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Vitrola dos Sousa

Um pouco de música, bom gosto e família

mês

abril 2016

Homenagem: Billy Paul

Billy Paul (Paul Williams; Filadélfia, 1/12/ 1934 — Blackwood, 24/04/2016)

Este ano o obituário está sobrecarregado. Ficamos devendo a homenagem a Billy Paul, falecido no dia 24/ de abril último. Se fosse apenas por Me and Mrs Jones, a homenagem já seria merecida. Por quantas e quantas vezes nos divertimos, em uma festa, um namoro, um momento, embalados por este hit esmagador ? Mas Billy, um cantor de primeira linha, teve uma série de sucessos ,aqui no Brasil e no mundo. Thanks for Saving My Life, Strong Survive, Your Song fazem parte de qualquer coletânea decente que reviste os anos setenta.

Sousa’s em Vinil : Queen A Night at the Opera

Quando meu pai me presenteou com o maravilhoso LP do “A Night at the Opera” e me pediu de volta um texto sobre o que esse álbum significava para mim, eu confesso que fiquei sem reação. Como assim eu teria que explicar o que um dos maiores álbuns do Queen significavam para mim? É praticamente impossível colocar em palavras o poder que a voz de Freddie e os arranjos de sua banda tem no meu emocional, quando começam a tocar.
Queen é, sem sombra de dúvidas, uma de minhas bandas favoritas e “A Night at the Opera” tem um sabor especial para mim. Digo isso porque é praticamente impossível, nos lançamentos de álbuns atuais, encontrar tantos clássicos em apenas um LP: “You’re my best friend”, “Love of My Life” e, é claro “Bohemian Rhapsody“. Essa última música, além de ter mudado a maneira como o mundo via o Queen, mudou também completamente a maneira como eu via o estilo de música que realmente chamava a minha atenção. “Bohemian Rhapsody” é ousada, é bem estruturada, é inovadora (até mesmo para os padrões atuais) e é única. É impossível, portanto, falar de “A Night At The Opera” sem dar todos os méritos do sucesso do álbum para essa canção.
Por isso, posso responder a pergunta do meu pai sobre o que “A Night At The Opera” significa para mim, com uma simples afirmativa: foi esse o LP que me presenteou com minha canção favorita. Obrigada Queen, obrigada Freddie e, principalmente, obrigada pai por permitir que esse seu LP querido faça agora parte da minha coleção também.

Vitrola Especial: As 60 dos meus sessenta

 

Encarando um desafio da minha filha Marina, enfrentei o desafio de publicar 60 músicas que me marcaram nos meus sessenta anos. Foi difícil, e certamente deixei de fora muita coisa que eu adoro, mas como a primeira impressão é a que fica, ai vai a lista das minhas 60:

1 14 Bis Linda Juventude
2 Al Green How Can You Mend a Broken Heart
3 Al Green Let’s Spend The Night Together
4 B.B.King The Thrill is Gone
5 Beatles A Day in the Life
6 Beto Guedes Paisagem da Janela
7 Blitz Você Não Soube me Amar
8 Byrds Mr Tambourine Man
9 Bob Dylan Like a Rolling Stone
10 Caetano Velloso Sampa
11 Carole King It’s Too Late
12 Chico Buarque O Meu Amor
13 Creedence Clearwater Revival I’ve Heard it Trough the Grapevine
14 David Bowie Aladdin Sane
15 Deep Purple Smoke on the Water
16 Edgar Winter Frankestein
17 Elis & Tom Águas de Março
18 Elis Regina Como Nossos Pais
19 Eric Clapton Cocaine
20 Etta James At Last
21 Fausto Fawcet Juliette
22 Focus Hocus Pocus
23 Genesis I Know What I Like (In Your Wardrobe)
24 Gilberto Gil Drão
25 Gonzaguinha Comportamento Geral
26 James Taylor You’ve Got a Friend
27 John Lee Hooker Boom Boom
28 John Lennon Imagine
29 Led Zeppelin D’yer M’aker
30 Lô Borges Trem Azul
31 Louis Armstrong La Vie en Rose
32 Luiz Melodia Estácio Holly Estácio
33 Miles Davis Round About Midnight
34 Milton Nascimento Tudo Que Você Podia Ser
35 Monkees I’m a Believer
36 Neil Young Heart of Gold
37 Novos Baianos Acabou Chorare
38 Paul McCartney Band on the Run
39 Paulinho da Viola Foi um Rio que Passou em Minha Vida
40 Queen Bohemian Rhapsody
41 Ray Charles Hit The Road Jack
42 Rita Lee Baila Comigo
43 Rita Lee Caso Sério
44 Rolling Stones Wild Horses
45 Santana Oye Como Va
46 Ten Years After I’d Love to Change the World
47 Secos & Molhados Sangue Latino
48 Sérgio Sampaio Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua
49 Pink Floyd Time
50 Simon and Garfunkel The Boxer
51 Skank Tanto
52 Stevie Wonder Yester-Me, Yester-You, Yesterday
53 The Who My Generation
54 Tim Maia Leva
55 U2 Sunday, Bloody Sunday
56 Van Morrison Astral Weeks
57 Vinicius & Toquinho Carta ao Tom
58 Yes Roundabout
59 Cat Stevens Father and Son
60 Rumo Carnaval do Geraldo

Encontros:Prince, Tom Petty, Steve Winwood, Jeff Lynne and others — “While My Guitar Gently Weeps” (2004)

 

Esta é para lembrar que Prince era também um músico excepcional. Vejam que solo de guitarra  espetacular – repare que os outros músicos ficam estupefatos com a performance de Prince. No 2004 Hall of Fame Inductions. R.I.P. Prince

Homenagem: Favoritos dos Sousa : Prince

Mais uma homenagem neste ano terrível – faleceu um dos gênios musicais de nosso tempo: Prince. Prince e Bowie num ano só. Acho que já podemos chamar este ano de o ano em que o rock moderno ficou órfão. Prince será homenageado na nossa Categoria Favoritos dos Sousa e acrescentado à nossa galeria de honra.

