apenas por sentarmos em locais diferentes) esse clássico. Depois dela ainda ganhamos de presente “And I love Her”, levando muitos ao choro, a belíssima obra prima de Paul “Blackbird” e “Here Today”, em homenagem a John Lennon (linda letra, mas particularmente não uma de minhas favoritas).

Mas mais surpresas estavam reservadas para os mineiros nesta noite. Ao entoar “Your Mother Should Know”, outro clássico lado B só que da época de Beatles, Paul homenageou mulheres e mães, passando em seu telão imagens de mães famosas com seus filhos (inclusive de Lady Di com os principes ainda pequenos, que foi a que mais me marcou), já emendada com “Lady Madonna” que voltou a agitar a platéia que parecia desconhecer a música anterior. Melhor ainda foi a presença de “All Together Now”, onde era possível ver todos dançando de maneiras mais diferentes e mais desajeitadas possíveis, o que tornou a música ainda mais divertida. “Eleanor Rigby” também foi cantada a plenos pulmões por todo o estádio, “Mr Vanderbilt” com seu coro “OH HEY OH” também me fez arrepiar e ai recebemos mais um pequeno presentinho de Sir Paul: “Being For The Benefit Of Mr. Kite” tocada pela primeira vez ao vivo desde sua gravação. Era possível perceber que muitos presentes entenderam aquilo como uma nova música e não como um lado MUITO B da época de Beatles. Os beatlemaníacos (como eu) foram ao delírio. Ah Paul, você sabe mesmo ser demais.

Com o Ukelelê ele novamente homenageou George Harrisson com a lindíssima “Something” e seu guitarrista fez arrepiar até meus fios de cabelo ao entrar com o solo de George e mostrar a falta que ele faz a música mundial. “Obladi Obladá”, “Band on The Run”, “Hi Hi Hi” e “Back at The URSS” mantiveram o pique do showzaço que estavamos presenciando, até novamente sermos surpreendidos com talvez a cena mais bonita de todo o show: em “Let it Be” todo o Minerão foi iluminado por câmeras, celulares, isqueiros e o que mais tinha de luminoso e criou um belíssimo céu estrelado na terra. Não podia ser mais adequado. Chorei de emoção, e olha que nem gosto de “Let It Be”. Nesta hora fomos nós mineiros que demos o show, e até Macca reconheceu isto.

Let It Be

“Live and Let Die” foi a próxima com aquele show de pirotecnia que encanta, sem contar os jogos de luz e de câmera no telão, faz até a gente esquecer que só uma música pra um filme do 007. Depois ele fechava o show (antes dos dois bis) com “Hey Jude” para mais uma participação das luzes da platéia. Pra quem foi embora essa hora, nada a reclamar, mas ainda perderam um dos pontos altos do show. Paul voltou ao palco para a dancante “Day Tripper” já avisando que havia mais para dar, “Lovely Rita” foi outra agradabilissima surpresa para os beatlemaníacos seguida para a inconstestável “Get Back”, uma das melhores músicas do quarteto londrino, fechando o bis número 1. Para o retorno, fazendo graça com bandeiras do Brasil e Grã-Bretanha, Paul comandou o coro para “Yesterday”, radicalizou com Helter Skelter (levando sua voz ao grau máximo de esforço) e fechou o show com o MARAVILHOSO medley”Golden Slumbers-Carry That Weight-The End”. Precisava de mais? Para os fãs, sempre, mas para quem foi ver ou conhecer a lenda, Paul mostrou porque foi e ainda é o maior músico pop/rock em atividade no mundo. Showman como ele ainda não encontramos. Sorte de quem esteve no Mineirão ontem como eu.

Live and Let Die

Para nós, cruzeirenses, atleticanos, americanos, mineiros e brasileiros presentes fica só o desejo de quero mais e nosso humilde agradecimento expressado através de milhares plaquinhas de Thank you durante o “Hey Jude”. Obrigada por uma noite inesquecível Paul.

TOP TOP Ruivos da Música

O TOP TOP é uma coluna tão amada do Vitrola que estamos recebendo sempre boas sugestões! Hoje nossa eterna Sousa e convidada Lígia Passos vem dar um show na opinião dos nossos ruivos favoritos do mundo da música. Afinal, Ruivos são demais! Com vocês nosso top top ruivos!

ruivos

“O TOP TOP de hoje está colorido!!!

