25 best albums of 2011 so far

A revista inglesa New Musical Express (NME) indicou em sua edição eletrônica os 25 melhores CDs do ano até agora

1 . James Blake, ‘James Blake’

2. Wild Beasts, ‘Smother’

3. LCD Soundsystem, ‘The London Sessions’

4. Gorillaz, ‘The Fall’

5 . Lykke Li, ‘Wounded Rhymes’

 

os outros 20 indicados:

  1. Motorhead, ‘The World Is Yours’
  2. Noah & The Whale, ‘Last Night On Earth’
  3. Mogwai, ‘Hardcore Will Never Die, But You Will’
  4. Suuns, ‘Zeroes QC’
  5. The Naked And Famous, ‘Passive Me, Aggressive You’
  6. Yuck, ‘Yuck’
  7. The Streets, ‘Computers And Blues.’
  8. The Vaccines, ‘What Did You Expect From The Vaccines?’
  9. Beady Eye, ‘Different Gear, Still Speeding’
  10. Diddy – Dirty Money, ‘Last Train To Paris’
  11. Esben And The Witch, ‘Violet Cries’
  12. Frankie & The Heartstrings, ‘Hunger’
  13. Anna Calvi, ‘Anna Calvi’
  14. Glasvegas, ‘Euphoric /// Heartbreak ‘
  15. Elbow, ‘Build A Rocket Boys!’
  16. Iron & Wine, ‘Kiss Each Other Clean’
  17. The Joy Formidable, ‘The Big Roar’
  18. Bright Eyes, ‘The People’s Key’
  19. Kurt Vile, ‘Smoke Ring For My Halo’
  20. PJ Harvey, ‘Let England Shake’

 




Linha do Tempo: Jelly Roll Morton

Ferdinand Joseph LaMothe (20/09/1885 – 10/07/1941)

Conhecido como  Jelly Roll Morton,  foi um pianista ,bandleader e compositor americano, ligado ao jazz e ragtime do início do século XX . Amplamente reconhecido como uma figura fundamental para o estabelecimento do jazz como estilo musical. Era um notável arranjador, proporcionando que um gênero, que tinha suas raízes na improvisação, viesse a estabelecer um espírito e características únicas.

Quando adolescente, Jelly Roll Morton trabalhou em prostíbulos como pianista.De 1904 a 1917 Jelly Roll foi para o Sul. Para se manter ele trabalhou como um jogador de sinuca,   cafetão,   comediante de vaudeville e como um pianista. Ele foi uma figura importante de transição entre os estilos de piano do ragtime e do jazz . Ele tocou na  Costa Oeste de 1917 a 1922 e então mudou-se para Chicago. As gravações de  Morton feitas em  1923 e 1924 para o selo Gennett foram muito populares e influentes.

Ele formou a banda ” the Red Hot Peppers” e registrou uma série de discos clássicos para a Victor. As gravações que ele fez  em Chicago apresentaram alguns dos melhores músicos de New Orleans:  Kid Ory, Barney Bigard, Johnny Dodds, Johnny St. Cyr e Baby Dodds. Em 1928 Morton já estava em  Nova Yorke, onde continuou a gravar para a Victor até 1930. Sua versão Nova-iorquina dos The Red Hot Peppers, apresentaram músicos como Bubber Miley, Pops Foster e Zutty Singleton.

Como muitos outros músicos importantes, Jelly Roll foi também atingido pela Grande Depressão de 1929. Neste período o público passou a dar preferência aos sons mais “macios” das Big Bands.Ele passou por maus momentos após 1930, tendo inclusive vendido os diamantes que tinha incrustados em seus dentes da frente e terminou tocando piano em um  “dive bar” em Washington D.C. Em 1938 Alan Lomax gravou uma série de entrevistas de Jelly para a  “Library of Congress” , mas foi só uma década depois que estas entrevistas foram abertas para o público. Jelly Roll morreu logo após uma onda de revival do Dixieland ter resgatado vários destes primeiros personagens da obscuridade. Jelly dizia que sua saúde havia piorado como resultado de um feitiço voodoo.

Sua composição “Jelly Roll Blues” foi a primeira composição de jazz publicada em 1915. Morton também foi notável por nomear e popularizar um tipo de toque espanhol em sucessos como “Wolverine Blues,” “Black Bottom Stomp,” e “I Thought I Heard Buddy Bolden Say”, como um último tributo aos criadores do gênero de New Orleans.

Jelly Roll era arrogante  e embora fosse reconhecido na sua época pelo seu talento musical, adorava uma auto-promoção, e afirmava ter inventado o jazz  em 1902, sendo por isto motivo para o escárnio de músicos e críticos da época e posteriores. (de Wikipedia e RedHotJazz)

Sabia que…

Beady Eye é a banda de rock  formada em 2009 por ex-integrantes do grupo Oasis, que voltaram a reunir-se após a saída de Noel Gallagher, seu principal compositor. A formação dos Beady Eye é praticamente a mesma dos Oasis no periodo entre 2000 e 2009:

Liam Gallagher na voz

Gem Archer na guitarra

Andy Bell no baixo.