 

Prince Rogers Nelson (Minneapolis, 7 de junho de 1958 – Minneapolis, 21 de abril de 2016)

Prince era  músico, multi-instrumentista e dançarino e um dos mais talentosos e influentes  músicos de nosso tempo. Prince vendeu mais de 100 milhões de álbuns e 60 milhões de singles. Os singles e álbuns de Prince, especialmente os lançados nos anos 1980, estão quase sempre entre as cinco primeiras posições de todas as listas de melhores músicas ou discos de todos os tempos, com destaque para o álbum Purple Rain, lançado em 1984. Sua música mistura diversos generos musicais como funk, R&B, soul, new wave, jazz, rock, pop e hip hop. Foi considerado o 33.º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Prince tinha a reputação de ser um workaholic, seja a trabalhar nas suas músicas ou a produzir outros artistas até o ponto de deixar muito material inédito na gaveta. Considerado um perfeccionista, tinha a imagem de uma pessoa difícil de se trabalhar e por ser altamente protetor de sua música. Escrevia, compunha, produzia e fazia a coreografia de todas as suas músicas. Também tocava todos os instrumentos nos seus álbuns. (Adaptado de Wikipedia). Sem dúvida um dos favoritos dos Sousa e que tem dois de seus discos: 1999 e Purple Rain entre os 100 Melhores Internacionais da Vitrola (Aguardem o post em breve)

DISCOGRAFIA

1978 – For You 1979 – Prince 1980 – Dirty Mind 1981 – Controversy 1982 – 1999 1984 – Purple Rain 1985 – Around the World in a Day 1986 – Parade: Music from the Motion Picture Under the Cherry Moon 1987 – Sign “☮” the Times 1988 – Lovesexy 1989 – Batman 1990 – Graffiti Bridge 1991 – Diamonds and Pearls 1992 – O(+> 1994 – Come1994 – The Black Album 1995 – The Gold Experience 1996 – Chaos and Disorder 1996 – Emancipation 1998 – Crystal Ball / The Truth1999 – The Vault: Old Friends 4 Sale 1999 – Rave Un2 the Joy Fantastic 2001 – The Rainbow Children 2002 – One Nite Alone… 2003 – Xpectation 2003 – N.E.W.S 2004 – Musicology 2004 – The Chocolate Invasion 2004 – The Slaughterhouse 2006 – 3121 2007 – Planet Earth 2009 – LOtUSFLOW3R / MPLSoUND 2010 – 20Ten 2014 – Plectrumelectrum 2014 – Art Official Age2015 – HITnRUN Phase One

Para lembrar Prince durante o Super Bow

Encontros: Stevie Wonder with Esperanza Spalding live at the UN General Assembly AppliedMultimedia (2012)

Outra coluna que retorna em grande estilo…

 

Jazz Round Midnight:Esperanza Spalding and Jimmy Heath: What A Wonderful World (2012)

 

Uma belíssima versão deste clássico, para marcar a volta de nossa coluna.

Faces: Forró Red Light – Criolina de Iemanjá (2016)

Geninho Nacanoa e Ramiro Galas formam o  Forró Red Light, um projeto com uma proposta-missão de inovação em um dos estilos mais consagrados no universo musical brasileiro: o forró. Entretenimento e diversão são o alicerce desse som, que sopra novos ventos, trazendo uma pesquisa de música com versões e remixes de clássicos do forró e do xote, mas com uma pitada diferente: um molho eletrônico. As músicas autorais também animam esse forró para “dançar agarradinho”. Bases eletrônicas e samples fazem o reboco da animação em um sistema forrobodó live PA. A proposta é de um som pegado, um fungado constante de cangote, com um arrastado de chinela buliçosa. Nossa atmosfera é de um arrasta-pé do futuro! (Press Release)

 

Homenagem: Keith Emerson

O tecladista Keith Emerson, fundador do lendário Emerson, Lake & Palmer

 

A homenagem é atrasada, mas nunca menos devida. Por falta de tempo, deixamos de homenagear mais uma lenda do rock, que nos deixou neste triste início de 2016. Fundador do lendário grupo de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer, o tecladista Keith Emerson morreu aos 71 anos na noite de 10/03, em Los Angeles. Segundo a imprensa americana, a polícia de Los Angeles encontrou o corpo do músico com um tiro na cabeça. A hipótese da investigação é a de suicídio. A morte foi anunciada pelo ex-ELP Greg Lake. “Pedimos que a privacidade e o luto da família sejam respeitados”, disse em comunicado.

Natural da pequena cidade inglesa de Todmorden, Emerson começou a carreira em meados dos anos 1960. Quando formou o Emerson, Lake & Palmer, com os músicos Greg Lake (ex-King Crimson) e Carl Palmer (ex-Atomic Rooster), um dos primeiros “supergrupos” do rock, ajudou a popularizar o órgão Hammond o sintetizador Moog, que passaram a ser incorporados por várias bandas dos anos 1970.

Formado em 1970, em Londres, o ELP foi um dos nomes mais emblemáticos do rock progressivo, liderando a invasão do gênero na Inglaterra junto de grupos como Yes, Genesis, Jethro Tull e Gentle Giant. (musica.UOL)

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