Calma prezado leitor, não vamos falar do Restart!!!

Vamos falar dos RUIVOS!!! Seres conhecidos como “cenoura”, “água de salsicha”, “ferrugem”, “cabeça de fósforo”. Seres donos de um charme inegável. Charme aumentado quando associado à música, principalmente se têm um (ou os dois) pés no velho e bom rock and roll!!!

A lista é curta, mas é de qualidade!!! Tem ruivo de todas as gerações e para todos os gostos. Então, vamos aos nossos 5 tons de vermelho!!!

5. David Bowie:

Começando a lista com categoria!!! Bowie, um dos favoritos dos Sousa, dispensa apresentações. Seus cabelos ruivos falam, e cantam por si só!!!
Tudo bem que hoje em dia ele tem madeixas mais loiras, mas quando se fala em David Bowie a imagem que vem na cabeça é do cara de cabelos vermelhos, olhos coloridos e rosto maquiado!!!

4. Alex Trimble:

Da velha para a mais nova geração, apresento-lhes o guitarrista e vocalista da banda norte-irlandesa Two Door Cinema Club, a qual tive o prazer de ver se apresentar no Lollapalooza 2013.

O ruivinho hispter-indie-rocker-engomadinho tem só 23 aninhos, e é um charme só!!! Sua banda tem feito parte do lineup dos principais festivais ao redor do mundo e faz  um som bem interessante. No mínimo, música pra se divertir!

3. Josh Homme:

Joshua Michael Homme III, o homem a frente da excelente Queens of the Stone Age, canta, toca guitarra, e sensualiza!!! O cara é bom músico, é irônico, tem senso de humor e ainda é parceiro de Dave Grohl e Eddie Vedder.
Li isso num site e acho que a descrição não poderia ser melhor (assim como o vídeo que escolhi!!!)

“… É algo no olhar dele. Uma empáfia, uma arrogância, um convite pra briga. Josh Homme não é exatamente bonito: é homem. Talvez seja essa sua arma de conquista. Ele não é o gostosão das capas de revista, ele é o macho atrás de você…” (http://www.cdorock.com/2010/10/josh-homme.html)

2. Dan Auerbach:

Ele é o típico feio-lindo, agradavelmente ruivo, visual cuidadosamente meio “podrinho”, com uma voz super interessante (olha a fonoaudióloga aí gente!!!), e não sai do meu iPod há meses. Especialmente depois que vi essa toda ruivisse hipster ao vivo!!!

Como eu costumo a dizer: Dan, I’m howling for you!!!

1. Axl Rose:

Ah gente… fala sério né?! Axl sempre foi o ruivo mais interessante do rock!!!
Ignoremos sua fase horrenda atual, e nos concentremos no Axl magro, de cabelo comprido e shorts de lycra!!! Sim, aquele Axl dos anos 90!!!
Ruivo e lindo!!! Ruivo e sensacional nos palcos!!! O TOP TOP do ruivos!!!

TOP TOP Bateristas – Adendo by Natália Mazoni

Pessoal, temos um adendo! By Natália Mazoni do Aqui em Casa Toca. Muito bem pontuado!

“Vi a listinha que a Marina fez sobre músicas para bateristas e concordei com todas! Mas, viciada em música (e listinhas) que sou, não poderia deixar de dar o meu pitaco e citar como Bonus Track apenas a música mais cabulosa no quesito bateria, na minha opinião.

Acredito que Tom Sawyer, do Rush (sim, aquela da abertura do MacGyver – Profissão Perigo) é o sonho secreto de todo fã de rock progressivo do planeta.

Vai dizer que você nunca quis ter oito braços pra conseguir a façanha dos solos de batera do Neil Peart? Vai falar que nunca fez air drums no meio do banho ou do engarrafamento? Confesso ter perdido as contas de quantos olhares desconfiados eu já recebi ao me empolgar demais na bateria imaginária no meio trânsito.

Sem mais lenga-lenga… eis o Bonus Track!”

Versão Original

 

Versão Profissão Perigo

TOP TOP Músicas para Bateristas

batera

Bom, cá estou eu de volta, no TOP TOP, aproveitando as minhas férias para colocar tudo em dia. Mas poxa, esse tal desse TOP TOP tá ficando complicado demais. Fui desafiada a escrever um TOP TOP música para bateristas. Mas música pra bateristas? Nem de bateria eu entendo! Fazer o que né? Estamos ai!

