Top Top Covers Internacional

Quem não gosta de ouvir um cover ? A banda tá numa fase ruim ? Grava um cover que o sucesso volta. O Top Top também tem seus covers preferidos. Aqui lembramos de dez versões internacionais impressionantes. Muitas ficaram de fora. Mande sua lista. Vamos à nossa lista:

10. I Shot  the Sheriff – Eric Clapton (original de Bob Marley)

I Shot the Sheriff foi composta e gravada originalmente por Bob Marley em 1973 no álbum Burnin’, em que I Shot the Sheriff ocupa a terceira faixa.O cover de Clapton é muito conhecido e delcioso, com a combinação da guitarra de Clapton e sua voz se adaptando perfeitamente ao reggae.

9. The Man Who Sold the World, Nirvana (original de David Bowie)

 The Man Who Sold the World só virou um grande sucesso depois que o Nirvana deu à canção uma nova cara. Esta versão é do Acústico e eu adoro

8. All Along the Watchtower, Jimi Hendrix (original de Bob Dylan)

Bob Dylan por Jimi Hendrix : precisa dizer mais alguma coisa ? Uma cover quase perfeita

7.  Easy – Faith No More (1990) original: The Commodores (1977)

A regravação dispensa o segundo verso sem perder o balanço da versão original do grupo liderado pelo cantor Lionel Richie. Curiosamente, o Faith No More apenas colocou Easy como faixa-bônus no CD do álbum Angel Dust. Só que a cover começou a tocar em rádio e ganhou até clipe que tocou bastante na MTV.

6. Hallelujah, Jeff Buckley (original de Leonard Cohen)

5. Higher Ground – Red Hot Chili Peppers (1989) – original: Stevie Wonder (1973)

O tema de teclado característico da gravação original dá lugar à guitarra pesada de John Frusciante, no disco em que ele estreou no Red Hot Chili Peppers. A bateria e a parte final acelerada deixam o funk de Wonder mais próximo ao funk-metal. Uma delícia !


4. Gloria –  Patti Smith (1975) – original: Them (1964)

A poetisa punk Patti Smith pega um clássico do rock de três acordes e o amplia para seis minutos com uma melodia mais leve e uma voz bem mais arrastada que suaviza a composição do temperamental Van Morrison, cantor da banda norte-irlandesa Them.

3. How Can You Mend a Broken Heart – Al Green (1972) – original: Bee Gees (1971)

Al Green sempre foi um dos meus cantores favoritos. Aqui ele arrasa com uma versão soul da clássica música dos Bee Gees. Al Green demonstra aos Bee Gees, autores dessa canção de dor de cotovelo, tudo que eles poderiam e deveriam ter feito. A interpretação apaixonada e sofrida do futuro pastor Green elimina qualquer resquício de açúcar do original e deixa a música muito humana. Só de ouvir, quase dá para sentir a temperatura corporal de Al subir.

2. With A Little Help From My Friends – Joe Cocker (1969) original: The Beatles (1967)

É possível fazer alguma música dos Beatles melhor que os próprios? O inglês Joe Cocker provou que sim com sua versão da canção que foi cantada por Ringo Starr no álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Cocker canta com total entrega num arranjo meio soul, meio gospel. Na gravação de estúdio, é acompanhado por Jimmy Page, do Led Zeppelin, na guitarra. A versão ficou ainda mais famosa por ter entrado no documentário Woodstock, sobre o épico festival de 1969, em que Cocker faz air guitar enquanto canta cambaleante e aparentemente chapado. Outro fator nostálgico de peso: essa cover foi o tema de abertura do seriado Anos Incríveis, bastante popular nos anos 1990.

1. James Taylor – You’ve Got A Friend – 0riginal Carole King

Minha geração amou Carole King e adorou James Taylor. Esta é outra versão melhor que a original

TOP TOP Ruivos da Música

O TOP TOP é uma coluna tão amada do Vitrola que estamos recebendo sempre boas sugestões! Hoje nossa eterna Sousa e convidada Lígia Passos vem dar um show na opinião dos nossos ruivos favoritos do mundo da música. Afinal, Ruivos são demais! Com vocês nosso top top ruivos!

ruivos

“O TOP TOP de hoje está colorido!!!

Calma prezado leitor, não vamos falar do Restart!!!

Vamos falar dos RUIVOS!!! Seres conhecidos como “cenoura”, “água de salsicha”, “ferrugem”, “cabeça de fósforo”. Seres donos de um charme inegável. Charme aumentado quando associado à música, principalmente se têm um (ou os dois) pés no velho e bom rock and roll!!!