Chris Sharrock na bateria (que também integrou os Oasis entre 2008 e 2009).

Jeff Wootton e Matt Jones (este no teclado), têm participações especiais no álbum de estreia.

Vamos ver se eles terão o mesmo sucesso e qualidade do Oasis

Dica : Orelha Negra

Você é daqueles que pensa que Música Portuguesa se restringe ao Fado ? Surpresa…

Olhe que vídeo lindo, que música interessante a do Orelha Negra

A propósito:

VHILS é o artista de rua português Alexandre Farto, cujo trabalho é mostrado neste vídeo. Sua técnica consiste em criar obras de arte a partir de explosões controladas – este vídeo mostra em câmera lenta, o trabalho de VHILS

Quer ver mais clipes do Orelha Negra? Veja ao lado no Toca-Vídeos da Vitrola dos Sousa

Novidade: Novo Clipe do Foo Fighters

O Foo Fighters está lançando um novo CD,”Medium Rare”,  só com Covers dePaul McCartney, Prince e Ramones:

“Band On The Run” (Paul McCartney)
“I Feel Free” (Cream)
“Life Of Illusion” (Joe Walsh)
“Young Man Blues” (Mose Allison)
“Bad Reputation” (Thin Lizzy)
“Darling Nikki” (Prince)
“Down In The Park” (Gary Numan)
“Baker Street” (Gerry Rafferty)
“Danny Says” (The Ramones)
“Have A Cigar” (Pink Floyd)
“Never Talking To You Again” (Husker Du)
“Gas Chamber” (Angry Samoans)
“This Will Be Our Year” (The Zombies)

O primeiro clip já está no Internet. Ouça:

 

Dica: Quarteto Cobra Coral

Quatro artistas mineiros  :  Flávio Henrique, Kadu Vianna, Mariana Nunes e Pedro Morais, embora tenham sólida  carreira individual resolveram se unir executando canções próprias , parcerias e músicas que gostam. Eles preferiram uma formação de quarteto vocal, que privilegia um lado mais intimista e elaborado e o resultado tem feito muito sucesso na cena cultural mineira.A formação foi batizada em homenagem à parceria de Caetano Veloso e Wally Salomão, Cobra Coral.

O formato acústico de três violões e quatro vozes é perfeito para a compreensão dos ricos arranjos vocais que o grupo preparou. No repertório canções como “E o que for já é “ (Kadu Vianna e Pedro Morais), “Tristesse” (Milton Nascimento e Telo Borges), “A Rede”(Lenine), “Cobra Coral” (Caetano Veloso e Wally Salomão), Falso Milagre do Amor (Ed Motta) e Pássaro Pênsil (Flávio Henrique e Carlos Rennó). (Texto de BH Eventos)

 

 

E por falar em Carnaval…

O Vitrola, que não é Mangueirense, muito antes pelo contrário, tem é uma quedinha pela Portela, gostaria de prestar uma homenagem a uma grande personalidade do Carnaval : o mangueiríssimo Jamelão.

José Bispo Clementino dos Santos, (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 – Rio de Janeiro, 14 de junho de 2008)

 

Nasceu no bairro de São Cristóvão e passou a maior parte da juventude no Engenho Novo, para onde se mudou com seus pais. Lá, começou a trabalhar, para ajudar no sustento da família – seu pai havia se separado de sua mãe. Levado por um amigo músico, conheceu a Estação Primeira de Mangueira e se apaixonou pela escola de samba.Ganhou o apelido de Jamelão na época em que se apresentava em gafieiras da capital fluminense. Começou ainda jovem, tocando tamborim na bateria da Mangueira e depois se tornou um dos principais intérpretes da escola.

Passou para o cavaquinho e depois conseguiu trabalhos no rádio e em boates. Foi “corista” do cantor Francisco Alves e, numa noite, assumiu o lugar dele para cantar uma música de Herivelto Martins.A consagração veio como cantor de samba. Sua primeira gravadora foi a Odeon. Depois, trabalhou para a Companhia Brasileira de Discos, Philips e mais tarde para a Continental, onde gravou a maioria de seus álbuns, para a RGE e depois para a Som Livre. Entre seus sucessos, estão “Fechei a Porta” (Sebastião Motta/ Ferreira dos Santos), “Leviana” (Zé Kéti), “Folha Morta” (Ary Barroso), “Não Põe a Mão” (P.S. Mutt/ A. Canegal/ B. Moreira), “Matriz ou Filial” (Lúcio Cardim), “Exaltação à Mangueira” (Enéas Brites/ Aluisio da Costa), “Eu Agora Sou Feliz” (com Mestre Gato), “O Samba É Bom Assim” (Norival Reis/ Helio Nascimento) e “Quem Samba Fica” (com Tião Motorista).De 1949 até 2006, Jamelão foi intérprete de samba-enredo na Mangueira, sendo voz principal a partir de 1952, quando sucedeu Xangô da Mangueira. Em janeiro de 2001, recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, entregue pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Diabético e hipertenso, Jamelão teve problemas pulmonares e, desde 2006, sofreu dois derrames. Afastado da Mangueira, declarou em entrevista: “Não sei quando volto, mas não estou triste.”Morreu às 4hs do dia 14 de junho de 2008, aos 95 anos, na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em sua cidade natal, por falência múltipla dos órgãos. O enterro foi no Cemitério São Francisco Xavier, no bairro do Caju, no Rio de Janeiro.