Perdoem-me os bateristas de plantão, mas se eu tocasse esse instrumento estas seriam as músicas que escolheria como mais prazerosas pra tocar:

5 – No One Knows – Queens of Stone Age

Acho que comecei bem. Eu gosto do tipo de rock que o Queens of Stone Age toca. Gosto mesmo. Mas a melhor fase deles foi quando eles trouxeram o Dave Groll pra tocar a bateria. E pra mim essa música, a virada que ela dá na hora do “refrão” (porque não sei se aquilo é um refrão ou não) deve ser gostoso demais de tocar.

 

4 – Chop Suey – System of a Down

System of a Down é das poucas bandas de rock barulhento que eu curto. E só escolhi Chop Suey, não pelo sedutor “riff” de bateria no começo da música,  mas porque foi essa música que me fez prestar mais atenção nessa barulhenta banda. E olha, me arrependo de não ter ido ver eles tocar em SP, ou no Rock in Rio.

 

3 – My Generation  – The Who

Vocês repararam que estou indo nas escolhas seguras né? Seguras mas não menos importantes. Alguém aqui vai questionar a capacidade de Keith Moon? Acho que não. Não digo que ele era um baterista sensacional, mas acho que fazia parte da alma do The Who. E My Generation é gostosa de cantar, de dançar e de tocar.

 

2 – Sunshine of Your Love – Cream

Eu e as escolhas seguras. Essa música estaria facilmente no meu TOP TOP de músicas para guitarristas (pode ser que esteja), mas então porque no de bateria? Fechem os olhos e pensem no ritmo estabelecido nessa música. Bem marcado. Destaca, nem demais, nem de menos. Era injusto deixar o Cream de fora desta lista. Mais injusto ainda deixar Sunshine of Your Love de fora.

 

1 – Moby Dick – Led Zeppellin

Vai. Pensa em bateria. Quem vem a cabeça? Eu não consigo pensar além de John Bonham. Pra mim é inegável que é um dos maiores (se não o maior – já instalando a polêmica) bateristas de todos os tempos. Moby Dick é a música que todo baterista deve tocar, mas nunca igual a Bonham. Solos de bateria não costumam ser tão legais, mas é impossível não se impressionar com os longos minutos de solo de John Bonham. E ainda me junta a guitarra de Page. Não preciso de mais nada. E declaro encerrado este TOP TOP aqui (e estou aberta às críticas!).

Crítica: Lollapaloooza 2013 SP

Nossa Sousa adotada Lígia Passos foi ao Lollapalooza em SP este ano, e apresenta suas impressões para a gente!

lolla

“Um ano depois, e lá estava eu de novo…

Se em 2012 eu só fui para ver o show do Foo Fighters, dessa vez eu estava disposta a participar da experiência musical que Lollapalooza ofereceria por 3 dias. Mesmo porque perdi a chance de ver ao vivo bandas que passei a gostar bastante depois (Foster The People, MGMT e Band of Horses). Então, numa nublada tarde de sexta-feira, calçando minhas confortáveis e impermeáveis galochas, adentrei ao Jockey Club de São Paulo.

 

O ambiente já era conhecido, mas a lama era inédita! A chuva tão comum na cidade, ainda mais nessa época do ano, não perdoou nos dias que precederam o festival, proporcionando um solo nada agradável de se movimentar, mas enfim, aquilo não era um concerto de música clássica e eu já sabia o que me esperava.

 

Cheguei a tempo de ver The Temper Trap executar sua última música, “Sweet Disposition”. A única que eu conhecia! Culpa do filme 500 Dias Com Ela.

Show encerrado, bora atravessar o Jockey até o Palco Butantã pra ver o esperado show do Cake. O que encontrei? Uma banda um tanto quanto desleixada, que subiu no palco sem setlist pré-estabelecido e com um blá blá blá bem cansativo. Acho que se John McCrea tivesse tocado mais, e falado menos ( e arrumasse um violão que não precisasse ser afinado toda hora!) teríamos um show bem melhor. Ao menos os grandes hits da banda apareceram, e ainda um belo cover de War Pigs do Black Sabbath.

De volta ao palco Cidade Jardim, começava o “viajante” show do Flaming Lips (que eu só conhecia a música Do You Realize). Confesso não estar preparada para tamanha psicodelia!!! O tal de Wayne Coyne entoava canções (dizem que a maioria inéditas) enquanto ninava uma boneca e observava os aviões em rota de pouso, inclusive chegando ao absurdo de imaginar que um deles poderia cair ali!!!