A lista é curta, mas é de qualidade!!! Tem ruivo de todas as gerações e para todos os gostos. Então, vamos aos nossos 5 tons de vermelho!!!

5. David Bowie:

Começando a lista com categoria!!! Bowie, um dos favoritos dos Sousa, dispensa apresentações. Seus cabelos ruivos falam, e cantam por si só!!!
Tudo bem que hoje em dia ele tem madeixas mais loiras, mas quando se fala em David Bowie a imagem que vem na cabeça é do cara de cabelos vermelhos, olhos coloridos e rosto maquiado!!!

4. Alex Trimble:

Da velha para a mais nova geração, apresento-lhes o guitarrista e vocalista da banda norte-irlandesa Two Door Cinema Club, a qual tive o prazer de ver se apresentar no Lollapalooza 2013.

O ruivinho hispter-indie-rocker-engomadinho tem só 23 aninhos, e é um charme só!!! Sua banda tem feito parte do lineup dos principais festivais ao redor do mundo e faz  um som bem interessante. No mínimo, música pra se divertir!

3. Josh Homme:

Joshua Michael Homme III, o homem a frente da excelente Queens of the Stone Age, canta, toca guitarra, e sensualiza!!! O cara é bom músico, é irônico, tem senso de humor e ainda é parceiro de Dave Grohl e Eddie Vedder.
Li isso num site e acho que a descrição não poderia ser melhor (assim como o vídeo que escolhi!!!)

“… É algo no olhar dele. Uma empáfia, uma arrogância, um convite pra briga. Josh Homme não é exatamente bonito: é homem. Talvez seja essa sua arma de conquista. Ele não é o gostosão das capas de revista, ele é o macho atrás de você…” (http://www.cdorock.com/2010/10/josh-homme.html)

2. Dan Auerbach:

Ele é o típico feio-lindo, agradavelmente ruivo, visual cuidadosamente meio “podrinho”, com uma voz super interessante (olha a fonoaudióloga aí gente!!!), e não sai do meu iPod há meses. Especialmente depois que vi essa toda ruivisse hipster ao vivo!!!

Como eu costumo a dizer: Dan, I’m howling for you!!!

1. Axl Rose:

Ah gente… fala sério né?! Axl sempre foi o ruivo mais interessante do rock!!!
Ignoremos sua fase horrenda atual, e nos concentremos no Axl magro, de cabelo comprido e shorts de lycra!!! Sim, aquele Axl dos anos 90!!!
Ruivo e lindo!!! Ruivo e sensacional nos palcos!!! O TOP TOP do ruivos!!!

TOP TOP Bateristas – Adendo by Natália Mazoni

Pessoal, temos um adendo! By Natália Mazoni do Aqui em Casa Toca. Muito bem pontuado!

“Vi a listinha que a Marina fez sobre músicas para bateristas e concordei com todas! Mas, viciada em música (e listinhas) que sou, não poderia deixar de dar o meu pitaco e citar como Bonus Track apenas a música mais cabulosa no quesito bateria, na minha opinião.

Acredito que Tom Sawyer, do Rush (sim, aquela da abertura do MacGyver – Profissão Perigo) é o sonho secreto de todo fã de rock progressivo do planeta.

Vai dizer que você nunca quis ter oito braços pra conseguir a façanha dos solos de batera do Neil Peart? Vai falar que nunca fez air drums no meio do banho ou do engarrafamento? Confesso ter perdido as contas de quantos olhares desconfiados eu já recebi ao me empolgar demais na bateria imaginária no meio trânsito.

Sem mais lenga-lenga… eis o Bonus Track!”

Versão Original

 

Versão Profissão Perigo

TOP TOP Músicas para Bateristas

batera

Bom, cá estou eu de volta, no TOP TOP, aproveitando as minhas férias para colocar tudo em dia. Mas poxa, esse tal desse TOP TOP tá ficando complicado demais. Fui desafiada a escrever um TOP TOP música para bateristas. Mas música pra bateristas? Nem de bateria eu entendo! Fazer o que né? Estamos ai!

Perdoem-me os bateristas de plantão, mas se eu tocasse esse instrumento estas seriam as músicas que escolheria como mais prazerosas pra tocar:

5 – No One Knows – Queens of Stone Age

Acho que comecei bem. Eu gosto do tipo de rock que o Queens of Stone Age toca. Gosto mesmo. Mas a melhor fase deles foi quando eles trouxeram o Dave Groll pra tocar a bateria. E pra mim essa música, a virada que ela dá na hora do “refrão” (porque não sei se aquilo é um refrão ou não) deve ser gostoso demais de tocar.