 

Favoritos dos Sousa #9 – Van Morrison

 

George Ivan Morrison

(Belfast, Irlanda do Norte, 31 de Agosto, 1945)

é um cantor, compositor e expoente da chamada celtic soul.É  filho único de George Morrison, um estaleiro trabalhador e Violet Stitt Morrison, uma cantora e dançarina amadora na juventude. Van foi exposto à música desde a mais tenra idade, como seu pai, trabalhou em Detroit em uma loja de discos de jazz, blues e country and western.  O gosto musical do pai foi passado a ele, por isso, cresceu ouvindo artistas como Jelly Roll Morton, Ray Charles, Lead Belly e Solomon Burke. Para um artigo da revista Rolling Stone de 2005 declarou “Esses rapazes foram minha inspiração. Se não houvesse aquele tipo de música, eu não poderia fazer o que eu estou fazendo agora.”

Os pais de Van Morrison, observando o interesse pela música do filho, compraram uma guitarra quando ele tinha doze anos de idade. Morrison aprendeu a tocar acordes simples, enquanto estudava a canção em livros. Ele logo formou uma banda chamada Sputniks na escola com amigos. Eles tocaram em alguns dos locais cinemas, e mesmo nessa tenra idade, Van já estava assumindo a liderança do grupo. Aos quatorze anos, ele formou outra banda, Midnight Especial. Quando esta banda rompeu-se ele queria aderir à Thunderbolts, mas desistiu porque sabia apenas tocar guitarra. Depois de pedir ao pai para compra-lhe um saxofone, Van teve aulas de sax tenor e teoria musical com George Cassidy, um professor local, com quem teve aulas por um mês. Em seguida, ingressou na Thunderbolts, tocando nos arredores da cidade.

The Monarchs

Com 17 anos , ele excursionou pela Europa pela primeira vez com  the Monarchs,  rebatizados de  International Monarchs. Na Alemanha a banda gravou um single “, “Boozoo Hully Gully”/”Twingy Baby”, com o nome de  Georgie and The Monarchs. Foi a primeira gravação de Van Morrison, em Novembro de 1963 nos estúdios da  Ariola em Colonia com Morrison no saxophone.

Após o retorno a  Belfast em Novembro de  1963, o grupo foi desfeito e  Morrison junto com  Geordie Sproule passaram a tocar na  the Manhattan Showband, com o guitarristat Herbie Armstrong.

 

De 1964 a 1966 alcançou sucesso internacional com a banda Them (Ronnie Millings, Billy Harrison, Alan Henderson, Eric Wrixon) na qual tocava saxofone e dividia os vocais com Billy Harrison – são desta época os hits: “Baby, Please Don’t Go” (1964), “Here Comes the Night” (1965), and “Mystic Eyes” (1965), “Gloria”. A banda não sobreviveu ao sucesso e às disputas internas e foi desmanchada em 1967.

A partir daí a carreira solo de Morrison foi recheada de sucessos: “Brown Eyed Girl (1967); “Astral Weeks” (1968); Moondance (1970); “Wavelenght” (1980); “TooLong in Exile” (1983); “Down the Road” (2002) e vários registros ao vivo e coletâneas garantiram um lugar de destaque para este grande artista.

Mais um dos Preferidos dos Sousa e que está sempre a tocar na Nossa Vitrola.

Discografia

(1967) Blowin’ Your Mind! (1968) Astral Weeks (1970) Moondance (1970) His Band and the Street Choir (1971) Tupelo Honey (1972) Saint Dominic’s Preview (1973)Hard Nose the Highway (1974) It’s Too Late to Stop Now (1974) Veedon Fleece (1977) A Period of Transition (1978) Wavelength (1979) Into the Music (1980) Common One (1982)Beautiful Vision (1983) Inarticulate Speech of the Heart (1984) Live at the Grand Opera House Belfast (1985) A Sense of Wonder (1986) No Guru, No Method, No Teacher (1987) Poetic Champions Compose (1988) Irish Heartbeat (1989) Avalon Sunset (1990) Enlightenment (1991) Hymns to the Silence (1993) Too Long in Exile (1994) A Night in San Francisco (1995) Days Like This (1996) How Long Has This Been Going On (1996) Tell Me Something: The Songs of Mose Allison (1997) The Healing Game (1999) Back on Top (2000; com Lonnie Donegan) The Skiffle Sessions – Live in Belfast 1998 (2000) You Win Again (2002) Down the Road (2003) What’s Wrong with This Picture? (2005) Magic Time (2006) Pay the Devil (2008) Keep It Simple (2009) Astral Weeks Live at the Hollywood Bowl

VÍDEOS

Vamos começar curtindo o delicioso sucesso do Them (1965)

Depois ao vivo em Montreaux, já bem blues jazz

Ao vivo no Loreley Festival, 9-7-1999, cantando a belíssima “Healing Game”

e ainda:

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