No outro palco, começava o show do Deadmau5. Eu não tenho um pingo de paciência para música eletrônica, mas fui lá ver do que se tratava. Luzes, muitas luzes e um cover de Killing in the Name Of (Rage Against the Machine). Ok! Não gostei, não vou insistir!!! Ao retornar para esperar o início do The Killers, me deparo com o Passion Pit no palco alternativo. Opa, que som legal!!! Nunca tinha ouvido falar da banda indie rock, mas pela alegria dos hipsters presentes, dava pra ver que eles eram bem queridinhos. Gostei bem do show, com musiquinhas bem felizes que já estão no meu iPod!!! Pra quem quiser experimentar, comece por Little Secrets, Take a Walk e Sleepyhead.

Agora era hora do headline do dia, e não podia ter começado melhor: Mr. Brightside logo de cara pra mostrar que o The Killers estava ali! E como estava!!! Ótimo show, com todos os hits presentes e muito bem executados, e um Brandon Flowers demonstrando que estava feliz de estar ali.

 

Segundo dia, céu azul e ensolarado e mais uma feliz descoberta: Two Door Cinema Club. Banda indie-pop-rock comandada por um ruivinho gracinha que colocou a turminha jovem pra dançar. iPod devidamente abastecido, e What You Know ficou entre as mais tocadas da minha semana!

Agora era a hora da maior dúvida de todo o festival: os ótimos mas já conhecidos Franz Ferdinand ou os ótimos e revelações Alabama Shakes???

Acabei escolhendo a novidade e não me arrependi! Brittany Howard é diva! Canta com pegada rock and roll e sensibilidade de soul music. Excelente!!! Expectativas totalmente atendidas! Não resisti e dei uma corridinha até o palco do FF bem na hora de Take me Out. Apesar de toda energia de Alex Kapranos, foi possível notar que o som não estava muito bom.

De volta ao palco Cidade Jardim, e o Queens of the Stone Age fazia o show mais barulhento dos que eu já tinha visto no festival. E que barulheira boa! Josh Homme e cia fizeram um show impecável, digno de headline de festival. Entrou pra minha lista de melhores shows da vida. E olha que eu “teoricamente” só gostava de 3 músicas deles.

Entre uma caminhada na lama, uma fila pro banheiro e um lanche, era possível ouvir Criolo entoar sua “Não Existe Amor em São Paulo” em meio a gritos e protestos contra Feliciano.

Já devidamente posicionada, aguardava ansiosamente aqueles que mais ouvi nos últimos meses: The Black Keys!!! Os primeiros acordes de Howlin’ for You abriram uma sequência de música boa, passando por toda a carreira da dupla, e claro recheada dos hits dos álbuns mais recentes Brothers e El Camino. Eu, Lígia, achei que fizeram um showzaço. Dan Auerbach arrasa na guitarra e nos vocais. Eu, fonoaudióloga, tinha algumas dúvidas sobre sua projeção vocal em grandes espaços. Mesmo sem entender nada de gravação, dá pra perceber que nos CDs há muito efeito de distorção em sua voz, mas achei que ele se portou muito bem ao vivo, atingindo notas altas no ponto. Arrisco-me a dizer que “Everylasting Light” foi o momento mais arrepiante pra mim em todo o festival. Um globo espelhado refletindo luz sobre o palco e platéia e o falsete de Dan me acertaram em cheio! Confira:


Saí do Jockey super satisfeita com o show, e sem entender algumas críticas de que eles não seguraram o posto de headline, nem tinham repertório para tal.

 

Terceiro e último dia! Dia de Pearl Jam. Era fácil perceber que a grande maioria dos presentes estavam ali para ver o grunge de Seattle.

Cheguei a tempo de ver todos os grandes hits do Kaiser Chiefs, comandados por um vocalista escalador de palco! Bacana, mas na minha cabeça só tinha lugar para Eddie Vedder aquela noite.

Foi quando fui novamente surpreendida por uma banda que pouco conhecia além do hit Hate To Say I Told You So. O The Hives arrasou!!! Pelle Almqvist carismático até não poder mais, e sem ser forçado, conquistou ali muitos novos fãs, inclusive eu, e fez a banda garantir seu lugar no pódio dos melhores shows do Lollapalooza 2013.