 

4 – Chop Suey – System of a Down

System of a Down é das poucas bandas de rock barulhento que eu curto. E só escolhi Chop Suey, não pelo sedutor “riff” de bateria no começo da música,  mas porque foi essa música que me fez prestar mais atenção nessa barulhenta banda. E olha, me arrependo de não ter ido ver eles tocar em SP, ou no Rock in Rio.

 

3 – My Generation  – The Who

Vocês repararam que estou indo nas escolhas seguras né? Seguras mas não menos importantes. Alguém aqui vai questionar a capacidade de Keith Moon? Acho que não. Não digo que ele era um baterista sensacional, mas acho que fazia parte da alma do The Who. E My Generation é gostosa de cantar, de dançar e de tocar.

 

2 – Sunshine of Your Love – Cream

Eu e as escolhas seguras. Essa música estaria facilmente no meu TOP TOP de músicas para guitarristas (pode ser que esteja), mas então porque no de bateria? Fechem os olhos e pensem no ritmo estabelecido nessa música. Bem marcado. Destaca, nem demais, nem de menos. Era injusto deixar o Cream de fora desta lista. Mais injusto ainda deixar Sunshine of Your Love de fora.

 

1 – Moby Dick – Led Zeppellin

Vai. Pensa em bateria. Quem vem a cabeça? Eu não consigo pensar além de John Bonham. Pra mim é inegável que é um dos maiores (se não o maior – já instalando a polêmica) bateristas de todos os tempos. Moby Dick é a música que todo baterista deve tocar, mas nunca igual a Bonham. Solos de bateria não costumam ser tão legais, mas é impossível não se impressionar com os longos minutos de solo de John Bonham. E ainda me junta a guitarra de Page. Não preciso de mais nada. E declaro encerrado este TOP TOP aqui (e estou aberta às críticas!).

Crítica: Lollapaloooza 2013 SP

Nossa Sousa adotada Lígia Passos foi ao Lollapalooza em SP este ano, e apresenta suas impressões para a gente!

lolla

“Um ano depois, e lá estava eu de novo…

Se em 2012 eu só fui para ver o show do Foo Fighters, dessa vez eu estava disposta a participar da experiência musical que Lollapalooza ofereceria por 3 dias. Mesmo porque perdi a chance de ver ao vivo bandas que passei a gostar bastante depois (Foster The People, MGMT e Band of Horses). Então, numa nublada tarde de sexta-feira, calçando minhas confortáveis e impermeáveis galochas, adentrei ao Jockey Club de São Paulo.

 

O ambiente já era conhecido, mas a lama era inédita! A chuva tão comum na cidade, ainda mais nessa época do ano, não perdoou nos dias que precederam o festival, proporcionando um solo nada agradável de se movimentar, mas enfim, aquilo não era um concerto de música clássica e eu já sabia o que me esperava.

 

Cheguei a tempo de ver The Temper Trap executar sua última música, “Sweet Disposition”. A única que eu conhecia! Culpa do filme 500 Dias Com Ela.

Show encerrado, bora atravessar o Jockey até o Palco Butantã pra ver o esperado show do Cake. O que encontrei? Uma banda um tanto quanto desleixada, que subiu no palco sem setlist pré-estabelecido e com um blá blá blá bem cansativo. Acho que se John McCrea tivesse tocado mais, e falado menos ( e arrumasse um violão que não precisasse ser afinado toda hora!) teríamos um show bem melhor. Ao menos os grandes hits da banda apareceram, e ainda um belo cover de War Pigs do Black Sabbath.

De volta ao palco Cidade Jardim, começava o “viajante” show do Flaming Lips (que eu só conhecia a música Do You Realize). Confesso não estar preparada para tamanha psicodelia!!! O tal de Wayne Coyne entoava canções (dizem que a maioria inéditas) enquanto ninava uma boneca e observava os aviões em rota de pouso, inclusive chegando ao absurdo de imaginar que um deles poderia cair ali!!!

No outro palco, começava o show do Deadmau5. Eu não tenho um pingo de paciência para música eletrônica, mas fui lá ver do que se tratava. Luzes, muitas luzes e um cover de Killing in the Name Of (Rage Against the Machine). Ok! Não gostei, não vou insistir!!! Ao retornar para esperar o início do The Killers, me deparo com o Passion Pit no palco alternativo. Opa, que som legal!!! Nunca tinha ouvido falar da banda indie rock, mas pela alegria dos hipsters presentes, dava pra ver que eles eram bem queridinhos. Gostei bem do show, com musiquinhas bem felizes que já estão no meu iPod!!! Pra quem quiser experimentar, comece por Little Secrets, Take a Walk e Sleepyhead.

