Faces: Alessandra Leão – Língua

Alessandra é  pernambucana Alessandra Leão e atualmente mora em São Paulo. Atulamente ela está lançando uma trilogia musical. As músicas forma compostas individualmente pela artista, em parceria com Kiko Dinucci, além de conter recriações para toadas tradicionais das regiões Norte e Nordeste do Brasil:

Língua

“Língua” é o novo ciclo criativo de Alessandra Leão, que se divide em três EPS: Pedra de Sal (novembro/2014), Aço (maio/ 2015) e Língua, EP homônimo que deve ser lançado em agosto desse ano. Dentro da trajetória artística de Alessandra, a trilogia Língua é um mergulho profundo e íntimo na construção e desconstrução do seu processo criativo: no primeiro EP, o momento de voltar-se para dentroe imergir, em Aço, vísceras e ossos no dentro desse mergulho, no terceiro e último, a emersão desse mergulho. Tendo como principais referências a música de rua e a música ritualística, principalmente as do Nordeste do Brasil, onde as fronteiras entre linguagens artísticas são, muitas vezes, bastante indefinidas, Alessandra se impõe no novo ciclo o desafio de criar um novo mapa para o seu processo criativo.” (Alessandra Leão)
Os dois primeiros lançamentos foram postados pelo blog Raras Músicas (confira): Pedra de Sal e Aço

UMA CANÇÃO PARA EMBALAR A NOITE: Jefferson Starship – “Miracles”

“Miracles”, lindíssima balada do conjunto americano Jefferson Starship, foi lançada no álbum “Red Octopus”, de 1975. Esta canção atingiu o número 3 da Bilboard daquele ano, enquanto o álbum chegou ao topo, número 1!

Nesta época, após a guinada mais lírica do antigo Jefferson Airplane (final da década de 60), e antes de descambar de vez no pop do Starship (anos 80), os vocais da icônica Grace Slick contavam com um suporte de músicos de primeiro time, como Papa John Creach no violino e o jovem virtuose Craig Chaquico na guitarra solo, que havia entrado na banda aos dezesseis anos de idade..

Os líderes do conjunto eram os feras Marty Balin (guitarra e vocal, compositor desta música), Paul Kantner (guitarra base e vocal) e David Freiberg (baixo). Estes dois últimos estiveram em Belo Horizonte, na turnê de 2014 pelo Brasil, e fizeram uma versão honesta deste clássico. Mas sem Grace Slick e Marty Balin, jamais poderia ser a mesma coisa!

no link abaixo, a versão original do álbum, com quase 7 minutos de música, porém sem o vídeo.

neste outro link, um show ao vivo em Miami, 1976, numa versão reduzida para pouco mais de 3 minutos, com uma tocada mais rápida e solos da guitarra do Craig Chaquico, mas com toda a banda aparecendo no vídeo.

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