A esperada volta do Planet Hemp com B Negão e Marcelo D2 levantou fumaça no fechamento do palco Butantã, mas nessa altura do campeonato, eu (e Natália que topou a aventura!!!) estava fincada na frente do palco aguardando Mr. Vedder. Ok, até onde era humanamente possível ficar na frente do palco!!!

E lá veio o Pearl Jam. Pela segunda vez eu tinha a oportunidade de ver uma das minhas 3 bandas favoritas se apresentar ao vivo. E novamente foi sonoramente perfeito, emocionante. Mais um show pra entrar pra (minha) história. Acho praticamente impossível o Pearl Jam fazer um show com setlist ruim, mas confesso que os achei bem óbvios dessa vez. Talvez já seria a hora de desapegar de alguns hits do álbum TEN e presentear os grandes fãs com lados B. I Believe in Miracles (Ramones) e Baba o’Riley (The Who) já são tão garantidos nos shows quanto as baladas incríveis Betterman (a minha preferida deles) e Black. Fato é que, cumpriram sua missão de encerrar a noite e a segunda edição do Lollapalooza Brasil. Certeza que mandaram 60mil pessoas bem mais felizes para casa.

 

Então, essa foi uma “breve” impressão minha do festival que, apesar de todas as críticas, já tem lugar na agenda de grandes eventos do país. Há sim muito a melhorar no que se refere à estrutura e organização. Line up nunca agradará à todos, mas não podemos negar que é das melhores oportunidades de ver bandas queridas, e conhecer novas para aumentar nossa biblioteca musical.

O Lollapalooza 2014 já está agendado, e posso dizer que eu e minhas galochas temos grandes chances de estar lá marcando presença novamente. Porque música é bom, e música ao vivo é melhor ainda!!!”

TOP TOP Músicas para baixistas

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Os baixistas geralmente são os músicos mais renegados em uma banda, mas olha, sem um bom baixista a sua música não seria a mesma, e eu posso te garantir isto.

Eu sempre apreciei o som de um baixo (e confesso que acho mais divertido de tocar que uma guitarra) e acho que este TOP TOP vai dar o devido valor a eles, afinal existem músicas feitas (e elaboradas) para baixistas!

5 – Another One Bites the Dust – Queen

“Tan tan tan, tarantantantaran”. Quem não gosta desta batidinha pop nesse clássico do Queen? É a prova número um de que um baixo pode sim marcar uma música.

4 – Around the World – Red Hot Chilli Peppers

Ah Flea. Talvez um dos mais marcantes baixistas da atualidade. Aquele cara que consegue se destacar até mesmo ante ao escandaloso Anthony Kieds. Esta música tem um baixo marcante, mais forte do que a bateria e a guitarra em vários pontos, mostrando o poder deste instrumento (e no caso do próprio Flea).

3- Taxman – The Beatles

Que venham as críticas, babem no meu ouvido, mas Paul McCartney é um dos grandes baixistas de todos os tempos do Rock. Influenciou vários outros grandes. Paul é excelente músico e sempre mostrou sua habilidade nos Beatles e na vida pós Beatles. Ah mas porquê Taxman? Taxman foi a primeira música dos Beatles que despertou minha atenção para o som do baixo, então aqui tem um pouquinho de sentimentalismo, mas sem desmerecer o talento do baixista.

2 – Billie Jean – Michael Jackson

Como, mas como falar de baixo sem falar de Billie Jean? A melodia da música é desenvolvida no trabalho maravilhoso de um baixista, que toda vez que toca dá vontade de dançar. É talvez um dos solos de baixo mais conhecidos da história, associado ao maior artista da música pop de todos os tempos, Michael Jackson. (alguém resiste a não fazer o moonwalk nessa música?)

1- Money – Pink Floyd / Susie Q – Creedence

Confesso que foi difícil escolher entre essas duas músicas, por isso coloquei ambas no meu primeiro lugar. A primeira, Money, também apresenta um dos riffs de baixo mais conhecidos da história, marcante por si só, e faria a música sozinha se pudesse. O segundo é muito uma influência paterna, que sempre me falou que não existia Creedence sem pensar no seu baixista (Stu Cook). E realmente todas as músicas do Creedence vem acompanhadas de uma marcação de baixo muito característica, que acaba seduzindo nossos ouvidos. Susie Q é somente uma delas.