Agora era hora do headline do dia, e não podia ter começado melhor: Mr. Brightside logo de cara pra mostrar que o The Killers estava ali! E como estava!!! Ótimo show, com todos os hits presentes e muito bem executados, e um Brandon Flowers demonstrando que estava feliz de estar ali.

 

Segundo dia, céu azul e ensolarado e mais uma feliz descoberta: Two Door Cinema Club. Banda indie-pop-rock comandada por um ruivinho gracinha que colocou a turminha jovem pra dançar. iPod devidamente abastecido, e What You Know ficou entre as mais tocadas da minha semana!

Agora era a hora da maior dúvida de todo o festival: os ótimos mas já conhecidos Franz Ferdinand ou os ótimos e revelações Alabama Shakes???

Acabei escolhendo a novidade e não me arrependi! Brittany Howard é diva! Canta com pegada rock and roll e sensibilidade de soul music. Excelente!!! Expectativas totalmente atendidas! Não resisti e dei uma corridinha até o palco do FF bem na hora de Take me Out. Apesar de toda energia de Alex Kapranos, foi possível notar que o som não estava muito bom.

De volta ao palco Cidade Jardim, e o Queens of the Stone Age fazia o show mais barulhento dos que eu já tinha visto no festival. E que barulheira boa! Josh Homme e cia fizeram um show impecável, digno de headline de festival. Entrou pra minha lista de melhores shows da vida. E olha que eu “teoricamente” só gostava de 3 músicas deles.

Entre uma caminhada na lama, uma fila pro banheiro e um lanche, era possível ouvir Criolo entoar sua “Não Existe Amor em São Paulo” em meio a gritos e protestos contra Feliciano.

Já devidamente posicionada, aguardava ansiosamente aqueles que mais ouvi nos últimos meses: The Black Keys!!! Os primeiros acordes de Howlin’ for You abriram uma sequência de música boa, passando por toda a carreira da dupla, e claro recheada dos hits dos álbuns mais recentes Brothers e El Camino. Eu, Lígia, achei que fizeram um showzaço. Dan Auerbach arrasa na guitarra e nos vocais. Eu, fonoaudióloga, tinha algumas dúvidas sobre sua projeção vocal em grandes espaços. Mesmo sem entender nada de gravação, dá pra perceber que nos CDs há muito efeito de distorção em sua voz, mas achei que ele se portou muito bem ao vivo, atingindo notas altas no ponto. Arrisco-me a dizer que “Everylasting Light” foi o momento mais arrepiante pra mim em todo o festival. Um globo espelhado refletindo luz sobre o palco e platéia e o falsete de Dan me acertaram em cheio! Confira:


Saí do Jockey super satisfeita com o show, e sem entender algumas críticas de que eles não seguraram o posto de headline, nem tinham repertório para tal.

 

Terceiro e último dia! Dia de Pearl Jam. Era fácil perceber que a grande maioria dos presentes estavam ali para ver o grunge de Seattle.

Cheguei a tempo de ver todos os grandes hits do Kaiser Chiefs, comandados por um vocalista escalador de palco! Bacana, mas na minha cabeça só tinha lugar para Eddie Vedder aquela noite.

Foi quando fui novamente surpreendida por uma banda que pouco conhecia além do hit Hate To Say I Told You So. O The Hives arrasou!!! Pelle Almqvist carismático até não poder mais, e sem ser forçado, conquistou ali muitos novos fãs, inclusive eu, e fez a banda garantir seu lugar no pódio dos melhores shows do Lollapalooza 2013.

A esperada volta do Planet Hemp com B Negão e Marcelo D2 levantou fumaça no fechamento do palco Butantã, mas nessa altura do campeonato, eu (e Natália que topou a aventura!!!) estava fincada na frente do palco aguardando Mr. Vedder. Ok, até onde era humanamente possível ficar na frente do palco!!!

E lá veio o Pearl Jam. Pela segunda vez eu tinha a oportunidade de ver uma das minhas 3 bandas favoritas se apresentar ao vivo. E novamente foi sonoramente perfeito, emocionante. Mais um show pra entrar pra (minha) história. Acho praticamente impossível o Pearl Jam fazer um show com setlist ruim, mas confesso que os achei bem óbvios dessa vez. Talvez já seria a hora de desapegar de alguns hits do álbum TEN e presentear os grandes fãs com lados B. I Believe in Miracles (Ramones) e Baba o’Riley (The Who) já são tão garantidos nos shows quanto as baladas incríveis Betterman (a minha preferida deles) e Black. Fato é que, cumpriram sua missão de encerrar a noite e a segunda edição do Lollapalooza Brasil. Certeza que mandaram 60mil pessoas bem mais felizes para casa.

