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Vitrola dos Sousa

Um pouco de música, bom gosto e família

data

12 de dezembro de 2015

Crítica: Minas e os Beatles: Cine Brasil, Belo Horizonte – 10/12/15

minas e os beatles 2015

Cotação: ****

Foi uma delícia ! Um show de mineiridade, simpatia, competência e simplicidade ao som e inspirados pelas canções dos Beatles. No palco grandes nomes da música mineira e brasileira, capitaneados pelo músico, especialista em covers dos Beatles Aggeu Marques. Entre tantos bons momentos pudemos ouvir Telo Borges, que se destacou com sua Vento de Maio, Cláudio Venturini que mostrou por que é considerado um dos melhores guitarristas do Brasil e deu um show tocando lindos solos, acompanhando Aggeu em While My Guitar Gently Weeps, Tavito e sua Rua Ramalhete, acompanhado de outro excelente músico e guitarrista , Afonsinho, Flávio Venturini cantando uma versão de Rita Lee para In My Life, Fernanda Takai e uma versão a la Carpenters de Mr Postman, sempre acompanhados pela banda, especialista em Clube da Esquina, Fio da Navalha. Depois do show, é difícil não acreditar que os Beatles nasceram em BH e que Liverpool fica lá pros lados de Santa Tereza.

 

 

Crítica: Sinfônica Pop Convida Luiz Melodia – Palácio das Artes – Belo Horizonte – 09/12/15

 

 Cotação : ****

Desta vez, no programa OSMG convida, o convidado de honra foi Luiz Melodia. O show aconteceu no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, dia 09/12/15. A abertura coube a OSMG que, comandada pelo seu regente Sérgio Gomes,  executou um tema instrumental, com trechos das canções principais de Luiz Melodia, num lindo arranjo de Fred Natalino. Logo a seguir entraram Luiz e seu violonista Renato Piau e começou o desfile de sucessos. Luiz Melodia esbanjou simpatia, cantou com uma voz segura, certamente uma das melhores da música brasileira, que foi o tempo todo revestida por belas intervenções da OSMG. O set list apresentou Magrelinha, logo de cara, seguida de Vale Quanto Pesa, Estácio Holly Estácio, Dores de Amores e Codinome Beija-Flor (de Cazuza), num início de tirar o fôlego de qualquer fã. O tempo todo Luiz foi simpático, mostrou-se encantado com as orquestrações, que várias vezes elogiou e esteve sempre muito à vontade. A seguir ouvimos inspiradas apresentações de Fadas, Papai do Céu, Salve Linda (Canção Sem Esperança), Juventude Transviada, Cura, Cheia de Graça, Cara a Cara, Que Loucura (de Sérgio Sampaio) e por fim a indispensável Pérola Negra. O bis não apresentou surpresas com Melodia repetindo Papai do Céu. Enfim, cerca de 90 minutos de uma boa música, cantada por um dos maiores, se não a maior, vozes masculinas da MPB e abrilhantado pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Que o projeto sobreviva e que sejam convidados outros nomes importantes da nossa música, é a nossa expectativa.

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