E você? Discorda? Acrescenta? Opine!

TOP TOP Fim do Mundo – By Marina Sousa e Lígia Passos “Sousa”

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Já que estamos em ritmo de fim do mundo porque não fazer um TOP TOP com as melhores músicas desta temática? Afinal o mundo vai acabar mesmo na sexta-feira e é melhor que acabe em festa! A nossa colega Lígia Passos colaborou na escolha e montagem deste TOP TOP que vai entrar pra história (se o mundo não acabar!). E se o dia 22/12 existir nós prometemos um TOP TOP para celebração da nova vida!

10 – Dog Days are over – Florence + The Machine

Eu confesso que nunca fui muito fã da Florence (sou íntima, chamo eles assim mesmo) mas tá ai uma boa música pra começar um fim de mundo, afinal não há sensação melhor que o fim dos nossos “Dog Days”…Já dizia Paulinho e João Lennon “It’s been a hard days night, and I’ve been working like a dog”. Vamos descansar ao som de Florence.

9 – Apocalypse Please – Muse

O Muse é aquela banda que, com certeza absoluta, tocaria no evento mundial do fim do mundo. Vai gostar de guitarras distorcidas, muita luz, muito eco e muito efeito computadorizado…coisa de fim do mundo mesmo. Sem contar o desespero ecoado pela voz de Matthew Bellamy…ô cara sofrido! Mas Muse é sempre muse, e tá aqui no nosso TOP TOP.

8 – Acabou – Jammil e Uma Noites

É claro que o final do mundo não vai chegar só para os amantes de Rock e boas músicas, os adeptos do axé também vão passar por esta. E como aturar eles enquanto o mundo está acabando? É só colocar um palquinho com Jammil tocando “acaboooooou, aaaacaaaabouuuu” que todos os embriagados se alegram. Ao menos quando o mundo acabar estaremos rindo e dançando.

7 – O último dia – Paulinho Moska

“Meu amor, o que você faria se só te restasse um dia?” Paulinho Moska só serviu pra fazer esta pergunta eu acho. Nada contra, eu não consigo nem escrever uma música ou tocar violão sem olhar a cifra, mas não vejo nada importante na história musical desse cara sem ser esta música. E olha, só foi sucesso por causa da novela “O Fim do Mundo” (que aliás devia estar reprisando no Vale a Pena ver de Novo, não?). Mas não há quem não saiba a letra grudenta, e não há quem não tenha uma resposta pra essa pergunta…o que você faria se só te restasse um dia leitor?

6 – Stairway to Heaven – Led Zeppelin

Música de ir pro céu. Mas só quem merece mesmo. Se não souber quem é Jimmy Page e Robert Plant a escada abre e você cai pro purgatório. NEXT!

5 – Highway to Hell – ACDC

Quando você estiver caindo para o purgatório e te perguntarem no meio do caminho quem é ACDC e você não souber responder, esta vai ser a música que vai tocar no seu caminho para encontrar terras mais quentes.

4 – I don’t wanna miss a thing – Aerosmith

Esta música vai tocar na hora em que cairmos na real que o mundo tá acabando mesmo. Todos chorando com a cena do Bruce Willis ficando sozinho no espaço, enquanto o Ben Affleck volta pros braços da filha do Steven Tyler…tocante. O fato é que, neste filme, Bruce salva o mundo. Será que ele está disposto a salvar novamente?

3 – It’s the end of the world – REM

“It’s the end of the world as we know it, and I feel fine”. É isso ai, já que o mundo vai acabar pra todo mundo, porque o stress? Sábio Michel Stipe…

2 – The Final Countdown – Europe

É a segunda vez que essa música tem a honra de aparecer num TOP TOP (tô achando que a Lígia Passos foi paga por eles pra divulgar a farofada), mas temos que concordar que ia ser emocionante DEMAIS a contagem do fim do mundo com aquele trechinho inicial da música…ah mas ia demais! Vamos na contagem!

1- The End – The Doors

Ok. O mundo acabou. Como descrever toda aquela cena de destruição em massa? Chama o Jim Morrison para botar um tom de tragédia (muito maior que o tom do vocalista do Muse, sorry), escrever uma letra pesada e levar a banda toda pra tocar com ele. Ai a gente ia perceber que o mundo acabou mesmo.

Como não curtir se o fim do mundo fosse assim?

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