 

Então, essa foi uma “breve” impressão minha do festival que, apesar de todas as críticas, já tem lugar na agenda de grandes eventos do país. Há sim muito a melhorar no que se refere à estrutura e organização. Line up nunca agradará à todos, mas não podemos negar que é das melhores oportunidades de ver bandas queridas, e conhecer novas para aumentar nossa biblioteca musical.

O Lollapalooza 2014 já está agendado, e posso dizer que eu e minhas galochas temos grandes chances de estar lá marcando presença novamente. Porque música é bom, e música ao vivo é melhor ainda!!!”

Top Top para Baixistas (Complementar)

Tomei a liberdade, como um dos editores do blog de incluir mais duas pérolas:

Extra 1

Creedence Clearwater Revival – I Heard It Through The Grapevine (1970):

Uma música inteiramente construída dentro do solo de baixo de Stu Cooke que embalou toda uma geração que esperava o início deste baixo maravilhoso, na Rádio Cultura, anunciando o início do programa de rock Ritmos da Noite.

Extra 2

Morphine – Cure for Pain

E que tal um conjunto que só tinha baixo, sax e bateria ? Abstraia o sax e preste atenção no baixo.

Os Melhores de 2012: # 45. Julia Holter : Ekstasis

Mais uma cara nova: Julia Shammas Holter (nascida a 8/12/1984)cantora americana, compositora e multinstrumentalista, baseada em Los Angeles. Ela lançou seu primeiro álbum de estúdio , Tragedy,em 2011. Um segundo álbum, Ekstasis, foi lançado em 2012.

TOP TOP Músicas para baixistas

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Os baixistas geralmente são os músicos mais renegados em uma banda, mas olha, sem um bom baixista a sua música não seria a mesma, e eu posso te garantir isto.

Eu sempre apreciei o som de um baixo (e confesso que acho mais divertido de tocar que uma guitarra) e acho que este TOP TOP vai dar o devido valor a eles, afinal existem músicas feitas (e elaboradas) para baixistas!

5 – Another One Bites the Dust – Queen

“Tan tan tan, tarantantantaran”. Quem não gosta desta batidinha pop nesse clássico do Queen? É a prova número um de que um baixo pode sim marcar uma música.

4 – Around the World – Red Hot Chilli Peppers

Ah Flea. Talvez um dos mais marcantes baixistas da atualidade. Aquele cara que consegue se destacar até mesmo ante ao escandaloso Anthony Kieds. Esta música tem um baixo marcante, mais forte do que a bateria e a guitarra em vários pontos, mostrando o poder deste instrumento (e no caso do próprio Flea).

3- Taxman – The Beatles

Que venham as críticas, babem no meu ouvido, mas Paul McCartney é um dos grandes baixistas de todos os tempos do Rock. Influenciou vários outros grandes. Paul é excelente músico e sempre mostrou sua habilidade nos Beatles e na vida pós Beatles. Ah mas porquê Taxman? Taxman foi a primeira música dos Beatles que despertou minha atenção para o som do baixo, então aqui tem um pouquinho de sentimentalismo, mas sem desmerecer o talento do baixista.

2 – Billie Jean – Michael Jackson

Como, mas como falar de baixo sem falar de Billie Jean? A melodia da música é desenvolvida no trabalho maravilhoso de um baixista, que toda vez que toca dá vontade de dançar. É talvez um dos solos de baixo mais conhecidos da história, associado ao maior artista da música pop de todos os tempos, Michael Jackson. (alguém resiste a não fazer o moonwalk nessa música?)

1- Money – Pink Floyd / Susie Q – Creedence

Confesso que foi difícil escolher entre essas duas músicas, por isso coloquei ambas no meu primeiro lugar. A primeira, Money, também apresenta um dos riffs de baixo mais conhecidos da história, marcante por si só, e faria a música sozinha se pudesse. O segundo é muito uma influência paterna, que sempre me falou que não existia Creedence sem pensar no seu baixista (Stu Cook). E realmente todas as músicas do Creedence vem acompanhadas de uma marcação de baixo muito característica, que acaba seduzindo nossos ouvidos. Susie Q é somente uma delas.

E você? Discorda? Acrescenta? Opine!

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