Rhaissa Bittar passou a infância cantando com seu microfone de plástico roxo. Aos 16 anos

participou de montagens musicais e ganhou dois prêmios de melhor atriz no 17º Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo, no conservatório de Tatuí, e no 3º Festival Estudantil de Teatro em Sorocaba, no Sesi.

Aos 17, caiu no chorinho, e no samba, e integrou o grupo de Coisa Linda de Deus, aos 18, partiu para Taiwan, na China, onde fez intercâmbio escolar durante um ano e teve aulas de música, canto e dança tradicionais do país. De volta ao Brasil, gravou uma campanha
publicitária com a música Don’t Let me be Misunderstood.

 

Diante do sucesso do vídeo, que ficou disponível na internet, Rhaissa foi convidada para cantar em um desfile de grife e teve grande repercussão nas redes sociais. Com o apoio da Panela Produtora, a jovem cantora gravou seu primeiro disco, Voilà, lançado em 2010,
Convidada participar de outros projetos, Rhaissa gravou”Xote das Meninas”para a
exposição do SESI intitulada “Baixio dos Doidos”  (jun/2012) que homenageou Luiz
Gonzaga; em 2011 gravou O Vira para uma releitura do disco conhecido como Banquete
das Cabeças da banda Secos e Molhados;

 

No segundo semestre de 2014, Rhaissa lançou o disco Matéria Estelar, projeto da Panela Produtora com participação de Jum Nakao na direção estética. No álbum, a jovem dá voz a objetos como uma pera, que leva um fora de um caju; uma lista telefônica que desempregada consegue uma função de peso no Sebo do Messias ; e até o brinco
de pérola da menina retratada na obra prima do pintor holandês Johanenes Vermeer ganha vida nos apólogos do CD.