Os incríveis anos 70: Silvio Brito – Tá todo mundo louco! Silvio Brito (1973)

Silvio Brito

Estou atualmente me impondo uma maratona musical muito divertida. Consegui compilar, em ordem cronológica, os principais sucessos das rádios brasileiras entre 1960 a 2014. Começando em 1960, atualmente estou escutando 1974 (Cerca de 1300 músicas já escutadas) . Dentre elas muita coisa esquecida e que fez sucesso. Pude então relembrar que em 1973 um lançamento chamou  logo a atenção: um mineiro de Três Pontas, radicado em Varginha, lançou uma música altamente crítica e bem humorada, criticando e brincando com o sucesso de Raul Seixas, que explodia nas rádios na época. Silvio alcançou algum sucesso e até hoje tem um programa de TV na Rede Vida, mas nunca mais foi tão marcante.

Encontros: Almir Sater e Tavinho Moura – ‘Encontro das águas’ (2009)

Este encontro tão especial aconteceu durante o concerto de lançamento lançamento do DVD  do livro e DVD “Violeiros do Brasil”, no Chevrolet Hall, Belo Horizonte, em 8 de maio de 2009.Participação de Adelmo Arcoverde, Almir Sater, Braz da Viola, Ivan Vilela, Passoca, Paulo Freire, Pena Branca, Pereira da Viola, Roberto Corrêa, Tavinho Moura, Zé Mulato & Cassiano.
direção musical: Myriam Taubkin
direção executiva: Gabriel Paiva

Homenagem: Fernando Brant – Tavinho Moura e Fernando Brant: O que será de nós?

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

É com muita tristeza que ficamos sabendo de mais uma perda no panorama musical, desta vez no brasileiro. Faleceu o  compositor e jornalista Fernando Brant, o mais importante parceiro de Milton Nascimento e figura de proa do movimento musical conhecido como Clube da Esquina.
Arquivo Estado de Minas
(Fernando Brant no Edifício Maletta, no Centro de BH, em 1967, ano em que compôs Travessia com Milton –
Foto : Jornal O Estado de Minas)
“Fernando Rocha Brant nasceu em Caldas (MG), em 9 de outubro de 1946.No início dos anos 60, conheceu o amigo Milton Nascimento. Em 1967, Milton conseguiu convencer o então hesitante Brant a escrever sua primeira letra. Era “Travessia”, composição que, no mesmo ano, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, funcionando como o estopim da carreira de sucesso de Milton. Em 1969, conseguiu trabalho como jornalista na revista “O Cruzeiro”. Nesse mesmo ano, em Belo Horizonte, Brant e os amigos começaram a articular o projeto que se tornaria o Clube da Esquina. A parceria com Milton, Lô Borges, Tavinho Moura e outros membros do Clube mostrou-se muito produtiva, gerando mais de 200 canções, entre as quais há clássicos como “San Vicente”, “Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar)”, “Ponta de Areia”, “Maria, Maria”, “Para Lennon e McCartney”, “Canção da América” e “Nos Bailes da Vida”, entre muitas outras.”(Texto do site Museu Clube da Esquina)
Fernando morreu em decorrência de problemas no fígado após ter se submetido a um transplante do órgão na terça-feira passada . O novo fígado foi rejeitado pelo corpo e ele passou por uma outra cirurgia na sexta-feira , mas não resistiu.
Fernando compôs com Milton Nascimento mais de 200 canções, entre elas clássicos como “Travessia”, “Maria, Maria”, “Planeta Blue”, “Promessas do Sol” e a letra da versão em português de “Canção da América”.
São tantas as músicas que Fernando compôs, que fica difícil escolher uma. Escolhi uma que muito me agrada, espero que sirva para lembrar a genialidade do grande Fernando Brant.

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