Música Instrumental Brasileira:Roda de Choro | Chorinho na Gafieira (2010)

A Roda de Choro nasceu na Virada Cultural de 2007, no Auditório Ibirapuera, sob organização de Danilo Brito. Desde sua criação, já aconteceu em diversos teatros e recebeu convidados como Carlos Malta, Laércio de Freitas, Toninho Ferragutti, Ricardo Herz, Danilo Brito, Alessandro Penezzi, Nelson Ayres, Oswaldinho do Acordeon e Gabriel Grossi, entre outros. No repertório, choros clássicos, passando por Pixinguinha, Jacob do Bandolim e algumas composições próprias.

Formação:
Alexandre Ribeiro – clarinete
Léo Rodrigues – pandeiro
Milton Mori – cavaquinho
Luizinho 7 Cordas – violão 7 cordas
Nelson Ayres – piano
Toninho Ferragutii – acordeon

Vitrola Clássica:Alban Berg Quartett – Ludwig van Beethoven String Quartet No.9 in E minor Op.59 No.3 ‘Rasumovsky’ 2. Andante con moto quasi allegretto (2011)-

O Alban Berg Quartett foi um quarteto de cordas fundado em Viena, Áustria, em 1970. Recebeu o nome em homenagem ao célebre compositor Alban Berg, e sua performance de estreia foi em 1971.

Os membros do quarteto decidiram desfazer o grupo em julho de 2008. Seu último concerto foi apresentado no Teatro Colón em Buenos Aires, Argentina.

 

Jazz Round Midnight:No BS! Brass Band – Ballad of the Eagle Claw (2015)

Preparado para continuar explorando sons no domingo ?

Esta é uma banda de jazz só de metais e percussão. Vindos de Richmond, Va., o No BS! Brass Band  foi ideia dos fundadores Reggie Pace e Lance Koehler.O BS! Brass Band oferece ao público um som corajoso, cru, que presta homenagem às influências tradicionais, como John Coltrane, mas também é completamente moderno, mesclando instrumentação tradicional com uma atitude punk rock e, por isto mesmo, é melhor quando ouvido mais alto. Sua bio oficial diz: “[No BS!] é definido como o verdadeiro som de Richmond . Uma música, classificada como funk instrumental com fortes influências do jazz e do rock, como Led Zeppelin,  executados por uma banda de metais. A banda tem 11 peças, o que lhe dá uma aparência de New Orleans e produz uma música é extremamente dançante e de alta energia. Desde a sua fundação, No o BS! Brass ganhou uma reputação como uma das mais amadas bandas de Richmond.

World Music:Amos Hoffman Quartet – Brown Sugar (2012)

 

Domingo, dia de conhecer sons diferentes pelo mundo vamos lá?

Amos Hoffman é um guitarrista de jazz israelense, conhecido mundialmente como um pioneiro na fusão de ritmos e temas melódicos do Oriente Médio com jazz moderno.

Hoffman começou a tocar violão aos 6 anos de idade, e oud (um instrumento árabe)  alguns anos mais tarde. Ele estudou violão em aulas particulares  e mais tarde frequentou a prestigiada Rubin Academy of Music, em Jerusalém. Sua busca por novas experiências musicais levou-o primeiro a Amsterdã, e depois para Nova York, onde ele tocou jazz com  músicos estabelecidos como Jason Lindler, e os baixistas e colegas israelenses Omer Avital e Avishai Cohen, além da vocalista chilena Claudia Acuña. Hoffman gravou 4 álbuns solo, The Dreamer (1999), Na’ama (2006), Evolução (2008) e Entalhe (2010).

Hoffman já se apresentou em locais pequenos e grandes em Israel e em todo o mundo Ele também tem contribuído com dúzias de artistas em Israel (Idan Reichel e Nurit Galron) e em todo o mundo, incluindo Avishai Cohen, Kiko Berenguer (Espanha), e Jan Mlynarski (Polônia ).

Em 2013, Amos foi premiado com um dos mais prestigiados prêmios de Israel – O Prêmio Landau de Artes e Ciências para a realização proeminente no campo de Jazz. Ouvir Amos Hoffman, é um passeio em uma caravana de especiarias, cujo destino final é um clube de jazz subterrâneo, nas primeiras horas da manhã.

Apresentando influências orientais melódicas e rítmicas combinados com um american groove, Hoffman é um pioneiro do gênero. Embarque nesta Caravana (Texto modificado de Wikipedia) com: Hoffman (oud) Gilad Abro (baixo) Ilan Salem (flauta)e Aviv Cohen (baetria)

 

Vitrola Clássica:Marianna Vasileva com Vadim Gladkov -“Carmen” Fantasie Brilliante de J.Hubay (2013)

Nascida em uma família de músicos, ela teve sua primeira aula de violino dada por seu pai na idade de 5 anos. Seus professores foram:  Vladimir Ovcharek, do  Conservatório de São Petersburgo, e Dora Schwarzberg na Musikhochschule de Viena. Desde 2007, a ela estuda na Musikhochschule de Colônia com  Zakhar Bron.


Marianna ganhou o primeiro prêmio em vários concursos Internacionais, Entre os quais Podemos destacar o Sion-Valais (Suíça, 2011), o Concurso Primavera de Praga (República Checa, 2010), o Wieniawski-Lublin (Polónia, 2009), um Glazunov – Paris (França, 2000) e o  Shostakovich-Hannover (Alemanha, 2000). Ela tem realizado apresentações na Rússia, Europa, EUA, Canadá e China, como solista, e com maestros como V. Ashkenazi, Y. Bashmet, A. Rudin e V. Ziva, entre outros.

Lançamento:TucA – Novo Mundo (2015)

Este é o primeiro clipe do álbum “Sem Coração” do artista multimídia Dellani Lima (TucA). O vídeo da canção “Novo Mundo” busca expressar plasticamente uma experiência transcendental de um andarilho místico.Criado pelo próprio artista, que já realizou videoclipes de Autoramas, Lê Almeida, Graveola e o Lixo Polifônico, Lulina, Sara Não Tem Nome, Constantina, Jonnata Doll, entre outros artistas do cenário independente brasileiro.(Texto enviado pelo artista)

Natural de Campina Grande, Paraíba, 1975. Cresceu em Fortaleza, Ceará, onde estudou nos cursos de “Dramaturgia” e “Realização em Cinema e Televisão” pelo Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria Audiovisual do Ceará/UECE (1996-2000). Desde 2000, vive e trabalha em Belo Horizonte, onde realizou diversos projetos, inclusive ligados à música. Seu estilo de produção utiliza de inúmeras técnicas com a manipulação digital e a gravação em baixa resolução e fidelidade. Uma de suas principais temáticas é buscar a força poética da imagem e do som na vida cotidiana. Suas obras já foram exibidas e premiadas em importantes mostras e festivais no Brasil e no exterior.(Dellani Lima)

Os Incíveis Anos 70: O enigma Geraldo Vandré

Geraldo Vandré é ovacionado ao cantar "Caminhando" no Festival Internacional da Canção em 1968; a canção ficou em 2° lugar e transformou a vida do compositor

Volta de Geraldo Vandré ao Brasil foi encenada,

diz biografia; cantor nega

Geraldo Vandré não venceu o Festival da Canção de 1968 com a emblemática “Caminhando (Pra Não Dizer que Não Falei das Flores)” provavelmente por uma interferência do governo militar. Depois houve um auto exílio, que teoricamente terminou em 1973, e o gradual desaparecimento de Vandré da mídia e da vida musical brasileira. O cantor nunca quis comentar o assunto. Agora, uma biografia não autorizada, pretende jogar alguma luz sobre os fatos que marcaram a conturbada relação Vandré-Governo Militar. Trat-se da publicação de  “Geraldo Vandré – Uma Canção Interrompida” (Ed. Kuarup), do jornalista Vitor Nuzzi. O artigo em link (da Folha de São Paulo) acima dá mais detalhes.

Vitrola Clássica:John Adams: Short Ride in a Fast Machine -BBC Symphony Orchestra, conducted by Marin Alsop (2014)

John Adams completou Short Ride in a Fast Machine em 1986. Ele usou a descrição de uma fanfarra para orquestra para este seu trabalho e para o anterior   Tromba Lontana (1985).  Este trabalho é um exemplo icônico do estilo pós minimalista de Adams, que também é utilizado em outros trabalhos como  Phrygian Gates, Shaker Loops, e Nixon in China. Este estilo deriva do minimalismo definido nos trabalhos de derives from Steve Reich, Terry Riley, e Philip Glass, embora Adams faça uso das técnicas minimalistas em um contexto mais dramático.

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